segunda-feira, 12 de julho de 2010
Ensaio e leitura do texto do espetáculo sobre o continente africano - 12/07/10
As atividades estavam acontecendo dessa vez no laboratório de informática, sendo coordenadas pelos professores Raiden e Rita. A professora inicia falando da falta de compromisso dos alunos que vem acontecendo quanto ao fardamento adequado aos ensaios do Olgart: o short de malha e a blusa branca, Rita ressalta que meninas precisam estar de cabelo preso em forma de coque. É impressionante em uma sala com aproximadamente 35 alunos somente dez por cento deles estarem de acordo, sendo assim, Rita decreta que: na próxima quarta-feira em diante só participarão dos ensaios quem estiver corretamente vestido. Outro aspecto foi a conversa paralela, que fez com que a professora passasse boa parte da aula fazendo a chamada. Os alunos mostram muito amor em estar participando dessas atividades, pude ver isso a exemplo de uma das meninas escrever em uma folha de seu caderno o nome "Olgart" bem grande e enfeitado. Eu só não entendo porque esses alunos não colaboram diminuindo a algazarra já que eles têm o recreio para isso. A professora reclama da zoada mas segundos depois ela volta a acontecer. "O espetáculo começa com uma coreografia acompanhada pela banda que toca ritmos de samba funk, samba reggae e maracatú". Os alunos estão no pátio de uma escola" essa coreografia pode ser editada a qualquer momento segundo Raiden. Depois da introdução vem a primeira cena: Raiden ilustra a sirene com seu pífano e os alunos entram na sala de aula, onde uma nova professora chega dizendo substituir temporariamente a titular pelo fato desta ter ficado doente dos ''nervos''. "Imaginem o que a levaria a esse estado?" A cena ilustra uma sala barulhenta, onde os alunos jogam bolinhas de papel uns nos outros e não dão a mínima atenção à aula e os professores mostram sua hierarquia baseada no estereótipo onde professor ensina! e o aluno aprende! As mesmas cenas foram realizadas com outro grupo e no final o professor Raiden fez as críticas contrutivas. Quanto aos meninos da banda, Raiden ressalta que não deve haver um clima de competição entre eles, pois não basta um só tocar bem e sim o grupo.
Relato Escola Santa Bárbara, quinta-feira 08/07/2010.
Após o recesso de São João compareci a escola Santa Bárbara para mais uma visita. Nesta, tive a oportunidade de conhecer o tão bem comentado grupo cinco, que, como já era de se esperar, acabou conquistando a todos.
Quando chegamos a escola (eu, Géssica e Ricardo), pouco antes de iniciar a aula, Maurício esclareceu-nos a respeito de como vem atuando nessa turma, ou seja , a forma como se organiza, planeja as aulas e o sistema de anotações que utiliza após as mesmas; enfim, a estratégia que usa para acompanhar e avaliar o desenvolvimento dos alunos, registrando o que já foi dado e até onde os alunos conseguiram chegar dentro dos objetivos idealizados.
Maurício dá início à aula apresentando-nos a turma, com exceção de Géssica, que já se tornou uma espécie de anfitriã dos alunos, que, ao perceberem a sua presença fazem o maior alvoroço!
Antes de iniciar as atividades, Maurício relembra a festa junina da escola e pergunta aos alunos quais foram as músicas que eles aprenderam e mais se identificaram. A Ana, uma das alunas da turma, aparentemente a mais descontraída, canta uma música do grupo Calcinha Preta. Foi um momento de bastante descontração por conta de ser uma criança reproduzindo de alguma forma uma música que retrata um comportamento do mundo “adulto” embora de forma muito natural e que certamente foi bastante aplaudida por todos. Bem, depois do “show” de Aninha, Maurício desenvolve a primeira atividade da seguinte forma: com todos sentados em círculo, Maurício começa cantando uma música de “apresentação” falando o seu próprio nome à turma, onde, seguindo a ordem da roda, cada aluno se apresenta no momento devido. Foi uma atividade bastante estimuladora que possibilitou também a nossa participação. Em seguida, desenvolve mais duas atividades. Na primeira os alunos reproduzem os sons do relógio (tic tic) e os movimentos citados na letra da música. Na segunda, imitam os movimentos e sons dos animais na canção “A fazendinha do mestre Zé”.
Após o final da aula, nos reunimos na secretaria da escola onde fomos orientados por Maurício a montar um “repertório” de atividades a fim de adquirir mais liberdade para poder aplicá-las e modificá-las de acordo com as necessidades dos alunos. Então, conversando com Géssica sobre a possibilidade de trabalhar “paisagem sonora” nessa turma, surgiu a idéia do Ricardo de trabalharmos esse assunto pegando o “gancho” do que já está sendo desenvolvido por Maurício na escola com a música “A fazendinha do mestre Zé” utilizando um painel para reproduzir a fazendinha e ilustrações de animais, onde também usaremos a contação de histórias para estimular a participação dos alunos nas atividades. Então, combinamos de produzir esse material assim como a história da fazendinha para a próxima aula.
sexta-feira, 9 de julho de 2010
RELATÓRIO OBSERVAÇÃO ESCOLA SANTA BÁRBARA 08 DE JULHO DE 2010
O educador pergunta como foi o recesso de São João e se eles aprenderam alguma música nova durante as festas. Uma educanda canta então a música “Você não vale nada, mas eu gosto de você”.
Ainda em roda todos cantamos acompanhados do violão uma música de apresentação (O meu nome é... e o seu como é?) para que nós os “observadores” possamos conhecer o nome dos educandos e nos apresentar. Alguns alunos ficam envergonhados de cantar, então todos cantam juntos uma alteração do verso (O nome dele(a) é... e o seu?).
É cantada também a musica do “relógio” (Cadê meu relógio que eu botei no chão...), música que estimula alguns gestos por parte dos educandos. Todos cantaram, repetiram os gestos e o educador expandiu a atividade repetindo a música, aproveitando alguns gestos criados pelos educandos.
Também cantamos acompanhados do violão a musica da “Fazendinha” (Ô La La, Ô lé lé, fui à fazendinha do mestre Zé, na fazendinha do mestre Zé encontrei... – nessa parte é citado o nome de um animal da fazenda que logo depois é imitado pelos educandos). Todos cantam com muita empolgação e se empolgam mais ainda na imitação dos animais ... alguns até de maneira um pouco violenta.
Acabada a aula começamos então uma reunião onde nós refletimos sobre a aula em questão. O educador nos disse que o plano original da aula foi alterado para aproveitar a iniciativa dos educandos, que “encaminharam” a aula para outra direção.
Pediu para que pensemos em desenvolver atividades para sala de aula, ressaltando que é importante que o educador tenha “em mãos” um repertório de possíveis atividades para serem trabalhadas de acordo com a ocasião além é claro das atividades já previstas no plano de aula.
Apresenta-nos também alguns aspectos da sua rotina de trabalho:
- uma ficha de acompanhamento diário da realização das atividades propostas em sala.
- indicadores de avaliação da evolução dos educandos.
- plano de rotina de aula (50 minutos): 15 primeiros minutos de aproximação e conquista da atenção dos educandos; 20 minutos do conteúdo em si; e nos 15 minutos finais encaminhar o fim da aula com atividades mais amenas.
- módulo anual de música produzido pela escola, com calendário, fichas de presença, avaliação...
- marcos de aprendizagens em música: documento de orientação para os professores de música produzido pela prefeitura.
Terminou a reunião ressaltando a importância da alegria na sala de aula, que o educador tem a função de trazer junto aos conteúdos musicais.
quinta-feira, 8 de julho de 2010
Relatório Sta Bárbara 8 de julho de 2010 quinta-feira
A segunda atividade proposta foi cantar a canção "chique-chique" que o professor utilizou pra trabalhar coordenação, ritmo e movimentação corporal nas crianças, antes dele propor algum movimento a mesma aluna da música da Banda Calcinha Preta já iniciou alguns movimentos com as mãos e rapidamente Maurício adotou a sugestão, todos fizeram e foram incentivados a contribuir com outros movimentos.
Maurício pediu que retornassem as suas cadeiras e pra finalizar cantou a música "A fazendinha do Mestre Zé" em que eles imitam sons de animais. A maioria participou animadamente não se contendo em suas cadeiras, pude observar que, os que estavam mais afastados também se divertiam com a algazarra dos outros na hora da imitação e sorriam ou imitavam timidamente em seus lugares.
Posso acrescentar que, além do repertório de possibilidades de atividades que estamos aprendendo o que mais me agrada e chama atenção é poder observar a relação entre professor e alunos e as saídas que ele encontra em determinadas situações que se apresentam na prática pedagógica, pra ganhar a atenção dos alunos, dar continuidade a atividade proposta e alcançar os objetivos esperados.
No período que seria da segunda aula de música do dia, Maurício precisou resolver alguns problemas com alguns funcionários então Eu, Tânia, Ricardo e Ana debatemos sobre alguns assuntos e o texto da resenha desta semana. Quando Maurício retornou conversou um pouco mais conosco sobre questões de sala de aula, nos mostrou os marcos da educação musical elaborado por ele e outros professores e contou o processo de criação, finalizando assim a nossa reunião.
segunda-feira, 5 de julho de 2010
quarta-feira, 23 de junho de 2010
Flautas com garrafas pet
terça-feira, 22 de junho de 2010
Relatório 17 de junho 2010 Quinta-feira
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Escola Olga Figueiredo de Azevedo comemora festejos juninos - sexta 18/06/2010
sábado, 19 de junho de 2010
Relato Santa Bárbara Sexta-feira, 18/06/2010.
A escola estava em clima de alegria e descontração. Crianças e professores vestidos a caráter configuravam junto ao cenário do ambiente a tradição nordestina mais festejada do ano.
A determinação e o empenho dos funcionários da escola (professores, diretores, coordenadoras) para a concretização dessa festa, eram
perceptíveis, pois o tempo todo cada um desses funcionários comandavam alguma situação durante todo o processo festivo auxiliando nas brincadeiras
que foram diversas e que fizeram a alegria da garotada.
Para participar das brincadeiras as crianças recebiam fichas e aguardavam na fila. Todos os alunos estavam bem empolgados em participar dessas atividades, pois, quando tinham um bom desempenho nas brincadeiras ganhavam fogos, doces e etc...
As brincadeiras mais disputadas eram: Acerte na boca do espantalho (com a bola o aluno deverá acertar na “boca” do espantalho que foi ilustrado numa caixa de papelão com uma abertura referente a ela), “pesque e ganhe,” acerte o alvo (acertar com a bola nas garrafas enfeitadas), coloque o rabo do burro (com o aluno com os olhos vendados a professora o conduz até a ilustração do burro onde o mesmo tentará colar o rabo), a escolha da “rainha do milho” e do “rei do amendoim” através de um desfile dos alunos regado a música nordestina tradicional com direito a coroações e faixas, além das leituras dos famosos recadinhos feitos pelos alunos que tanto caracterizam a tradição junina.
A festa junina da escola Santa Bárbara foi muito bem organizada e bastante direcionada aos interesses das crianças. Os alunos ficaram muito felizes com as brincadeiras que foram feitas e participaram das demais atividades com muita alegria, assim como os professores que alem de transparecer tudo isso mostraram o valor do trabalho em equipe.
Relato Santa Bárbara Sexta-feira, 18/06/2010.
A escola estava em clima de alegria e descontração. Crianças e professores vestidos a caráter configuravam junto ao cenário do ambiente a tradição nordestina mais festejada do ano.
A determinação e o empenho dos funcionários da escola (professores, diretores, coordenadoras) para a concretização dessa festa, eram
perceptíveis, pois o tempo todo cada um desses funcionários comandavam alguma situação durante todo o processo festivo auxiliando nas brincadeiras
que foram diversas e que fizeram a alegria da garotada.
Para participar das brincadeiras as crianças recebiam fichas e aguardavam na fila. Todos os alunos estavam bem empolgados em participar dessas atividades, pois, quando tinham um bom desempenho nas brincadeiras ganhavam fogos, doces e etc...
As brincadeiras mais disputadas eram: Acerte na boca do espantalho (com a bola o aluno deverá acertar na “boca” do espantalho que foi ilustrado numa caixa de papelão com uma abertura referente a ela), “pesque e ganhe,” acerte o alvo (acertar com a bola nas garrafas enfeitadas), coloque o rabo do burro (com o aluno com os olhos vendados a professora o conduz até a ilustração do burro onde o mesmo tentará colar o rabo), a escolha da “rainha do milho” e do “rei do amendoim” através de um desfile dos alunos regado a música nordestina tradicional com direito a coroações e faixas, além das leituras dos famosos recadinhos feitos pelos alunos que tanto caracterizam a tradição junina.
A festa junina da escola Santa Bárbara foi muito bem organizada e bastante direcionada aos interesses das crianças. Os alunos ficaram muito felizes com as brincadeiras que foram feitas e participaram das demais atividades com muita alegria, assim como os professores que alem de transparecer tudo isso mostraram o valor do trabalho em equipe.
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Relatório de Observação Escola Olga Figueiredo - sexta 11/06/2010
Pela primeira vez eu conseguir pegar um coletivo que me deixasse na frente da escola. Pois até então só conseguia chegar lá se fosse saltando no Bonoco e entrasse o Vale do Matatú andando ou então pegando um segundo ônibus para entrar. Que dureza viu?!
Bem vamos ao que interessa!
Chegando à escola exatamente às 13:20hs da tarde, fui recebido pela responsável pelo portão. A escola estava tranqüila, pois os alunos já tinham entrado para suas respectivas salas. Seguir para a direção da escola para saber se o professor de música, Ráiden, já estava na escola. Informaram-me que ainda não, porém já estava perto de chegar. Então aproveitei o momento para continuar a leitura do material “A Filosofia da Ciência" enquanto aguardava o inicio das atividades. Passado alguns instantes ouvi do corredor um som de passos de dança, como de um ensaio. Perguntei a um funcionário se já tinha começado os trabalhos do projeto com a professora de dança. A assistente de direção me informou que se tratava do ensaio da quadrilha da escola e que a professora responsável era Kátia e não a professora Rita de dança. Fui observar o trabalho e fiquei muito impressionado com o interesse dos alunos e o trabalho
Às 14:00hs a professora de dança, Rita, chegou a escola. Nos cumprimentamos e em seguida se dirigiu a sala onde os trabalhos das oficinas aconteceriam. Ela me informou que o professor Ráiden não tinha chegado ainda porque tinha feito algumas intervenções cênicas, contudo iria chegar um pouco mais tarde e me deixou à vontade para estar com ela em sua aula. Chegando à sala a professora teve o cuidado de me apresentar para turma oficialmente porque até então eles só me viam na escola em reunião de planejamento com Ráiden e, com os meus colegas, porém ainda não tinha observado uma aula deles. Ressaltou que faria uma apresentação melhor quando estivessem todos os dois grupos juntos para não ter que repetir a mesma coisa para o grupo que já estava ali presente.
A professora fez alguns informes. Dentre eles ela comunicou que iriam reapresentar o musical "Poderia ser de outra maneira" no congresso realizado pelo MEC. E aproveitou para explicar aos alunos que reapresentar uma peça não pode ser visto como algo cansativo ou de uma simples repetição, mas que se tratava de uma nova oportunidade de apresentar melhor.
Vale ressaltar que em minha apresentação a professora pediu que os alunos falem um pouco do que é o Projeto Olgart. Em seguida ela conclui falando sobre a história do projeto: Que em 2009 aconteceu à primeira apresentação do espetáculo "Poderia ser de outra maneira". Que em 2000 eles apresentaram nos dias 16, 19, 20 de novembro no teatro "Solar Boa Avista".
É distribuído o texto do novo musical e é pedido que cada criança leia o texto de acordo com os personagens. A medida que o texto era lido a professora ia fazendo algumas intervenções explicando como cada personagem interagia com a cena. Na segunda rodada de leitura a professora faz um rodízio, dando oportunidade à criança que ainda não tinha lido o texto. Um fato marcante e motivador acontece durante a leitura, umas das crianças que estava tendo dificuldade na fala do personagem consegue superar depois que a professora a ajuda e toda a turma vibra com a superação inclusive a professora. Em seguida é aplicada uma atividade onde a professora divide a turma em duas equipes e pede que cada equipe monte uma cena do texto lido e que eles ficassem livres para criar. Cada equipe teve 15 minutos para o desenvolvimento da tarefa.
Durante o desenvolvimento do trabalho algumas crianças que estavam ensaiando a quadrilha no pátio da escola vinham para saber se já poderiam participar da aula. A professora informa-os que o horário deles seria às 16hs. Percebi que os alunos que estavam participando do ensaio da quadrilha com a professora Kátia também faziam parte do projeto Olgart. Para estar certo de minha conclusão perguntei a professora Rita e ela, por sua vez, confirmou.
As equipes são avisadas que eles iriam apresentar a tarefa para a turma que iria chegar. A professora sai para buscar a segunda turma. Ao chegar os alunos se acomodam e começa as apresentações.
No final das apresentações das equipes a professora pediu que os alunos falassem como foi à experiência de ter participado da atividade. Abriu o dialoga para que a turma que estavam assistindo também pudessem se expressassem.
Alguns alunos: - expressaram que a personagem interpretada pela segunda equipe foi melhor que a primeira. A professora aproveita o momento para ressaltar que os comentários são para ser feito em relação à interpretação e não a performance já que se tratava de alunos que estavam tendo contato com o texto pela segunda vez.
- Outro aluno falou da experiência de ter participar da composição da sena, do processo de montagem. As equipes também pediram para que o tempo de 15 minutos fosse ampliado.
- Uma aluna expressou que amou a experiência de poder fazer um personagem diferente.
As equipes são parabenizadas pelo trabalho realizado e a professora avisa que a mesma atividade será realizada pela turma do grupo cinco. Fala que os papeis são difíceis, mas que eles conseguiram concluir o trabalho com muita qualidade. A professora destaca o aluno Sergio como exemplo. Diz que ele tem uma facilidade muito boa de entender o personagem e interpretá-lo. E motiva os demais alunos a ter confiança neles mesmos, pois assim como o Sergio consegue fazer bem o personagem eles também podem. Explica que cada personagem terá um parceiro pois acontecerá nas apresentações um rodízio também.
A professora avisa que apresentação agendada para o dia 21 de junho de 2010, foi transferida para julho e que as datas seriam passada quando voltassem do recesso junino. Em seguida eu sou reapresentado para o novo grupo e a professora Rita expressa o seu interesse em ter uma pessoa da área de música para trabalhar o canto com o grupo Olgart.
As duas turmas ficaram juntas e fizemos um trabalho de alongamento e aquecimento vocal. Para concluir o trabalho nós cantamos uma canção, “A coruja”, com expressão corporal.
Na saída da escola fui surpreendido com muitas viaturas paradas próximo ao estacionamento da escola. Havia muitos policiais armados no meio da rua. Fiquei um pouco apreensivo, porém, segui meu caminho. No meio do trajeto mais viaturas e guardas em motos passaram por mim. As pessoas ficavam de suas casas observando todo aquele movimento policial. Não sei dizer se houve algum acontecimento fora do normal ou alguma confusão. E se houve, não ficamos sabendo na escola. Com tudo isso a rua estava tranqüila até as proximidades da parada de ônibus.
Tai galera meu relatório. Só postei hoje porque estava sem PC.
Caso tenha alguma ressalva a ser feito podem se manifesta...
Grande abraço.
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Uma breve experiência no Olga 16/06
Festival de Ibiapaba
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Uakti
sexta-feira, 4 de junho de 2010
RELATÓRIO DE OBSERVAÇÃO Santa Bárbara 31/05/2010
No final da aula, Maurício cantou a música Pequeno Cidadão (Arnaldo Antunes e Antonio Pinto). Todas as crianças cantaram a música normalmente.
quinta-feira, 3 de junho de 2010
Aula de música e dança no Olga 02/06/10
quarta-feira, 2 de junho de 2010
Relato AC Olga Figueiredo sexta 28/05/2010
Depois das aulas aconteceu uma reunião com os professores onde a diretora anterior entregou uma folha para uma enquete na qual os professores avaliaram a última gestão. No decorrer da reunião Raiden me apresenta a todos da sala em seguida falamos um pouco sobre o PIBID. Depois da reunião comemoramos o aniversário de duas pessoas da escola com direito a bolo e guaraná.
sábado, 29 de maio de 2010
RELATÓRIO OBSERVAÇÃO ESCOLA SANTA BÁRBARA 27 DE MAIO DE 2010
RELATÓRIO DO EVENTO PENSANDO A MÚSICA NA CASA DA MÚSICA 20 DE MAIO DE 2010
AC: Santa Bárbara. Sexta-feira, 28/05/2010.
Relato Santa Bárbara. Quinta-feira, 27/05/2010.
sexta-feira, 28 de maio de 2010
Construção de Instrumentos
Percussão Corporal
quinta-feira, 27 de maio de 2010
RELATÓRIO VISITA ESCOLA SANTA BÁRBARA 24/06/10
TURMA 5º Ano A
Começa a ser trabalhado o Hino à cidade do Salvador e é comparado ao hino ao 2 de Julho. O professor colocou o áudio da música da cidade do Salvador e solicitou que os alunos observassem o hino ao 2 de Julho para compararem as letras das músicas e relacionarem o que havia de semelhança entre elas. Posteriormente o mesmo colocou a música ao 2 de Julho e solicitou que observassem o Hino à cidade do Salvador para observarem o que havia de semelhança. Os alunos mostraram-se inquietos com a atividade de reflexão e comparação dos dois hinos. O que pude observar é que os mesmos não estão habituados a este tipo de atividade e com isso, a concentração dentro de sala é deficitária. Entretanto, dentro deste contexto de inquietude nesta turma pude verificar que houve produção de reflexão das semelhanças e o alcance do objetivo estabelecido pelo professor. Houve um aluno que nunca havia se pronunciado a respeito dos temas tratados e que relatou o que entendia do assunto. O clima de comemoração tomou conta da turma devido a este fato ter ocorrido.
TURMA 5º Ano B
Mesma atividade mencionada em turma anterior. Porém os alunos desta turma são mais calmos em comparação a turma anterior. A atividade fora concluída com louvor mas não com tanto sucesso como na turma anterior.