segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Relato do Colégio Municipal Olga Figueiredo – 24 de novembro de 2010 / quarta-feira


Estréia do Musical

Se não me falha a memória, em final de abril de 2010 foi reapresentado o musical “Poderia” que deixou todos os espectadores que incluía os pais, amigos, colegas, professores e funcionários d escola Olga Figueiredo surpresos e super satisfeitos com o talento e desempenho dos atores mirins do Projeto.

Depois dessa apresentação e animados com a resposta positiva do público, o projeto Olgart, pensando em aproveitar o potencial artístico desenvolvido pelos alunos, foi proposto à realização de mais um trabalho cujo tema seria o musical "Áfricas, e quem é diferente?" Que estreou nesta quarta-feira.


Nos bastidores / momentos antes de entra em cena


Com a palavra a professora Rita:













Com a palavra o professor Ráiden:





Momento de concentração e oração:

Adicionar imagem


Momento de preparo físico dirigido pela professora Rita:












Correria para entrar em cena e desejando boa sorte uns aos outros:


Reunindo os participantes da primeira cena e ultimas orientações:






Parte da equipe:




Relato do Colégio Municipal Olga Figueiredo – 15 de novembro de 2010 / quarta-feira

Nesta quarta-feira tivemos ensaio geral com a professora Rita e o professor Raiden. Não aconteceu nada diferente em relação aos dias anteriores. O ensaio foi passado duas vezes e sem interrupções. O dia de quarta foi reservado apenas para passar a parte das falas dos personagens com o objetivo de limpar as falas e fazer alguns ajustes. Também teve a participação da banda sobe a regência do professora Ráiden.

Foi feito no final da aula alguns avisos, terminando o trabalho por volta das 17:00hs

Relato do Colégio Municipal Olga Figueiredo – 10 de novembro de 2010 / quarta-feira

Nas ultimas semana para a estréia do musical "Áfricas, e quem é diferente?" os ensaios têm acontecido praticamente todos os dias. Nessa quarta-feira tivemos mais um ensaio geral, sem paradas para dar tempo passar com os dois elencos. Isso porque nesse trabalho a professora Rita decidiu com o professor Ráidem, formar duas equipes para explorar os talentos dos seus alunos e dar oportunidade para que outros da equipe pudessem se descobrir como ator. A idéia funcionou. Tivemos a oportunidades de assistir duas equipes fazendo o mesmo papel e dando o tom diferente ao musical.

As crianças têm superado nossas expectativas. Todo processo de construção do elenco foi revelando a sensibilidade e a conquista da confiança no sentido da interpretação do seu papel no musical. A expressividade ia ficando mais forte e real à medida que elas iam entendendo que aquele momento, aquele ambiente era o seu meio de expressão. E porque não dizer, a oportunidade de superação de suas dificuldades pessoais e alívio de sua tensão e ansiedade nas suas relações com outras crianças ou pessoas... Ou seja, atitudes desprendidas de cooperação, o exercício de “experimentar e errar” como algo natural e necessário á sua construção enquanto sujeito social.

Eles são super talentosos. Isso todos nós professores e colegas, principalmente seus familiares, teremos oportunidade de assisti-los no cine Solar Boa Vista, onde acontecerá a estréia do musical; na quarta-feira, 24/11 às 20:00hs, no Eng. Velho de Brotas, com entrada franca. Também terá mais duas apresentações no mesmo local no dia 25/11; uma às 15:00hs e outra às 17:00hs. Nós que fazemos parte da equipe técnica e do elenco estaremos nos encontrando na escola Olga as 12:00hs para irmos para o teatro as 13:00hs com previsão de chegada as 14:horas. Combinamos de fazer um ensaio geral no teatro para fazermos possíveis adaptações.

Estaria fazendo parte do elenco, porém, diante de algumas dificuldades não foi possível.

Grande abraço!!!

Relato do Colégio Municipal Olga Figueiredo – 5 de novembro de 2010 / Sexta-feira

Quero começar meu relato falando sobre algo que acredito ser de um valor imensurável “o amigo colaborador..."
Amigo é aquela pessoa com quem conversamos sem reservas, independente da hora ele sabe oferecer o aconchego do seu coração sem pedir nada em troca, e quando ele precisa sabe que pode fazer o mesmo sem objeção, não importa o tempo que estejam distante fisicamente, amizade é irmã do amor e não tem cara, tem reciprocidade, afetividade, respeito, carinho, confiança e alegria. Amigo nos avisa do perigo quando não conseguimos enxergar, sem contrapor nas decisões tomadas. Não existe escola para formação de amigos, eles por si já nascem aptos, por isto não impomos regras dentro de uma amizade, elas se compatibilizam sem invasões, unindo os verdadeiros amigos, sem maldades, sem segredos, sem interesses, a felicidade de um, é a felicidade do outro. Sem esforço sabemos distinguir nossos amigos.
Ana, você é uma pessoa fantástica! Agradeço pela sua companhia, e que companhia viu?! Estava pensando sobre como minha sexta-feira foi diferente. Você é uma boa incentivadora e seu papo muito interessante, nos leva a refletir... Valeu mesmo pela motivação e incentivo a continuar... Acredite, tem um novo amigo. Precisando pode contar comigo e não se sinta constrangida.
Hoje, a ida a Escola Olga Figueiredo foi muito legal. Concluída nossa reunião na UFBA, surgiu à possibilidade de eu e Ana irmos juntos a escola porém, precisávamos antes iríamos almoçar e recarregar nosso Salvador card. Decidimos ir caminhando até a Avenida Sete e almoçarmos no restaurante já conhecido por nós e próximo ao posto de recarga do cartão. Para nossa surpresa e/ou infelicidade o estabelecimento estava muito cheio. Surge mais uma duvida: Lanchamos ou almoçamos? Dentre muitas opções decidimos ir para o shopping Piedade para nos alimentarmos. Terminamos almoçando na Mcdonalds e depois fomos colocar carga no cartão. O legal também foi que pegamos um coletivo que fez um percurso bem rápido, isso favoreceu a nossa chega cedo à escola. Deu tempo até para tomarmos um soverte no caminho (já no vale do Matatú).
Seguimos nosso destino. Ana me levou por um caminho que ainda não conhecia. Entramos numa rua ao lado da ladeira que costumeiramente subíamos para chegar à escola, isso para evitar que subir, assim disse Ana. À medida que nos aproximávamos da escola, ao nos avistar de longe os alunos já gritavam nosso nome. Como sempre fomos recebidos com muito carinho e alegria pela maioria deles.
Chegamos muito cedo por isso não encontramos os professores do projeto. Os alunos até queriam entrar junto conosco, porém salientamos que só poderiam entrar com a presença dos professores responsáveis, no caso Rita ou Ráiden. Aproveitamos o momento para terminarmos de formatar o questionário de Saúde vocal que estava previsto para ser aplicado com todos os professores da escola. Pedimos na coordenação para usarmos o computador da sala dos professores. Foi-nos permitido, entretanto quando fomos ligar percebemos que estava sem o gabinete. Comunicamos o fato para a coordenação e foi nos indicado usar o da secretaria. Nesse tempo a professora Rita chegou à escola e pediu para Ana preparar os alunos fazendo um trabalho de aquecimento enquanto conversava com a diretora sobre os últimos detalhes do espetáculo. Eu fiquei na coordenação trabalhando no questionaria para dar tempo imprimir e passar para os professores naquela tarde. Assim que terminei imprimir e passei para a coordenadora explicando mais uma vez do que se tratava e da necessidade de estar sendo respondido pelos professores. A coordenadora me informou que não tinha problema algum, porém não seria bom aplicar-lo neste dia porque os professores estavam com o tempo muito apertado e não daria para responder. Sugeriu que fosse aplicado em outra ocasião, visto que também não poderia ser na próxima sexta-feira, dia 12 porque a escola teria um evento. Sugeriu que os professores levassem para casa e trouxessem no outro dia, ou que fosse aplicado no dia 19.
A professora Ria me pediu para ajudar Ana com a disciplina dos alunos porque iria demora um pouco mais que o planejado na reunião com a diretora. Depois do alongamento direcionado pela professora Ana, fizemos um trabalho de criação e improvisação. Pedimos que os alunos se reunissem em grupos pequenos e que teriam 5 minutos para preparar uma apresentação usando uma musica escolhida por eles. Explicamos que eles não poderiam cantar, nem falar o texto da canção porque os colegas do outro grupo teriam que acertar. Falamos que eles estavam livres para usar a criatividade e trabalhassem os gestos, ritmo e até poderia representar. O grupo que acertasse era o vencedor. O resultado foi muito gratificante embora eles tivessem ficado eufóricos com todo o trabalho.
Terminada a reunião a professora Rita pediu que todos se posicionassem em seus lugares para dar inicio o ensaio do musical. Ana ficou responsável pela banda. Mais uma vez fizemos o ensaio sem parar com o intuito de consolidar o ritmo para apresentação do musical. Terminamos o trabalho e, enquanto a professora Rita fazia algumas observações a respeito do desempenho dos alunos, fazia os avisos finais eu e Anda guardávamos os matérias da peça e as cadeiras usadas pela banda. Quando terminamos nos despedimos e fomos para nosso ponto de ônibus.
Combinamos que iríamos tomar sorvete novamente.
Pois é pessoal, foi isso aí...
Olha, fui escrevendo mais não revisei então, caso tenha algum errinho aí, seja ele gramatical ou... Eu farei as correções...
Grande abraço!!!

Relato do Colégio Municipal Olga Figueiredo – 3 de novembro de 2010 / Sexta-feira

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sábado, 13 de novembro de 2010

Problemas???

Salve pessoal, há algum problemas com o blog???
Eu não consigo ver as postagens antigas e a barra de ferramentas ao lado sumiu...
Eu só vejo até um relato em branco, com a data de terça-feira 05/11... e mais nada
alguém passou por algo parecido nesse blog!!
abraçosssss.

Relato Olga Quinta-feira 11 de novembro de 2010

Cheguei um pouco mais cedo na escola para conversar com o professor Raiden sobre o artigo para o seminário do PIBID, ele me deu alguns toques, mas não foi por muito tempo, pois a aula já estava prestes a começar.
Ao chegar na sala do 1° A percebi que os alunos que foram escolhidos pela professora Andréa estava com um semblante desanimado, cumprimentei-os e todos responderam, mas sem muita empolgação. Talvez eles queriam ir para a aula de Educação Física, e os outros ficarem na aula de música. Engraçado que, não temos a oportunidade de trabalhar com todos os alunos que foram escolhidos na semana passada, aí dificulta um aprendizado seqüencial, contínuo.
Estávamos arrumando as cadeiras e por algum momento a porta bateu e não tinha como abrir por dentro, vixe! Estamos presos! Mas viva o celular! Raiden ligou para alguém que estava na secretaria para vir abrir a porta.
Enquanto Raiden tentava conectar o computador na caixa amplificada, percebi que o ventilador emitia um som que dava uma idéia de pulso, tipo um metrônomo, sabe? Então eu instiguei os alunos a trabalhar em cima dessa pulsação. Depois trabalhamos individualmente no sentido anti-horário, passando de um para o outro, tipo passa ou repassa. Naquele pulso trabalhamos a semínima, colcheia e semicolcheia, ilustradas pelas figuras: pão, lei-te e cho-co-la-te.
Como não deu certo o computador com a caixa amplificada, Raiden faz com que os alunos lembrem do conceito grave e agudo, dessa vez não usamos os “tambaldes”, acho que os alunos sentiram falta desses instrumentos de percussão. Então Raiden usou palmas, os alunos não seguiam muito a pulsação, muitos deles batiam palmas aleatoriamente e isso ia criando uma variedade de ritmos. Raiden resolveu oficializar a atividade proposta pelos alunos, onde cada um criava um ritmo e todos reproduziam, isso tornou a atividade mais lúdica. Eram mais ou menos 8 alunos na sala, sendo que 3, meninas. Oh! As meninas incorporaram-se mais às atividades, e se mostraram excelente boas no ritmo e na percepção.

1° B
O momento de arrumar as cadeiras para a aula foi muito tenso e demorado. Alguns alunos se mostravam indiferentes com os outros, outros arrastavam a carteira e fazia muito barulho. O professor Raiden havia acabado de falar e mesmo assim aquilo acontecia, parecia pirraça! Nesse dia os alunos estavam mais danados e elétricos, tanto na turma A quanto na B. Éh! Esse momento roubou, acho que 20 minutos da aula.
O professor Raiden fez uma roda, onde vi que alguns alunos não queriam pegar na mão do outro. Teve um que não queria pegar de jeito nenhum, e fez uma cara de raiva para o outro, tipo aquela de adulto, “bicho solto”, sabe? É impressionante como eles aprendem rápido, mas nesse caso percebe-se a influência da família. Em alguns casos a educação familiar é mais forte que a educação escolar, e elas insistem em serem mundos diferentes, mundo da escola; mundo de casa; na prática elas deveriam andar juntas, a escola ser família e vice-versa, ambas no compromisso com o aluno, visando um ser humano melhor.
O professor realiza um série de alongamentos, que nos ajuda a relaxar...
Sentamos, ainda em forma de círculo, o professor diz: -Hoje agente vai fazer um ”Orquestra de palmas”! E relembra as atividades anteriores que envolve grave e agudo, e como quase sempre as mulheres, matam logo a charada. ”Destaco Íris, a menina da bolsa do Brasil”, ela é muito sensível e atenta a tudo.
Dessa vez estávamos com todos alunos e isso facilitou a divisão em 5 grupos, como o piso da escola é dividido em grandes quadrados, ficou um quadrado para cada grupo de mais ou menos 4 alunos. Raiden cantou o funk “Ado, a ado, cada um no seu quadrado”. Enquanto estávamos organizando os grupos, percebi que havia pouca luz na sala, de 6 lâmpadas fluorescentes, somente uma funcionava e outra ameaçava acender.
A atividade foi parecida com a do 1° A : semínimas, colcheias e semicolcheias, mas nessa turma dividimos um tipo ou uma combinação de figuras para cada grupo. Depois de um tempo de trabalho, aqueles ritmos se combinavam, concretizando a idéia de orquestra, grupo, cada um fazendo a sua parte. Mesmo com um certa dificuldade causada pelos alunos indisciplinados, que fazia com que cada momento houvesse uma repreensão, mas a atividade foi desenvolvida!

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

RELATÓRIO OBSERVAÇÃO ESCOLA SANTA BÁRBARA (Grupo 5) 11 DE NOVEMBRO DE 2010

Grupo cinco:
Nesta quinta-feira só houve aula para o grupo cinco.
O educador Maurício Dória desenvolveu uma atividade com fantoches que excitou bastante os educandos. Começou tocando no aparelho de som, as músicas do cd “Musical da Bicharada” – UFSCAR. E enquanto as músicas eram executadas, estimulava os educandos a se moverem (dançarem) dentro do ritmo das músicas. A maioria se moveu/dançou ao ritmo das músicas. A princípio só os mais desinibidos, depois quase todos dançaram.
Ao final de cada música o educador perguntava aos educandos de qual bicho a canção falava, ou então pedia que cantassem trechos da canção, presenteando os que participavam da atividade com um fantoche representando o bicho citado. A saber, as canções foram: canarinho, gatinha parda, carneirinho, elefante, macaco guloso, música do tatu, o pescoço da girafa, música da serpente.
Encerrada a participação do aparelho de som, o educador pediu que sentassem em círculo distribuindo fantoches para todos, pediu que cada um por vez imitasse o som do bicho que estava de posse. Todos imitaram, uns com vergonha, alguns mais desinibidos, outros inventaram sons por desconhecerem os sons que o seu bicho produzia como foi o caso da girafa e do “taturtaruga”.
Já encerrando a aula o educador pediu que cantassem as músicas que conheciam acerca dos bichos representados pelos fantoches. A primeira a surgir foi a Música do lobo mau (“Vou te comer”) tão explorada no último carnaval, depois surgiu a dos três porquinhos, outra do lobo mau dessa vez realmente infantil e a do coelhinho dos olhos vermelhos.
Por fim todos guardaram os fantoches no seu lugar, não sem certa relutância.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Relatório Observação escola Santa Bárbara 11/11/2010



Devido aos professores titulares corrigirem as provas de um projeto aplicadas às crianças a partir do primeiro ano, só tivemos aula com as crianças do Grupo 5.
Como sempre, fomos recebidos com muita afetividade. Trazia em minha mão a caixa com os fantoches que o professor Maurício havia trazido para a realização da atividade executada e eles nem perceberam. Abraçaram tanto a mim quanto a Ricardo e a Márcio. Em seguida chegou Maurício e todos o saudaram também com bastante alegria. O professor pediu para que se fizesse a rodinha da amizade para escutar as músicas que o professor trouxe. O repertório é do CD Musicada da UFSCAR, chamado Musical da Bicharada. O professor então colocou a primeira música e pediu para os alunos dançarem. Até então eles dançaram tranquilamente. A música era lenta e as crianças dançaram balé, mas o professor perguntou qual era o animal que falava na letra da música. Então Thiago respondeu: Canarinho, e Ganhou o fantoche. Depois disso houve um pouco mais de dificuldade de dançar porque as crianças queriam apenas prestar a atenção à letra para ganhar o animal. Depois disso a seqüência de animais foram:
Gatinha parda, Carneirinho, Elefante, Macaco, Tatu, Girafa e Serpente.
Houve certa disputa para ganhar os bichos, apesar de ter bicho para todas as crianças. Todos prestaram a atenção na letra da música. A dança diminuiu em relação ao começo, mas eles continuaram dançando com o estimulo do professor. Antes que terminassem as músicas, devido ao horário o professor distribuiu os animais a todos os alunos e alguns mais do que estavam no CD como Leão, Tartaruga e Coelho e pediu para que cada um reproduzisse o som dos animais. Como você já deve ter percebido Tatu, Girafa, Coelho e Tartaruga, são mais difíceis de reproduzir algum tipo de som, pois eles não têm sons característicos. Esse foi sem dúvida um momento para questionar o crescimento dos garotos. A espontaneidade com que alguns deles fizeram mostra que ao longo do tempo essas crianças cresceram. Alguns deles em meses anteriores nem se ousariam a pronunciar qualquer palavra, mas desta fez, a espontaneidade estes fizeram me impressionou, principalmente a garota que estava com a tartaruga. A improvisação com que ela executou o som deste animal me chamou a atenção de tal forma que a partir daí me fiz duas perguntas na qual às respostas cabem até a elaboração de um artigo: Por que as crianças estão mais espontâneas agora? Quais as atividades que estimulam o desenvolvimento das crianças na educação ?

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Relato Santa Bárbara 04.11

Os dias estão cada vez mais quentes, hein pessoal? A cada semana que passa a trilha do Caminho de Areia até a Santa Bárbara é mais penosa e, com o calor, os odores emanados pelo canal e pelo chorume do lixo ficam mais fortes.
Encontrei Maurício na secretaria, separando materiais para a sala de aula, se queixava de um CD que tinha certeza que estava na escola, mas não encontrava de forma alguma. Levou mais alguns minutos reelaborando a atividade do dia e pronto, “Vamo lá?” A atividade consistia em trabalhar ritmo e rima, com a música do Burrinho - Arre Burrinho que vai pra Arremoz, carregadinho de Arroz, Arre Burrinho que vai para o Minho, carregadinho de Cominho, e assim por diante, utilizando lugares de Portugal. A idéia era trabalhar a música localizando lugares da península Itapagipana e, em seguida, fazer as devidas rimas. Chegamos à sala do primeiro ano e Maurício logo perguntou aos alunos ”onde nós moramos?”, “que lugar da nossa cidade conhecemos?!”, as respostas foram várias: Ribeira, Fazenda Coutos, Paripe, Bomfim. É incrível, num primeiro momento quase todos estão dispersos e o professor começa a aula sem grande empolgação por parte dos estudantes, depois de algumas perguntas quase todos estão em pé, frente ao professor, querendo participar também! Após retomar seus lugares, Maurício lhes pergunta como faz um burrinho quando anda. Cada um inventa uma onomatopéia diferente, até imitam o relinchar do Burro. O professor então sugere estalos de língua, um grave e um agudo, para simular o caminhar do burrinho, todos realizam a atividade com sucesso. Maurício começa a cantar a música do burrinho, com os locais de Portugal, no meio ele canta “Arre Burrinho que vai para ... ? Carregadinho de ... ?”. Começa então a colocar espaços vazios na música, para que os alunos possam completar. Tudo vira uma festa, e naturalmente os alunos vão falando locais da cidade, assim como fizeram no começo da aula e a rima fica a cargo da criatividade (que não é pouca!), surgem mil palavras, algumas rimam, outras não.
No quadro, o professor coloca de um lado os locais da península e do outro a rima, fica assim:
Ribeira _________ Ladeira
Uruguai _________ Papai
Bate Estaca ______ Boracha
Jardim Cruzeiro___ Chuveiro
Belamita _________ Carniça
Caminho de Areia __ Poeira
Todos cantam novamente a música do burrinho, mas dessa vez a versão da turma. Para finalizar a aula cantam a música do Leitinho, mas estão muito dispersos, loucos para ir para educação física.
No terceiro C, Maurício já entra na sala pedindo para que organizem as carteiras em fileiras, acho que parte importante do trabalho docente é também instruir para a organização e ordem, sem reminiscências ditatoriais. Para mim, saber viver bem consiste em saber se organizar no tempo e no espaço com sabedoria e segurança. Enquanto os alunos arrumavam as carteiras, Maurício explicava a Géssica e a mim que, por estarmos na reta final do ano, as atividades agora estão todas relacionadas a avaliação, enquanto escrevia as primeiras observações, ouvia o estrondo causado por Maurício, que empurrava o armário de ferro localizado no fundo da sala. Perguntei se precisava de ajuda, rindo, respondeu que sim. Deu-me uma caixa com vários instrumentos pequenos e pediu para que ficasse escondida atrás do armário, tocando os instrumentos enquanto ele fazia perguntas aos alunos. Essa é uma das poucas turmas onde realmente se pode contar com o silêncio em momentos cruciais – como o momento de ouvir atentamente cada instrumento e suas mais sutis nuances. Foi muito divertido! Cada fila era uma equipe, todos concentradíssimos. Maurício perguntava-lhes sobre a duração(curto/longo), altura (fino, grosso), material do instrumento (madeira, ferro, plástico), e nome do instrumento. Eles conseguiram responder várias perguntas corretamente, e os critérios eram rígidos – ao perguntar o nome do instrumento, por exemplo, pandeiro é pandeiro e pandeirola é pandeirola. Ao perceber que ainda faltava a segunda rodada das quatro filas e só restavam dois instrumentos, resolvi experimentar fazer a “ocarina de mão” – com as duas mãos fechadas sobre a boca, tira-se um som parecido com um apito, mas mais grave. A primeira resposta nem precisou de pergunta, prontamente responderam: “é uma flauta!”, acertaram todas as perguntas que Maurício fez, menos o nome do instrumento e o material de que é feito. Na ultima fileira experimentei fazer um groove com a percussão corporal. Acertaram quase tudo, o que mais me chamou a atenção foi o momento que Maurício perguntou: “Quantos sons diferentes ela fez?” e, uma mocinha, muito segura respondeu: “TrÊÊÊêês!! Peito, estalo e palma!!”. Espertíssimos esse meninos!
No terceiro D já é mais difícil fazer esse tipo de atividade, o nível geral de concentração é mais baixo, mas a atividade foi igualmente divertida. Os instrumentos foram divididos pelas fileiras, uma com as pandeirolas, outra com caxixis e cocos, outra com ganzás e outra com chocalhos. No quadro desenha assim:
Caxixi
x
x
Chocalho
x
x
Ganzá
x
x
Coco
x
x
Pandeiro
x
x
Cada espaço com X vale um tempo, espaço sem X é igual a silêncio. Maurício rege a turma, na primeira rodada eles se atrapalham muito, mas a segunda já é bem melhor. Alguns poucos ainda se atrapalham muito, para mantê-los participando da aula, Maurício simplifica o quadro, de forma que cada instrumento toca dois tempos e pára. Treinam duas vezes com regência e uma terceira sem a regência do professor. Acertam quase tudo! “Palmas pra vocês!”, diz Maurício aos alunos. Dois segundos depois, a turma começa a dispersar. Maurício pega o violão e toca “o que é que ta escrito”, todos acompanham com os instrumentos. Ao final da música, o professor faz mais duas rodadas da leitura no quadro e encerra a aula.
No segundo ano, a atividade é relacionada a audição e rítmica. No primeiro momento eles ouvem as músicas e identificam os instrumentos que estão soando, no segundo, escutam a música e tentam andar e tocar as clavas no mesmo da música. As duas atividades são interessantes os olhos dos alunos, mas essa turma hoje estava especialmente dispersa e brigona. Assim que chegamos a sala, vários alunos exibiam suas maquetes, casas e mais casas de todos tipos, isopor, cartolina, palito de picolé, me deu saudade do meu tempo de escola. Algumas casa bem coloridas, outras com 3 andares, até mobília de isopor fizeram! É claro que nem todos tinham levado sua maquete, o que já gerava um ambiente levemente hostil. Entramos na sala e a algazarra era completa. Géssica de um lado tentava separar uma brincadeira-de-briga, e eu de cá tentava fazer com se sentassem nos lugares e fizessem silêncio. Em vão. Maurício assistia tudo de braços cruzados e cenho franzido, encostado no quadro. Depois de alguns minutos desistimos também. A Maurício esperou a turma se acalmar, explicou a atividade do dia e salientou: “Mas se vocês continuarem com essa bagunça não vai dar tempo de fazer tudo”. Dito e feito, ou melhor, não feito. Foi uma aula conturbada, ficou claro que quatro ou cinco alunos eram os grandes causadores da baderna, e o resto acaba acompanhando. Cansativo, pra fechar o dia com chave de ouro e me fazer pensar. Será que o segundo ano é melhor escolha para a prática de ensino ano que vem? A dúvida continua no ar.

Relatório de Observação Escola Santa Bárbara 04/11/2010

Relatório de Observação Escola Santa Bárbara 04/11/2010

Da-se o “start” então do processo avaliativo. O educador Maurício junto com a sua equipe inicia então o processo de averiguar quais os conhecimentos foram adquiridos e até aonde chegamos aos processos de desenvolvimento. Tudo isso é realizado de modo sucinto, e as atividades são realizadas normalmente, mas é sempre necessário trazer a memória o que os educandos (tanto de forma geral quanto individual) não conseguiram e agora conseguem executar. Verificar se houve alguma cognição adquirida, quantas músicas eles conseguiram memorizar, quais as dificuldades que existiam e as que existem agora. De uma maneira geral percebemos que as evoluções ocorreram apesar de muitas vezes parecer imperceptível.
Segue então os relatos das turmas do 3º B, 3º A e grupo 5.

3º B

Professor começa pedindo para os educandos cantarem a música “Da Maré” já explicada no primeiro semestre. Canta a música e trabalha dinâmica, pedindo aos alunos que cantem forte e fraco. Aproveitando que a professora regente da classe trabalhou formação de palavras com as silabas SA, SE, SI, SO, SU, Pediu para os alunos cantarem a música com a sílaba SA. Apenas uma aluna não cantou. Esta aluna não apresenta uma regularidade na execução das atividades. Depois o professor propõe aos alunos que cantem a música falando as silabas sendo que cada fila cantava uma silaba. Alguns alunos não executaram a atividade. Ainda para complicar mais, o professor solicitou que os alunos cantassem a música com a silaba “TRA”.
Maurício citou que “com onomatopéia é mais difícil cantar devido ao processo de alfabetização, mas as evoluções acontecem.” O mesmo mencionou que um aluno com problema de dicção com a silaba TRA hoje já apresentou uma melhora considerável.
Outro elemento trabalhado com a troca de sílaba pela letra da música é os alunos perceberem que a diferença entre melodia e letra da música.
Tânia então vai à frente por solicitação do professor para trabalhar a dinâmica da música. Em seguida o professor apenas a música “Que é que ta escrito” e os alunos começaram a cantar. Já no final da aula os alunos começaram a se dispersar e cantaram novamente “We Will Rock You”...

3º A

A música do Lixo volta então a ser ensaiada. O professor começa conversando com os alunos sobre a gravação da música que eles compuseram. Quando a música inciou todos cantaram, mas devido a dispersão por não conhecerem a música todos pararam de cantar. Fundamentalmente o que aconteceu neste dia foi o ensaio do grupo da nova música.

5º Ano

Antes que o Maurício já estivesse na sala, chegamos nós três (Eu, Tânia e Ricardo) e a recepção deste grupo como sempre é muito calorosa. Fomos abraçados por todos os alunos e então pedimos para que formassem a rodinha da amizade. Cantamos a música do peixinho variando o andamento da música. Ao cantar mais forte pedimos que cantassem com andamento mais andante. E quando foi mais presto pedimos que cantassem baixo. Tudo isso para afirmar ainda que não explicássemos de forma oral, a diferença entre força e andamento.
Depois o professor Maurício trouxe o som e começamos a hora do ouvido com uma “marchinha de carnaval”. O educador perguntou aos educandos quais instrumentos eram utilizados. Eles acertaram. Houve também um samba e um forro que o professor pediu para eles tanto identificarem os instrumentos quanto para eles dançarem no ritmo da música.
Depois disso o professor trouxe a caixinha da surpresa, na qual os educandos descobriam quais instrumentos estavam dentro da caixa o professor tocava. Após eles descobrirem isso eles tocavam os instrumentos. Além de tocar eles improvisavam com a música que estava sendo tocada por Ricardo no violão.
No final da aula todos se direcionaram ao violão para um pouco e foram embora.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Olga 05/11

Neste dia fui para o Olga na companhia de André. Chegando lá os alunos estavam do lado de fora esperando os professores. Entramos e ficamos esperando também. A professora Rita chegou e nos avisou que o Raiden não iria para o ensaio, por que ainda estava com dores no braço da tendinite.

A professora Rita tinha que fazer uma reunião com a direção, e pediu para eu e André fazermos um aquecimento com os alunos. Neste dia não havia preparado nada, pois não era o combinado, então de improviso eu ensinei a canção, Abre a roda tin do lê lê , pensando que poderia descontrair e aquecer, pelo fato de ter que imitar os movimentos criados por cada um. Mas não fluiu muito bem! A roda era grande demais, são 60 alunos, e como as idades são misturadas, alguns acham legal, outros cruzam os braços, desinteressados. E começaram a empurrar uns aos outros e até chutar. Então parei e pedi para eles criarem versos rimando no final, na canção Eu morava n’areia. Foi uma experiência e tanto! Como eu havia pedido para rimar com amar, cantar, falar, eles começaram a criar versos falando que gostavam de fumar, que queriam vazar, e até que gostavam de cheirar. Então, eu vi que o clima não estava muito calmo eu pedi para eles cantarem músicas que eles gostassem. E não deu outra, só saiu Reboleixon. Neste momento André entrou na roda e pediu que formassem uns seis grupos e propôs para cada grupo que escolhesse uma canção e apresentasse apenas com mímicas para os outros, para que eles pudessem adivinhar. Os grupos ensaiaram, e depois começaram as apresentações. Notei que eles estavam bastante agitados, qualquer atividade proposta corria o risco de ser um fiasco. A professora chegou e não deu para continuar até o final. Ela já chegou dando seus berros, até o pessoal ficar em silêncio e concentrados.

O ensaio começou. Eu fiquei com a banda, que são em média 8 alunos, e André foi atuar seu personagem. Notei a entrada de mais um integrante na banda. Este garoto era o mais bagunceiro dos 60 alunos, mas ele surpreende na percussão! Depois fiquei sabendo que ele tocava bateria na igreja.

sábado, 6 de novembro de 2010

RELATÓRIO OBSERVAÇÃO ESCOLA SANTA BÁRBARA (3º ANO A, B e Grupo 5) 04 DE NOVEMBRO DE 2010

Terceiro B:
O educador Mauricio Dória começou a aula perguntando com que sílaba começava a “Música da Maré”, as respostas se alternaram entre “na” e “da”. Anunciada a música começou a tocá-la ao violão em um volume baixo, chamando a atenção dos educandos para esse fato. Pediu que cantassem e todos cantaram de maneira moderada. Logo após pediu que eles cantassem alto, perguntando em seqüência qual das duas maneiras eles preferiam. Todos preferiram a forma suave de cantar.
Aproveitando o material para alfabetização escrito no quadro (palavras que começavam com as sílabas sa, se, si, so, su), o educador pediu que todos cantassem a melodia da música da maré com cada sílaba por vez. Todos cantaram e no fim, o educador perguntou com qual das sílabas eles gostaram mais de cantar, com a maioria escolhendo o “su”. Pediu que cantassem novamente, só que desta vez com a sílaba “Tra”, cantando os trechos da melodia separados por fila. Repetindo o procedimento só que desta vez com a letra da música. Todos se envolveram na atividade.
A educadora Tânia Vêni foi convidada por Maurício para reger a sala, repassando antes com os educandos alguns gestos pré-estabelecidos (começar e interromper o som, cantar mais forte e suave). Todos começaram a cantar e seguiram a regência de Tânia de maneira satisfatória.
Antes de terminar a aula, todos cantaram acompanhados ao violão, com muita empolgação, a música “O que é que está escrito”.
Antes, durante e depois da aula, o educador Maurício esclareceu o porquê de algumas atividades e que as aulas que se seguirão até o fim do ano serão mais avaliativas. Explicou que cantar a melodia com outras palavras que não à letra da canção, ajuda na diferenciação entre letra e melodia, sem que seja necessária qualquer explicação teórica.
Disse também, que pediu aos educandos que cantassem com o “tra” no intuito de ajudar um educando específico, pois o mesmo apresentou problemas de dicção desde a sua entrada na escola.

Terceiro A: Ensaio da musica da Reciclagem.
A aula foi basicamente o ensaio da música composta pelos educandos sobre o tema reciclagem. Música que será gravada no dia 18 de novembro. O educador acompanhou ao violão, enquanto os educandos cantavam. Durante a atividade alguns cantaram, outros conversaram, dormiram, não fizeram nada, acompanharam percutindo as carteiras, percutiram o próprio corpo, cantaram fazendo cena com microfones imaginários na mão... Foi necessária a repetição de alguns trechos que apresentaram problemas.
Em dado momento o educador reclamou que todos estavam gritando ao invés de cantar e passou a tocar o violão mais baixo, pedindo que cantassem acompanhando o volume do violão. Todos cantaram de forma mais moderada.
Devido ao atraso da merenda muitos educandos estavam desatentos e reclamando do fato, o que fez o educador encerrar a aula um pouco mais cedo.

Grupo cinco:
Chegamos (eu, Jean e Tânia) na sala do grupo cinco antes do educador Maurício e fomos recebidos com muito carinho por todos através de um enorme abraço coletivo. Formamos a “rodinha da amizade”, cantamos a “Música do Peixinho e Xique-Xique” e então Maurício chegou anunciando a hora do ouvido, que consistiu em três músicas: uma marchinha de carnaval onde após a audição foi pedido que os educandos identificassem que instrumentos estavam ouvindo. Todos falaram instrumentos ao acaso, mais baseados em sua memória do que na audição propriamente dita;
A segunda música foi um samba que fez boa parte dos educandos se levantarem e dançarem com bastante desenvoltura;
A terceira foi um “forró”, após tocar a música perguntamos qual era a diferença entre as ultimas duas canções ouvidas, os educandos tentaram verbalizar a diferença mais não conseguiram. Resumindo que uma se dançava junto e era música de São João e a outra não. Conceituamos então como samba e o “forró”.
Após a atividade, Maurício abriu a caixa de instrumentos de percussão, o que causou grande alvoroço entre os educandos. Toquei um “Xote” ao violão enquanto todos me acompanhavam com o caxixi, um educando por vez. Alguns se mostraram bem musicais acompanhando dentro do ritmo e variando o acompanhamento. Depois repetimos o procedimento com a Pandeirola. Antes de sair, mais uma vez, todos formaram fila para “tocar” o violão.

Relato Olga 04 de novembro de 2010

Estava almoçando e me preparando para o Olga quando Raiden me liga e diz que não vai poder ir, por causa de uma gripe danada que ele pegou. Ele disse também que se eu achasse melhor ir assim mesmo ele ligaria para a escola e deixaria ciente. Eu comentei com ele que a minha intenção para esse dia era passar o vídeo-documentário africano "Tudo é ritmo" que a coordenadora Flávia havia indicado o link no email, mas já que ele não iria eu achei melhor deixar pra semana que vem, e ficar em casa estudando e dando um gás nas outras coisas do PIBID. Eu tinha pensado que na sexta a professora iria corrigir os resumos do livro, aqueles do cronograma definitivo, sabe? aí passei o dia todo nisso. Eu estava gripado também, mas achei que fosse melhorar e aconteceu que sexta eu fui para a reunião na raça mesmo! E minha gripe ainda não passou, escrevo esse relatório "fungando" muito o nariz...

sexta-feira, 5 de novembro de 2010