Neste dia Davi trabalhou tanto com a turma do 3º ano quanto a do 2º ano, o nome das notas e sua altura relativa.
Nas duas turmas ele inicialmente fez uma recapitulação das últimas aulas; a origem do som, a diferenciação de um som "grosso" e outro "fino", agora já trabalhando os termos grave e agudo. Ele propôs uma analogia ao movimento do avião. Com gestos e sons, ele mostrou para as crianças que enquanto o avião está em solo o som que ele produz é grave, daí ele começa a subir e seu som vai ficando mais "fino" - agudo -, depois ele se mantém no ar e não há alteração no seu som, e em seguida, ele retorna ao solo, voltando a ter o som "grosso" - grave. As crianças interagiram bem a essa proposta, imitando de forma bem entusiasmada, tanto o movimento que o professor fazia com os braços e também o seu som. Em seguida, ele exemplificou na flauta e pediu para que as crianças tentassem identificar, depois de tocar duas notas, qual tinha sido a mais aguda e a mais grave.
No momento seguinte, ele trouxe uma surpresa que deixou as crianças bem animadas. Ele trouxe instrumentos não convencionais, didáticos, desenvolvidos especificamente para serem trabalhados os conceitos de altura, em sala de aula. A Flauta de Êmbolo, o Tubo Sonoro e o Martelo Sonoro. Apos apresentar esses instrumentos aos alunos, ele com o martelo sonoro, que é feito de plástico e em cada lado da cabeça produz um som que possui uma altura diferente, pedia para que os alunos identificassem a seqüência de grave, agudo ou então se a altura do som não tinha variado. Em seguida, cada um pode experimentar tocar para seus colegas, na mesma proposta de identificação. O Tubo Sonoro também fez muito sucesso, ele consiste em um tubo de plástico que ao se girado no ar, produz um som, que a depender da força de rotação vai produzindo sons mais agudos ou mais graves. As crianças conseguiram identificar bem a mudança de altura das notas. O mesmo foi feito com a flauta de êmbolo.
E pra finalizar, numa espécie de ginástica musical, com as notas escritas no quadro em forma de escada, ele pediu para que os alunos dissessem o nome das notas, tocando respectivamente em uma parte do corpo, de forma que, eles percebessem movimento que a escala musical possuí. Exemplo: a nota dó eles tocavam no joelho, após uma contagem de uns - dois, eles pronunciavam a nota ré e seguravam na cintura, uns - dois novamente, a nota mí e colocavam as mãos no peito e assim sucessivamente.
Em seguida, a aula foi encerrada e todos os alunos saíram em fila, organizada por tamanho, assim exigida pelo professor.
domingo, 17 de abril de 2011
Relato Carmelitana dia 13/04/11
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Atividades na Escola Carmelitana - 11 de abril de 2011
Desenhando os traços no quadro, Davi colocou uma música, para que os educandos pudessem identificar as figuras nelas contidas. No início as crianças tiveram uma certa dificuldade, mas logo foram pegando o jeito e acertando. Depois de identificadas todas as figuras, as crianças bateram o ritmo: metade da sala, bateu o motivo escrito, orientada por Davi e a outra metade de trás para frente, orientada por mim e Vitor (o estagiário).
Com a outra metade da turma não foi diferente, mas pude notar que este grupo era mais agitado e serelepe, embora tivessem menos dificuldades com os exercícios propostos.
Atividades na Escola Carmelitana - 11 de abril de 2011
O professor David pede que eu e Ricardo assumamos integralmente a manhã de aulas. O 5º ano A está dividido em duas turmas. Começamos a primeira aula de 8:40 até às 9:25h. Ricardo começou trabalhando som curto e som longo mostrando a equivalência com as figuras de valor.
Depois colocou uma audição para os alunos distinguirem as figuras de valor. Depois eu fiz a partitura sonora com gestos do corpo seguindo um pulso e um exercícios com traços longos e curtos com as figuras respectivas. Alguns alunos da primeira turma são dispersos e não participam das atividades.
Entra a segunda turma com a qual foi trabalhado o mesmo conteúdo. Essa turma participou mais e assimilou bem as atividades.
Recreio
A turma do 4º ano vai participar da mesma aula.
Com o interesse de poucos alunos foram feitas as atividades.
Atividades na Escola Carmelitana - 04 de abril de 2011
No primeiro momento não fomos para a sala de aula, pois aconteceu a apresentação o Programa Mais Educação. Os alunos que foram selecionados conheceram o projeto, que é caracterizado por oficinas nas quais as crianças passam o dia na escola: num turno eles têm de aulas e no turno oposto fazem várias atividades. É o começo da implantação da escola integral.
Depois fomos designados para assumir a turma do 5º ano A. Ricardo fez uma atividade com as propriedades do som. Ele utilizou uma música de pagode causando um grande barulho. Terminada a aula nos reunimos com o prof. David para falar do projeto do coral que será com 40 crianças de 7 a 14 anos. A seleção já terá início em breve.
Relato das observações feitas no dia 07/04/11 na Escola Estadual Santa Bárbara
Relato das observações feitas no dia 24/03/11
sexta-feira, 8 de abril de 2011
RELATO ESCOLA CARMELITANA - 04 DE ABRIL DE 2011
Houve a acolhida com as canções e as orações e quando todas as turmas foram para as suas salas ficamos (Eu e Angela) com a turma do Mais Educação.
Mais Educação
O programa mais educação foi apresentado através de slides de Power Point pela professora de artes Cristina. Os slides tinham textos simplificados, contavam com a ajuda de imagens e descreviam em linhas gerais os princípios e desdobramentos do programa Mais Educação, a saber:
Tema – Uruguai, bairro que nasceu do lixo
Título – Repense, o lixo é da gente.
Oficinas – Letramento, futebol, dança, recreação, informática e jornal escolar.
Desdobramentos – Ajuda no desempenho escolar, aprender a conviver de maneira saudável, perceber o meio ambiente, olhar para o passado do Bairro e planejar futuro, três refeições por dia.
A educadora frisou bastante que no programa há protocolos de comportamento e que o descumprimento destes protocolos pode levar ao desligamento do projeto.
5º ano A
Enquanto observávamos a explanação da educadora, a diretora chegou avisando Davi que o 5º ano A estava sem professora regente e que precisava "segurar" os educandos até o intervalo. Como eu já tinha preparado um plano de atividade para o 5º ano, aproveitei essa oportunidade e sob o consentimento do prof. Davi realizei as atividades.
Basicamente a atividade consistiu em aprofundar através da prática os conceitos de propriedades do som, que foram lidos em sala de aula pelo professor Davi na semana passada.
Comecei a atividade definindo som e silêncio, pedindo para prestar atenção ao que estavam ouvindo. Solicitei que eles fizessem barulho para depois ficar em silêncio. Chegamos a conclusão de que o silêncio não existia (pelo menos ao nosso redor), porque se desligássemos o ventilador e toda a escola fizesse silêncio ainda ouviríamos o barulho da rua!
Experimentamos no entorno sonoro, os sons graves e agudos, classificamos os instrumentos característicos de uma banda de pagode segundo o critério de alturas, experimentamos também os sons fortes e fracos, a duração dos sons. Aproveitamos o som da “marcação, surdo, 105” para cantar a música “Firme e forte” – Psirico (todos cantaram com muita empolgação). Ainda houve outra música cantada por dois educandos “Vizinho conspirador – A bronka".
Para o timbre experimentamos sons de todas as partes da sala. Também realizamos uma atividade de reconhecimento de voz, fazendo uma analogia com a voz característica de cada instrumento.
Após as atividades, ajudamos o educador Davi a passar um filme para o pessoal do 5º ano que era do Mais Educação e que teria aula no turno da tarde. Ele também apresentou o projeto do coral, que em linhas gerais pretende começar com quarenta alunos que serão selecionados entre os mais afinados e os mais comportados.
Espero não ter escrito muito e até a próxima segunda!!!
Relatório Carmelitana 06/04
Davi trabalhou as propriedades do som: ritmo e altura.
Todos os alunos entraram em fila na sala e foram sentando em suas carteiras, que estavam arrumadas em semi-círculo, um por vez. Tudo isso organizado pelo professor Davi, que além disso, exigiu que eles não arrastassem as cadeiras para sentar, mas sim levantassem as cadeiras e sentassem comportadamente.
Após uma breve recapitulação da aula anterior, Davi cantou uma música de apresentação, na qual cada aluno dava um "Boa Tarde!" e dizia o seu nome. Com uma certa timidez, um por um cada aluno foi se apresentando.
Depois desse momento, o professor explicou resumidamente sobre a origem do som, explicando que todos os lugares produzem som, e também sobre a altura do som, exemplificando com a voz do papai e da mamãe, que são diferentes, uma é mais grossa e outra é mais fina. Não foi utilizada a nomenclatura, grave e agudo.
Em seguida, ele passou a utilizar instrumentos. Dois pequenos sinos de alturas diferentes e duas flautas de bambu, também de alturas diferentes. Ele tocava um e em seguida o outro e perguntava qual tinha sido o mais "grosso" e o mais "fino", o primeiro ou o segundo? Houve muita dúvida entre os alunos. Depois com a mesma atividade ele tocava uma sequência de duas notas na flauta, e no mais agudo eles levantavam da carteira e no mais grave sentavam.
Houve depois a apresentação de sons longos e curtos. Na flauta, ele sustentava uma nota num período longo e, logo em seguida, ele tocava um som breve. E na mesma linha de raciocínio ele perguntava qual tinha sido o mais longo e o mais curto. Ele também utilizou as mãos. Com palmas ele tocava uma sequência rítmica, com 3 palmas no máximo e com sons longos e curtos, e pedia para cada aluno repetir. Depois, com um atabaque que estava no centro da sala ele pediu para cada um vir e tocar a sequência que ele tinha passado. Houve muita relutância por parte dos alunos. Alguns não quiseram ir, por vergonha, e uns dois apenas conseguiram executar a sequência corretamente.
Após essa atividade a aula foi encerrada.
Pontos a ser considerados:
1- A disposição de material didático é muito pouca.
2- Houve muita advertência por parte do professor para manter uma disciplina na aula.
3 - Uma aluna mais indisciplinada exigiu que Davi a trocasse de lugar.
4 - Muitas crianças com problema de dicção, e também, dificuldade de leitura.
Relato de Observação da Escola Carmelitana do Menino Jesus - 04 abril de 2011
Demorei um pouco em postar, mas acho que de agora em diante vou postar com mais freqüência...
O meu primeiro contato com a escola foi hoje, dia 4 de abril de 2011. Confesso que a primeira impressão foi muito boa. Embora o ambiente novo favorecesse um sentimento de apreensão e curiosidade, estava aberto para essa nova relação de aprendizado, crescimento, contribuição e troca.
O meu trajeto até chegar à escola foi um pouco conturbado porque se tratava de um lugar no qual nunca tinha ido. Apesar de ter feito uma pesquisa na internet e pego o endereço, telefone da escola encontrou algumas dificuldades. Como estou morando na Garibaldi, tive que ir andando até a Vasco da Gama para pegar o coletivo “Mirantes De Peri Peri”. Ele passou na parada de ônibus por duas vezes, porém, não parou. Eu quase desistia de ir à escola porque o horário estava avançando e conseqüentemente eu iria chegar muito atrasado. Para minha alegria passou um coletivo e parou. Além de perguntar se o ônibus passava no lugar de destino, pedi para o cobrador me avisar assim que chegasse ao local. Ele concordou, mas mesmo assim, não me dei por satisfeito. O cobrador demonstrou dúvidas quanto ao local das instalações da escola. Então, perguntei ao motorista como se chegava e ele também demonstrou dúvidas. Com tanta incerteza terminei sendo levado para as proximidades do bairro de Plataforma. Olha, não foi fácil! Tentei ligar para alguns colegas, mas não tive êxito.
Ao retornar, procurei ter certeza de que estaria pegando o coletivo certo e que chegaria ao local. Pedi informações com as pessoas que estavam no ponto e elas me informaram para pegar o Ribeira. Terminei descendo três paradas antes do local correto. Mais uma vez pedi informações e para minha alegria uma senhora disse que sabia onde ficava a escola. Disse que o filho dela havia estudado lá. Ela me orientou como chegar e me sugeriu que eu fosse andando, pois não estava muito longe. Outra senhora que estava no ponto e presenciou nosso diálogo, sugeriu que pegasse um transporte levando em consideração que não conhecia o lugar já que era um pouco perigoso. Peguei o coletivo e o motorista me deixou exatamente na entrada da Rua da Escola.
Chegando ao local, avistei uma escola cujo nome era parecido com a que estava procurando. O agente de portaria me informou que era a escola ao lado. Então, cheguei à escola certa. Confundi a entrada e por fim, cheguei ao portão principal. Demorou um pouco para ser atendido, mas isso foi bom porque pude escutar de fora como estava o ambiente. A impressão que tive foi de não estar em uma escola pública e em plena atividade pedagógica: o silêncio tomava conta daquele lugar.
Uma vez na escola, dei uma volta e pude ver que todos os alunos estavam trabalhando quietos, prestando atenção nas suas respectivas professoras. Não gritavam e nem corriam de um lado para o outro. Não se via aluno fora de sala, nem andando pelos corredores de um lado para outro.
Logo que fui recebido pelo agente da portaria e pedi que me direcionasse ao professor de musica Davi. Ao chegar à sala o encontrei com Ângela, Ricado e uma turma de aluno. O professor me disse que a turma que estava com eles naquele momento foi porque umas das professoras não perderam ir naquele dia. Então o professor solicitou a ajuda dos bolsistas. Ricardo, que representava o projeto PIBID, estava montando o equipamento de áudio e vídeo para passar um filme para os alunos. Ele encontrou algumas dificuldades nesse processo porque, depois de muitas tentativas, o equipamento não estava funcionando muito bem. Logo de início imaginou-se que fosse o próprio equipamento ou o DVD. Depois de várias tentativas foi detectado que o problema estava na rede elétrica. O que levou o professor Davi a sugerir a troca da sala. Os alunos que estavam acomodados passaram a reagir, não muito bem, ao imprevisto. Conseguimos instalar os equipamentos e passar o filme no data show, também com um pouco de dificuldades. Eles ficaram maravilhados.
Em seguida, os alunos foram convidados para fazer a refeição de meio dia. Sai de lá exatamente no meio da refeição das crianças porque precisava ir para faculdade.
No caminho tirei algumas fotos da parte externa da escola e do trajeto até chegar ao local.
Psiu!!! Colegas ainda têm fotos para postar e mais informações, mas estou muito cansado.
Vou dormir. Abraço para todos...
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Relatório de Observação na Escola Santa Bárbara dia 05/04/2011
Maurício iniciou a aula fazendo a roda da amizade, na qual as crianças já aprendem a ajudar umas às outras para organização da roda. Roda da amizade pronta, começam os trabalhos com a hora do silêncio: Maurício colocou um CD a que as crianças identifiquem os sons do dia-a-dia par. O objetivo nesse trabalho é o desenvolvimento (das crianças) da percepção dos sons. As crianças sempre ligam o som ao movimento sendo importante trabalhar isso separadamente.
Chega a hora da música de apresentação e logo os pequenos começam a cantar. algumas crianças ainda resistem e as outras ajudam cantando novamente para que esse aprendam trabalhando assim a solidariedade.
após a música de apresentação,Maurício pega duas clavas e inicia um trabalho de dicção com as crianças que aprendem a pronunciar corretamente o nome clava pois, nessa fase é comum encontrarmos crianças com dificuldades na dicção. em seguida ele inicia a percepção rítmica onde ele mostrava um ritmo e ia passando a clava um por um para que reproduzissem o ritmo ouvido.
1º ano
Maurício inicia a aula com o objetivo de ensinar uma música (qual?) para uma apresentação que eles irão fazer na Páscoa. Foram trabalhados com eles a letra da música ,depois a melodia. Foi feita também a divisão da música: a parte onde todos cantam e a parte dividida entre oas meninos e as meninas.
2ºano
A aula foi iniciada com a música do vagalume. Em seguida, Maurício trabalhou a leitura rítmica com a escrita não convencional onde ele colocou vários símbolos no quadro com durações curtas, longas e silêncio. Os alunos reproduziram o ritmo pedido e entenderam perfeitamente a duração dos sons. A parte mais interessante foi quando Maurício pediu que elas componham o ritmo que quisessem. Todos participaram na composição desse ritmo mostrando a criatividade e participação da turma.
Maurício começou a trabalhar com dinâmica nas músicas "Galinha Pintadinha" e a "Danada da preguiça" mostrando a elas o crescendo e decrescendo. Alcançados os objetivos ele deixou a turma brincar e cantar as músicas escolhidas por elas.
3º ano
A turma dessa vez estava bem comportada e foi mais fácil conduzir os trabalhos, que foi iniciado com a música das notas músicais.
Ele desenhou no quadro uma escada e colocou o nome das notas para fazer o trabalho de percepção e intervalos com a canção das notas musicais e da maré. Os alunos cantaram os intervalos sem dificuldades. Eu tinha uma visão muito diferente da forma de ser trabalhada a musicalização infantil e está sendo muito bom conhecer o trabalho de Maurício. Em todas as aulas ele pára e explica para mim e Sapoti o que ele espera com a atividade proposta e tira também as nossas dúvidas.
até mais Colegas!
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Relato 1º Encontro de Arte-Educação da Península de Itapagipe - 31.03.11
sábado, 2 de abril de 2011
RELATÓRIO OBSERVAÇÃO ESCOLA CARMELITANA DO MENINO JESUS (5º E 4º ANO A) 28 DE MARÇO DE 2011
5º ano A
Davi explicou qual era seu plano de aula e entramos na sala do 5º ano (a professora regente havia faltado então ficamos de oito da manhã até o a hora do intervalo). Ele leu os informes do programa Mais educação, que é uma tentativa do governo de manter os alunos na escola em tempo integral. Distribuímos (eu e Ângela) um texto de Bohumil Med explicando as propriedades do som e as características básicas da música e o professor leu com os educandos. Nesta atividade o professor trabalhou conteúdos de português explicando aos alunos palavras que eles não conheciam e estimulando a leitura. Passamos então ao Hino de Salvador (no dia seguinte os educandos iriam cantar o hino junto com o 4º ano no pátio da escola).
A seqüência de trabalho do hino foi a seguinte: ler hino em voz alta, declamar hino e cantar o hino acompanhado do aparelho de som.
Depois saímos da sala e fomos para o pátio para ensaiar como seria a apresentação. O educador teve que sair então pedi que os educandos cantassem o hino a capela com a regência de Ângela, depois o educador retornou e todos cantaram o hino acompanhados do aparelho de som.
O 5º ano A se mostrou uma turma participativa e de comportamento regular, o educador conseguiu desenvolver todas as atividades propostas sem muitas dificuldades. Durante o recreio dos menores que ocorre sempre antes dos maiores houve bastante barulho interferindo na aula.
4º ano A
Também houve a explicação do programa Mais educação. A atividade desenvolvida foi o Hino de Salvador, com os mesmos procedimentos descritos acima, sendo que não fomos para o pátio porque começou a chover forte. Essa turma já se mostrou mais agitada com a presença de um aluno com necessidades especiais que produziu algum barulho durante a aula e um ou outro educando mais ativo na dispersão, mesmo assim a atividade transcorreu sem maiores problemas.
Comentários
Após as aulas tivemos uma reunião com Davi onde ele nos apresentou a professora de artes (Cristiane), nos mostrou as instalações da escola (que conta com sala de informática, de música, direção, secretaria, sala dos professores, cantina, pátio). A sala de música e artes é de certa forma bem equipada, com computador, data show, retro-projetor, caixa de som e um atabaque. Também finalizamos o plano de trabalho com a orientação de Davi. Fiquei de planejar uma atividade de quinze minutos para a próxima aula, reforçando os conteúdos trabalhados no texto de Bohumil Med.
Tive uma boa impressão da escola e do trabalho do professor que se mostrou bastante compromissado com a escola e com os educandos. No entorno da escola muita sujeira e lixo depositado nos muros. Ficarei feliz se daqui para o fim do ano consigamos transformar o entorno da escola em um lugar mais agradável integrando a escola e a comunidade, promovendo a convivência e o respeito mútuo.
quarta-feira, 30 de março de 2011
Relato Carmelitana dia 30/03
Muitas expectativas e uma certa ansiedade também. Cheguei lá por volta das 14:00h, o professor Davi estava em sua hora de almoço. Dentro de 30 minutos mais ou menos ele chegou e me colocou a par do que iria acontecer durante a tarde na escola. Fui apresentado a diretora da escola, - não lembro o nome agora - que por sinal mostrou ser uma pessoa muito simpática e envolvida com as questões artísticas que são desenvolvidadas na escola. Senti disposição da parte dela. Ele me apresentou também a professora de Artes, Cristina. Ao conversar com ela, ela me falou sobre outros projetos ao qual a escola está envolvida, como: o Mais Educação, onde serão oferecidas oficinas aos alunos no turno oposto ao de suas aulas. A idéia é de permitir que o aluno fique em tempo integral na escola. A abertura desse projeto será agora no dia 04/04, pela manhã e tarde. Existe também o Projeto Sinaleira, onde jovens que trabalham em sinaleiras e por isso acabaram abandonando os estudos ou então sofrendo dificuldades para se desenvolverem normalmente nas aulas, tem uma nova oportunidade. Não estou muito inteirado desse projeto ainda. Existe ainda um projeto de abertura da escola aos finais de semana para a comunidade, com cursos de corte e costura, tricô, etc...
Mas retornando ao que foi desenvolvido hoje. Hoje foi um dia em comemoração ao aniversário de 462 anos da cidade de Salvador. Davi preparou uma apresentação com a escola toda. Foi ensaiado com os meninos o Hino da Cidade do Salvador. Os meninos do 4º e do 5º ano ensaiaram a letra toda e os demais apenas o refrão. Senti apenas um certa relutância nos meninos do Projeto Sinaleira. Davi, com muito esforço, conseguiu a bandeira nacional, a bandeira estadual e a bandeira municipal, que foi estendida por 4 alunos, cada. A idéia é de que coloquem logo mais os 3 mastros. Hino ensaiado, letra na mão, meninos e meninas perfilados, peito estufado. Por volta das 16:15h, a diretora iniciou um pronunciamento, contando um breve história da fundação de Salvador - gostei muito. Depois, Davi colocou um cd com o hino, para dar suporte a meninada. Foi muito interessante, todos cantaram bem e com entusiasmo. É verdade que alguns alunos estavam meio agitados e dispersos, principalmente o 3º ano, e existiam ainda alguns casos específicos de 2 ou 3 meninos que não obedeciam aos professores.
Mas para mim o ponto forte foi a interdisciplinaridade que rolou. Ponto este que faz parte do projeto pedagógico da escola. Ao mesmo tempo em que a música ia se desenvolvendo ali, ainda tinha a aula de Geografia, com reconhecimento das bandeiras, da nação, do estado e do munícipio e a aula de História, através do relato da fundação da cidade pela diretora. Mas o que mais me chamou a atenção foi o trabalho de desenvolvimento, já na tenra idade, de reconhecimento da cidadania. Esse talvez seja o maior fruto que eles tenham colhido nessa tarde.
No mais, conversei bastante com Davi e Cristina. Suas idéias sobre o plano de curso bimestral (Promover uma reflexão a partir do som e do ritmo, apreciando e percebendo esses valores na vida cotidiana das pessoas, elevando a auto-estima, cuidando do meio ambiente e preservando a natureza como saúde musical) e sobre o plano de trabalho dele. Percebi uma interação entre o meu plano e o dele.
Saí de lá por volta das 17:15h, com muita coisa pra contar!
Ps:. Aí vai o blog do escola, http://educarmelitana.blogspot.com/ - vale a pena dar uma conferida!
terça-feira, 29 de março de 2011
Relato Santa Bárbara dia 24/03
Bom dia amigos,
Este é o meu primeiro relato do encontro com o professor Maurício e nossa colega Ísis na Escola Santa Bárbara no dia 24/03. Não estava conseguindo postar, mas aí vai!
Minha primeira impressão foi realmente boa. Claro que a primeira mesmo foi a do portão principal que estava quebrado e o da entrada do parque que estava ameaçando cair em cima de algo ou alguém, mas isso é um detalhe que já estamos acostumados a passar por cima. O que importa mesmo é que fomos muito bem recebidos por todos. Talvez por já estarem acostumados com os “aspiras” de música circulando pela escola, não foi nenhuma surpresa para os funcionários quando perguntei onde o professor de música estava. Já me indicaram e claramente percebi que todos já sabiam quem eu era – o porteiro, inclusive, já sabia meu nome.
Apresentações preliminares à parte, cheguei na sala da direção e me encontrei com Maurício e Ísis. Não houve aula no primeiro horário. Maurício foi explicando o funcionamento de algumas coisas da escola e das turmas e, então, fomos para a aula de 8:50h do 3º ano C.
Fomos apresentados à turma e sentamos no canto da sala, junto com os meninos. O título da música que Maurício ia trabalhar já foi uma observação interessante. A idade que “se espera” que os alunos do 3º ano tenham seria exatamente o título da música a ser trabalhada, mas uma música chamada “oito anos” talvez não retrate a realidade do 3º ano no Santa Bárbara (e sabemos que não apenas lá...). Afinal de contas, diria que apenas um terço da turma levantou a mão quando Maurício perguntou quantos tinham os oito anos da música. Quando foi perguntando quantos tinham nove, dez, onze, doze ou treze os outros dois terços se manifestou. Treze, por sinal, foi um chute de Maurício talvez propositalmente alto, mas para minha surpresa um aluno levantou a mão.
Após o banho de realidade Maurício pediu que os meninos identificassem os instrumentos da música proposta e aos poucos as respostas iam surgindo. Deu para ver que a variedade de instrumentos conhecidos não era muito grande, mas isso é normal especialmente nessa idade.
Outro ponto interessante da aula foi a dificuldade dos meninos em identificarem a letra da música. É mais fácil identificarmos palavras com as quais estamos familiarizados, os meninos obviamente entenderiam a significado se nós cantássemos para eles, mas ao ouvir a gravação eles não identificaram o poema.
Após mais algumas atividades, fomos para o 4º ano. Ao entrar na sala deu pra perceber que os alunos eram mais entrosados, que a turma já se conhecia há algum tempo. Isso porque a quantidade de brincadeiras entre os meninos era muito maior e, com isso, o grau de agitação da turma também. Bom “aspira” que sou, copiei a música “Bolacha de Água e Sal” no quadro enquanto Maurício colocava a música para os meninos irem escutando. Ele tinha feito um comentário sobre o nível de alfabetização da turma e percebi que mesmo com minha letra no quadro eles, de modo geral, leram com bastante facilidade o que estava escrito.
A música foi tocada mais algumas vezes e após algum tempo Maurício pegou o violão e acompanhou os meninos, mas como a agitação da turma era maior que a anterior, as atividades iam em um ritmo mais lento, mas sem problemas maiores. Houve ainda uma pequena conversa no final da aula porque um dos alunos bateu em outro. Tudo resolvido e fomos para o intervalo.
De volta à diretoria, conversamos sobre as aulas que tinham passado. Falamos também sobre os projetos da escola e um pouco mais sobre algumas experiências de Maurício. Depois da pausa fomos para a última aula do dia, no 5º ano A.
Fomos recebidos com gritos ao entrarmos na sala e Maurício, após as apresentações iniciais, anunciou o aniversário de alguém importante e perguntou quem poderia ser. Depois de palpites incríveis como Hebe Camargo, Ana Hickman, Dilma e Lula a cidade de Salvador foi apresentada como aniversariante. As referências dos meninos já incluem Dilma Rousseff e Lula. Vou me acostumando com o amadurecimento de cada idade, é uma questão de tempo...
Ísis distribuiu a letra da música “Fome Come” de Sandra Peres, Paulo Tatif e Luiz Tatif. Ao perguntar o nome dos instrumentos da gravação percebi um maior conhecimento dos nomes e timbres. Atribuí isso ao fato da turma já ter tido aula de música nos anos anteriores com o próprio Maurício. A resposta, na verdade, nem eu mesmo identifiquei. Era um groove massa com palmas e um copo na mesa. Esse groove, inclusive, prendeu a atenção dos meninos na hora. A interpretação da letra da música pode ser mais desenvolvida pelas respostas da turma e, naturalmente, pela maior maturidade dos meninos.
Voltamos para a coordenação e conversamos um pouco sobre a manhã, nossas aspirações com o ensino de música e nosso plano de trabalho. Eu, sinceramente, ainda não tinha amadurecido a idéia de meu plano, mas como Maurício foi favorável à minha proposta inicial de trabalhar trilhas sonoras e a integração da música com outras linguagens artísticas, me empolguei um pouco mais para desenvolver algo nesse caminho.
Gostei do meu começo. Fiquei bastante feliz com o resultado e que venham as próximas semanas!
Aquele abraço!
PS: Primeiro relato é o lugar ideal para críticas e sugestões não apenas sobre o conteúdo, mas também sobre a formatação do texto para o blog!!
segunda-feira, 28 de março de 2011
Relato Carmelitana 28/03
Relato de atividades na Escola Carmelitana - 28/03/11
terça-feira, 22 de março de 2011
Eu e André chaves estivemos hoje na escola municipal Santa Bárbara para a nossa primeira observação, que não foi possível devido a suspensão das aulas por falta de água na escola.
Fizemos o reconhecimento do espaço físico e Participamos de uma pequena reunião com o professor Maurício Dórea para discutirmos o plano de trabalho, para conhecermos um pouco da realidade da escola e saber de Maurício quais eram os seus objetivos para que pudessemos a partir do parecer dele elaborar um plano de trabalho que atenda da melhor forma possível as necessidades da ecola Santa Bárbara.





