sábado, 14 de maio de 2011
Relatório Carmelitana 04/05
Relatório Carmelitana 11/05
RELATÓRIO OBSERVAÇÃO PARTICIPATIVA ESCOLA CARMELITANA DO MENINO JESUS (4º E 5º ANO A) 09 DE MAIO DE 2011
terça-feira, 10 de maio de 2011
Relato das Observações Feita no dia 04 de maio de 2011 na Escola Carmelitana do Menino Jesus
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Relato de atividades na Carmelitana 9 de maio de 2011
quarta-feira, 4 de maio de 2011
Relatório de Observações da Escola Carmelitana do Menino Jesus - 02 de maio de 2011
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Aula cancelada do dia 28/05
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Chimamanda Adichie: O perigo da história única
Acolhida e Oração. Revisão sobre som longo e som curto representado por ta e taa. Execução de uma sequência que os alunos fazem com as clavas. O professor fala do silêncio que são as pausas.Depois cada aluno faz no timbau. O comportamento é bom eles fazem todos os ritmos sem agitação. Este é o 4º ano.
Na primeira turma do 5º é feito o mesmo conteùdo mas o comportamento não é bom. Os alunos têm um pouco de dificuldade de executar a sequência.
Postado por Angela Usêda
Relato dia 26/04 na Escola Santa Bárbara
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Relato das observações feitas no dia 19/04 na Escola Santa Bárbara
Com a proximidade da páscoa o prof. Maurício teve que trabalhar com a turma uma musica referente ao tema.Primeiro se trabalhou a letra e depois a melodia.Foi tudo tranquilo mas observei que duas crianças estavam bastante agitadas perturbando um pouco a aula ,ou melhor solicitando mais atenção.Gostei da estratégia adotada por Maurício de deixar eles à vontade só chamando atenção apenas quando eles interferiam na atenção dos colegas.Ao terminar a aula a partir deste caso discutimos bastante sobre a relação dessas crianças com suas famílias ,a questão da afetividade no processo educativo e do papel do educador neste processo.Na ação educativa temos que estar sempre atentos a essas questões e pensar formas de aproximar cada vez mais a família do processo como um todo, como disse Maurício a escola é apenas um momento do dia a dia dessas crianças ,sendo que a realidade vivida fora da escola em sua maioria é bastante amarga.
1º ano
No primeiro ano também foi trabalhada uma música para a comemoração da páscoa.Após trabalhar a letra e ensaiarmos a música acompanhada ao violão, percebemos que a melodia ainda suscitava dúvidas na maioria,então Maurício propôs que a turma cantasse a música com línguas diferentes; com a língua maluca,com a língua da galinha e com vários tipos de línguas sugeridas pelas crianças ,foi muito divertido e conseguimos assim firmar a melodia correta. Ao final da aula cantamos o clássico do 1ºano ; “a sopa do neném”.interessante observar como cada turma elege seu “hit” preferido.
2º ano
Nesta turma começamos cantando a música da galinha pintadinha e a partir dai Maurício inventou uma história com a letra da musica ,em que quando a galinha ficou doente os pintinhos pegaram o telefone para ligar para o veterinário mas a linha estava ocupada - - - - - - -(suscitando os sons curtos) tentaram de novo e então o telefone chamou ------------------- (som longo).Após todos interiorizarem a diferença entre sons curtos e longos Maurício pediu que eles identificassem agora tocando no violão, depois com sons de animais ,por fim passamos a tocar os sons curtos com a clava e os longos com a voz de acordo com uma notação escrita no quadro :
_________ I __ __ __ __ I _____________I __ __ I _
Esse tipo de notação é realmente bem funcional sem perceber as crianças vão se familiarizando com a organização dos tempos ,e com representações gráficas para o som.
3º ano
No 3º ano foi trabalhada a musica “Criança não trabalha” repartindo as palavras da letra uma para cada aluno.esta foi uma forma interessante de trabalhar a noção de pulso ,pois cada um tinha que falar sua palavra respeitando o “bit” da musica.Como a musica é um pouco agitada acabou por refletir na turma e ao final tentamos cantar outra musica mais calma mas houve pouca participação.
Relato das observações feitas no dia 05/04 na Escola Santa Bárbara
Hoje cheguei um pouco atrasado. Quando entrei na sala, a turma já estava sentada na roda iniciando as atividades com o cd que Maurício trouxe para que as crianças identificassem os sons do cotidiano. Após esse trabalho de percepção, Maurício convidou a turma para cantar a música de apresentação. Esta musica é muito boa pois permite a cada criança pronunciar seu nome para todos e ao mesmo tempo escutar toda a turma cantando seu nome, o que contribui para que cada criança se perceba como parte integrante do grupo. Logo em seguida Maurício pegou um par de clavas e, aproveitando o entusiasmo deles ao ver o instrumento, trabalhou um pouco a dicção, pronunciando C.L.A.V.A passando a língua ao céu da boca ressaltando o som do L. Por fim ele passou a executar ritmos com a clava pedindo que cada um repetisse. Eles adoram o trabalho com as clavas.
Turma do 2º ano
Nesta turma quase todas as aulas que acompanhei iniciaram com a Música do Vagalume. A turma adora e sempre pede. A música realmente é muito boa pois envolve movimentos corporais, sons com a boca e divisão rítmica. Depois do ritual do vagalume, Maurício desenhou no quadro uma sequência de símbolos e associou a cada elemento desses um som escolhido pela turma. Este tipo de notação não convencional é bastante funcional: a partir dela todos puderam identificar o sons curtos e longos, agudos e graves, as variações de intensidades e um princípio rudimental de compasso. Num segundo momento a própria turma montou sua “partitura” com outros elementos e sons associados, o que permitiu uma dinâmica em que a turma pôde exercitar a conciliação de possibilidades. A atividade foi bastante satisfatória e contou com a participação de todos. Dai passamos a cantar as músicas escolhidas pela turma. Os objetivos específicos da aula já haviam sido alcançados. A partir da unânime escolha da “Galinha Pintadinha” aproveitou–se para separar vozes e na Música da Preguiça ainda trabalhamos a dinâmica.
Turma do 3ºano
Com o 3º ano o objetivo da aula foi trabalhar a noção de altura das notas e de escala. Maurício desenhou uma escada com o nome das notas e a partir da música “Dó-Ré-Mi-Fá....” iniciou o trabalho de percepção das notas: as crianças tinham que identificar se uma nota estava “subindo ou descendo a escada” ou “saltando degraus”. Durante a atividade Maurício nos chamou a atenção para a reflexão acerca da importância da questão discutida por vários teóricos da educação musical,a de que os princípios musicais devem ser primeiro vivenciados pela criança para que posteriormente tomem consciência do que foi interiorizado.
Esta manhã foi muito proveitosa para mim, aprendi muito e realmente só tenho a agradecer a atenção que o prof. Maurício nos vem dedicando, sempre discutindo conosco detalhadamente todo o processo.
RELATO DE OBSERVAÇÃO NA ESCOLA SANTA BÁRBARA 19-04-2011
O professor Maurício iniciou a aula cantando com as crianças a Música do Coelhinho da Páscoa (para a apresentação da Páscoa na escola). A idéia inicial era estimular a criatividade das crianças na composição de uma música para a Páscoa, mas não houve tempo. Ele então aproveitou a música que as crianças já conheciam. O professor tinha como objetivo trabalhar a memória musical, andamento e dinâmica. A memória musical delas é impressionante, sempre que começa uma aula, Maurício faz uma retrospectiva da aula anterior e os alunos sempre lembram do ocorrido nessas aulas. Maurício cantou a Musica do Coelhinho primeiramente sem o violão e posteriormente com o violão: ele fazia a preparação para a entrada da música e as crianças acompanharam rapidamente. Em seguida ele trabalhou com andamento e dinâmica e as crianças respondiam bem as expectativas tanto do Professor quanto as minhas e do André. Logo após, Maurício perguntou quem conhecia alguma música sobre índio (pois é data de comemoração ao índio) e logo vem a surpresa: nenhum aluno conhecia, revelando que grande parte das escolas e creches não estão trabalhando com a cultura afro-brasileira e indígena como está previsto na lei.
O professor tratou então de ensinar uma música para os pequenos, que ficaram animados e também com cara de interrogação quando ouviram a palavra cocar (enfeite de cabeça, espécie de coroa de penas de cores vistosas usados pelos índios). Maurício percebeu e logo desenhou no quadro um cocar. A reação dos alunos foi incrível: ele fizeram analogia entre o cocar e a roupa do índio, que são bem parecidos. Maurício chamou a atenção para a questão da afetividade que tem que ser feito com a turma que possui crianças com perfis bem diferentes como um menino que por sofrer espancamento em casa reflete em sala de aula a agressão que vivenciou.
1º Ano
As atividades também começaram com a Música do Coelho da Páscoa, pois os alunos iam se apresentar na festinha da escola. Eles logo começaram a cantar e Maurício trabalhou a preparação da entrada da música no violão e as crianças responderam muito bem. Em seguida o Professor sugeriu que a mesma música fosse cantada nas línguas: maluca, da galinha, do cachorro, da formiguinha, do gigante e do lá,lá,lá onde as crianças trocavam a letra da música pelo som que os bichos emitiam trabalhando assim a dicção delas. A turma pediu ao Professor que fosse cantada a música o que é que tem na sopa do neném (que eles gostam bastante por que o ritmo da música é excelente) e Maurício aproveitou e trabalhou dinâmica. Nessa turminha tem muita energia e apredem rápido sem contar que boa parte das crianças passou pelo processo de musicalização no grupo cinco.
2º Ano
Assim que chegamos, os alunos manifestaram o desejo de cantar a música do vaga-lume e assim foi feito. Em seguida o Professor cantou com eles a música do galo e como o seu objetivo com os alunos era trabalhar a duração dos sons ele começou a contar a história do amiguinho que ajudou o galo que estava muito doente. Na história esse amiguinho liga para o médico, mas o telefone está em comunicação e Maurício pede que as crianças imitem o som do telefone em comunicação. Daí ele escreveu no quadro a partitura não-convencional e a partitura (parte dela) ficou assim:
- - - - - - (tu,tu,tu,tu,tu,tu som curto do telefone em comunicação)
______,______,______( tuuu,tuuu,tuuu som longo do telefone chamando).
Eu fiquei feliz em ver como as crianças estavam envolvidas com a aula (o ambiente era vivo dinâmico) e aprendendo música com elementos que são do cotidiano delas. Maurício mostrou também o som do ventilador na sala para que eles pudessem estabelecer a diferença da duração dos sons e a próxima atividade Maurício usou o violão para que os alunos identificassem quando era tocados um som longo ou curto e as crianças aprenderam de fato numa aula bem divertida e envolvente. Após os objetivos alcançados, eles cantaram as músicas: a danada da preguiça e o que é que ta escrito na capa do gibi.
3º Ano
O Professor Maurício iniciou a aula perguntando quem conhecia alguma música do índio e a maioria não conheciam. Logo, Maurício ensinou a música do índio para a turma. Para ver como andava a memória musical dos alunos, Maurício cantou com eles a música criança não trabalha, criança dá trabalho e eles ainda faziam confusão com a letra, Maurício passou então parte por parte da música para elas lembrarem. Maurício cantou com eles mais duas músicas: A danada da preguiça e o que é que ta escrito na capa do gibi trabalhando dinâmica. Boa parte dos alunos estava participando, mas tinham alguns bem agitados dificultando o processo de aprendizagem da turma.
Até mais turma!
Relato Carmelitana 27/04/11
Hoje tive a oportunidade de assumir de forma integral todas as turmas da tarde, que para mim valeu muitíssimo a pena!
Tudo já havia sido acordado previamente com o professor Davi, pois, além do meu desejo de já começar a desenvolver algumas atividades com a turma, ele mais a professora Cristiane precisariam sair pela tarde para pesquisar alguns produtos que irão ser comprados para a escola. Além disso, culminou que o professor estava doente e de qualquer forma não poderia dar aula hoje. Juntando o útil ao agradável, coloquei a mão na massa.
Assumi uma turma do 3º e outra do 2º ano. Busquei dar prosseguimento ao trabalho que o professor já vinha desenvolvendo com as crianças, no caso, a percepção do som grave e do som agudo, além de, já começar a trabalhar o nome das notas com suas respectivas alturas e a movimentação dessas alturas proporcionada pela escala musical. Davi me orientou a trabalhar por enquanto da nota DÓ até a nota MÍ – DÓ, RÉ, MÍ – em cima também de uma canção do método de Nilsa Zimmermann, que o professor deseja trabalhar em sala de aula. A música Dó, Ré, Mi.
Desenvolvi uma atividade, retirada do livro Jogos e Brincadeiras Musicais de Alliana Daud, chamada Painel Sonoro. Esta atividade consiste em o professor desenhar vários quadrados interligados e em seguida pedir que cada aluno sugira um som (animais, objetos, fenômenos da natureza etc.), registrando cada som nos quadrados, que poderá ser desenhando ou escrevendo. A quantidade de quadrados será a mesma de alunos na sala. Depois, cada criança ensaia o som que ela sugeriu. A brincadeira consiste em pedir que os alunos se expressem de acordo com os registros do quadro, seguindo o sentido da direita para a esquerda, mas que logo depois pode ser alternado pelo professor, tanto de trás para frente, de cima para baixo, de baixo para cima e em velocidades diferentes. Acabei dando uma modificada/adaptada para a realidade que estava vivenciando ali. Interliguei os quadrados em um formato de escada e sugeri que eles me dessem sons de acordo com a altura que os quadrados estavam, fazendo aí já um link com o assunto que estavam estudando. Exemplo: o quadrado que estava mais a baixo na escada teria que ter um som mais grave e conforme os degraus iam subindo o som também ia ficando mais agudo, conseqüentemente eles teriam que apresentar um som mais agudo. As crianças se entusiasmaram tanto com essa atividade, que muitas vezes todas queriam opinar nos sons de todos os quadrados. Após essa atividade, ainda com o mesmo painel, eu substituía os desenhos, pelos nomes das notas, no caso, Dó, Ré, Mi e pedia que elas cantassem, observando a movimentação das notas na “escada”. Elas conseguiram ir muito bem, houve um pouco de dificuldade entre uma ou outra criança, mas no geral elas conseguiam cantar as notas, sem muita afinação é claro, bem. Agora realmente, pude observar uma certa fascinação no olhar delas, quando tirei meu violão do soft-case e comecei a tocar e cantar para que elas conseguissem perceber corretamente a afinação. Era um silêncio geral na sala, sem precisar pedir, todas ficavam vidradas no som do violão. Claro que inicialmente com um certo espanto de estar vendo aquele instrumento em sala de aula. Surgiam interjeições como: - “Olha, um violão!”, ou muitas risadas de empolgação com um “Que legal!” e “Deixa eu tocar!”. Após eu tocar e cantar, pedia para elas cantarem enquanto eu acompanhava ao violão e em seguida, escrevendo as frases da canção Dó, Ré, Mi, todos cantaram enquanto eu acompanhava. E ao final do soar do último acorde da canção, elas próprias teciam uma forte salva de palmas da forma mais natural possível.
A meu respeito, como qualquer primeira experiência, fui movido previamente de expectativa, anseios de que tudo desse certo. Procurei utilizar as minhas observações como norteador, mas não pude deixar de imprimir o meu jeito de ser na aula. Deixei as crianças um pouco mais livres que o habitual. É verdade que com isso utilizei um pouco mais da voz, mas conseguir sempre desenvolver o que tinha pretendido. Sempre tentei demonstrar afeto, mesmo que num momento de “bronca” que eram inevitáveis. É perceptível como elas são ávidas por carinho. Um sorriso generoso já as conquista. Pude observar que com isso conseguimos admiração e conseqüentemente respeito delas. Busquei mostrar que o professor é muito mais que aquele que ensina uma certa disciplina, mas também aquele que acolhe, que dá carinho, principalmente em crianças que por muitas vezes não encontram isso em casa.
Saí de lá no fim da tarde um pouco rouco e cansado mas com uma satisfação que não se explica com palavras, só quem é professor/educador para entender.
terça-feira, 26 de abril de 2011
Relatório Carmelitana 20/04/11
segunda-feira, 25 de abril de 2011
RELATÓRIO DE OBSERVAÇÃO PARTICIPATIVA NA ESCOLA CARMELITANA DO MENINO JESUS (4º E 5º ANO A) 25 DE ABRIL DE 2011
Relato de atividades no Carmelitana, 25 de abril.
Relato de A. C. na Escola Carmelitana 15 de abril de 2011
A diretora iniciou a reunião ressaltando a importância da leitura nas aulas independentemente da disciplina estudada, tanto o exercício da leitura pelos alunos quanto ouvir o professor ler na sala. Os professores relataram suas experiências com leitura nas aulas e as idéias que já estão pondo em prática para o desenvolvimento dos alunos nesta área.
O Professor Davi expôs a necessidade de envolver os alunos no momento da acolhida no início das aulas e a importância dos alunos compreenderem o motivo de cada música que está sendo cantada, seja algum Hino ou o Pai Nosso (Músicas que são utilizadas na acolhida). Ele conversou também a respeito das conversas com os alunos com o objetivo de conscientizá-los de que a escola é da comunidade e que todos têm a responsabilidade de cuidar dela.
Os professores compartilharam uns com os outros os problemas dos alunos com necessidades especiais e os que são peraltas. Foram relembradas as datas das avaliações e que em seguida destas virá a elaboração do Projeto Político Pedagógico da escola.
Por fim, foi detalhada a organização da festa da Páscoa.
Relato Escola Carmelitana - 08 de abril de 2011
Enquanto ele fazia esta atividade, pude observar a disciplina com a qual ele se relacionava com as crianças. Inicialmente isso causou um grande impacto em mim por não estar acostumada com este tipo de abordagem, em virtude das experiências prévias antagônicas.
Passado o primeiro choque comecei a refletir sobre a forma de condução do professor Davi e a compreender que havia um resultado imediato e outro que acredito venha a ser obtido em longo prazo. O resultado imediato é a realização das aulas com qualidade e o resultado a longo prazo é a disciplina que os alunos passam a exercitar na própria vida por observarem que a ordem traz seus benefícios. Uma das questões focadas nesta forma de condução é o fato de que muitas dessas crianças desconhecem qualquer tipo de limite em suas residências e ingressam na escola com hábitos inadequados para a convivência em grupo, desestruturando a turma e impossibilitando a conclusão com êxito das atividades.
Na segunda atividade, que foi feita em roda no tatame no centro da sala, o professor colocou um cd com a história dos três porquinhos para as crianças escutarem. Essa atividade foi antecedida por uma música acompanhada por gestos que ressaltavam a importância do silêncio preparando os alunos para a história que seria ouvida em seguida.
Depois que os alunos ouviram a história, o professor contou-a novamente pedindo a participação dos alunos com o objetivo de perceber até que ponto eles estavam atentos. Todos participaram complementando os pedaços da história que estavam faltando. Em seguida, para finalizar, Davi colocou um cd com música instrumental e fez movimentos para serem imitados pelos alunos marcando pulso, exercitando o corpo e experimentando a música de forma lúdica.
quarta-feira, 20 de abril de 2011
(Grupo 5, 1º, 2º e 3ºano)
Grupo 5.
o Professor Maurício iniciou a aula cantando com os pequenos a música do coelhinho da páscoa que eles tinham aprendido com a professora deles. A idéia inicial de Maurício era de compor com as crianças uma música da páscoa, mas, não houve tempo. eles irão apresentar na festinha da escola.essas crianças tem uma memória musical muito boa o que facilitou os trabalhos. nessa música ,Maurício trabalhou com a dinâmica, o andamento e a preparação para a entrada da música no violão e eles responderam rapidamente.em seguida, em homenagem ao dia di Índio maurício perguntou quem conhecia alguma música de índio e nenhuma das crianças sabiam isso revela o não cumprimento da lei no programa educativo dessas crianças. a maioria delas vinham de creches onde não foi trabalhado com elas a culturaindígena e afro-brasileira como está no programa.Maurício ensinou a música do índio e eles aprenderam muito rápido e fizeram o acompanhamento com palmas.
RELATÓRIO OBSERVAÇÃO PARTICIPATIVA ESCOLA CARMELITANA DO MENINO JESUS (4º E 5º ANO A) 11 DE ABRIL DE 2011
Após a acolhida com as canções e as orações o professor Davi nos explicou que um monitor do programa mais educação havia faltado, ficando ele responsável pela substituição e que precisaria que nós (Eu e Ângela) déssemos as aulas do 4º e 5º Ano. Para isso ele nos entregou seu plano de aula que previa o trabalho do conteúdo Duração.
5º Ano
A aula do quinto ano começou comigo relembrando alguns aspectos característicos do som como altura, intensidade, timbre e duração. Enquanto falamos de duração escrevi no quadro traços curtos e longos e muito longos e pedi que os educandos interpretassem cada sinal de acordo com a duração (traços curtos = sons curtos, traços longos = sons longos). Todos conseguiram realizar com a boca os sinais que fiz com que durassem respectivamente um tempo, dois tempos e quatro tempos (percepção de dobro e metade). Entendida a duração dos sinais, pedi que levantassem e dividi a turma em três grupos cada um repetindo um sinal, com pés (pulso/semínima), palmas (dobro/mínimas) e bater na mesa (semibreve). Escrevi os símbolos das figuras no quadro e expliquei que assim como as letras do alfabeto representam sons e que juntas representam significados, a música também tinha o seu código escrito. Após a explicação escrevi no quadro uma seqüência de figuras retiradas do livro “Música, a arte de ouvir – percepção rítmica” Adamo Prince. Exemplos 1 e 2. Pedindo que os educandos repetissem com palmas acompanhando o áudio do cd, as figuras escritas no quadro. Todos conseguiram sem muitas dificuldades repetir a duração das figuras.
Terminada a atividade idealizada por Davi, Ângela começou a atividade dos números de Schafer, com números de um a quatro representados aleatoriamente no quadro com cada um representando um som e uma duração. Os educandos realizaram a atividade e alguns tiveram dificuldade em realizá-la sem interrupções.
Para a segunda turma do 5º ano A e para o 4º Ano A, a aula foi praticamente a mesma com ligeiras variações. O que ficou claro é que os educandos da Carmelitana demonstraram bastante disposição e facilidade de aprendizado para a aula de música e seus conteúdos.segunda-feira, 18 de abril de 2011
Encontro de Arte Educação de Itapagipe - 14/04/11
Relato atividades na Escola Carmelitana - 18/04/11
domingo, 17 de abril de 2011
Relato Carmelitana dia 13/04/11
Neste dia Davi trabalhou tanto com a turma do 3º ano quanto a do 2º ano, o nome das notas e sua altura relativa.
Nas duas turmas ele inicialmente fez uma recapitulação das últimas aulas; a origem do som, a diferenciação de um som "grosso" e outro "fino", agora já trabalhando os termos grave e agudo. Ele propôs uma analogia ao movimento do avião. Com gestos e sons, ele mostrou para as crianças que enquanto o avião está em solo o som que ele produz é grave, daí ele começa a subir e seu som vai ficando mais "fino" - agudo -, depois ele se mantém no ar e não há alteração no seu som, e em seguida, ele retorna ao solo, voltando a ter o som "grosso" - grave. As crianças interagiram bem a essa proposta, imitando de forma bem entusiasmada, tanto o movimento que o professor fazia com os braços e também o seu som. Em seguida, ele exemplificou na flauta e pediu para que as crianças tentassem identificar, depois de tocar duas notas, qual tinha sido a mais aguda e a mais grave.
No momento seguinte, ele trouxe uma surpresa que deixou as crianças bem animadas. Ele trouxe instrumentos não convencionais, didáticos, desenvolvidos especificamente para serem trabalhados os conceitos de altura, em sala de aula. A Flauta de Êmbolo, o Tubo Sonoro e o Martelo Sonoro. Apos apresentar esses instrumentos aos alunos, ele com o martelo sonoro, que é feito de plástico e em cada lado da cabeça produz um som que possui uma altura diferente, pedia para que os alunos identificassem a seqüência de grave, agudo ou então se a altura do som não tinha variado. Em seguida, cada um pode experimentar tocar para seus colegas, na mesma proposta de identificação. O Tubo Sonoro também fez muito sucesso, ele consiste em um tubo de plástico que ao se girado no ar, produz um som, que a depender da força de rotação vai produzindo sons mais agudos ou mais graves. As crianças conseguiram identificar bem a mudança de altura das notas. O mesmo foi feito com a flauta de êmbolo.
E pra finalizar, numa espécie de ginástica musical, com as notas escritas no quadro em forma de escada, ele pediu para que os alunos dissessem o nome das notas, tocando respectivamente em uma parte do corpo, de forma que, eles percebessem movimento que a escala musical possuí. Exemplo: a nota dó eles tocavam no joelho, após uma contagem de uns - dois, eles pronunciavam a nota ré e seguravam na cintura, uns - dois novamente, a nota mí e colocavam as mãos no peito e assim sucessivamente.
Em seguida, a aula foi encerrada e todos os alunos saíram em fila, organizada por tamanho, assim exigida pelo professor.