segunda-feira, 18 de junho de 2012

Suando a camisa... E os neurônios para aliviar a consciência...


Esta semana não teve aula de música na Carmelitana, estávamos fazendo os preparativos para o desfile que ocorrerá no Dois de Julho. Davi, sem dúvida era o que estava mais entusiasmado; em algumas aulas anteriores ele já havia esboçado o que iria fazer e me falava de suas felizes lembranças do que foi o desfile do ano passado os gritos de guerra, os episódios de rivalidade saudável entre as bandas que desfilavam na rua em meio a muita gargalhada. Também percebi nele uma demonstração de preocupação com a mensagem que a escola iria passar para o povo e, principalmente para os governantes.
 Logo quando cheguei, havia um desenho no quadro da sala de música, onde estava representada graficamente a ordem com que as alas iram desfilar, Davi e Cristiane (também integrante da coordenação) tentavam de todo jeito reaproveitar os materiais já utilizados no ano passado e assim, muita caixa pra cá, fita para colar aqui, penas de índio para fazer “cocá” de lá com cola quente... Enfim, muito trabalho pra fazer. Apesar de todo o desgaste, e muita poeira, confesso que era muito gostoso aquele momento e pude ficar ainda mais feliz quando Cristiane disse que, exclusivamente naquele dia, eu era muito bem vinda na escola, pois estava sendo útil no trabalho da preparação do desfile. Apesar de ter ouvido isso, tenho plena consciência de que não estava nada mais do que cumprindo a minha missão de aspirante á docência que também inclui sentir na pele todo o trajeto que um bom professor deve percorrer para de fato alcançar aquilo que é a meta da educação: Educar a sociedade de todas as maneiras para formar pessoas de bem.
Encerro meu curto relato, lembrando do momento em que estávamos preparando esteiras para serem carregadas em rolos pelos meninos fantasiados de escravos. Na hora de “testar a fantasia chamamos um garoto, ele marchou interpretando o papel e Gritando para todos os cantos da escola carmelitana: LIBERDADE! LIBERDADE! LIBERDADE! Eis aí o Grito inocente da futura geração de nosso país. Camisa Suada, Dever Cumprido...

domingo, 17 de junho de 2012

Ritmos com o corpo e copos


          A aula na turma do 3º ano A começou com o professor Maurício fazendo com a turma relembrasse uma canção apresentada aos alunos em aulas passadas. O professor fez algumas perguntas e associações a cerca da letra da música e quando a turma lembrou todos cantaram juntos, “Canarin d’Alemanha quem matou meu curió?”. Depois de cantar a música Maurício deu inicio a primeira atividade, ele propôs que a turma executasse um ritmo simples com palmas e batidas de pé no chão, mas esse ritmo deveria ser executado em sequência, fila por fila. Os alunos não conseguiram realizar a atividade da maneira que o professor pediu então, Maurício mudou de plano, agora todos deveriam fazer juntos. O resultado foi bem melhor. Alcançado o objetivo, o professor passou a sugerir novas combinações escrevendo-as no quadro em forma de sinais não-convencionais para que a turma executasse. Para entreter mais a turma Maurício fez uma competição entre as filas. Em seguida ele precisou sair da sala e deixou nós (bolsistas) no comando da turma, Joabe criou mais uma combinação e fizemos outra competição antes do fim da aula.
            Na aula da turma do 3º ano B, o professor iniciou arrumando a sala em semicírculo e passando um vídeo para a turma assistir, um vídeo da Palavra Cantada da música “Sopa”. Depois de todos assistirem Maurício demonstrou a atividade para os alunos junto conosco (bolsistas). Em seguida todos realizarem juntos com certa facilidade. Por fim Maurício escreveu uma combinação de sinais não-convencionais no quadro para que a turma executasse o ritmo desejado por ele.
            Na sala do 4º ano A a atividade foi jogo de copos. A sala foi rapidamente disposta em semicírculo e Maurício me convidou para fazer a demonstração junto com ele para a turma. Depois de demonstrada a atividade, o professor dividiu a turma em pequenos grupos e nos delegou a missão de nos revezar orientando os grupos. No fim Maurício pediu que a turma realizasse o jogo de copos no ritmo de uma música que ele colocou (com o andamento mais rápido que o habitual), mas não conseguiu um bom resultado.
            A última aula do dia foi na sala do 4º ano B. A atividade foi a mesma realizada na turma anterior, porém os alunos conseguiram se sair melhor que os anteriores.
            Duas atitudes do professor ajudaram no sucesso das atividades do dia, a primeira foi a mudança de estratégia na aula do 3º ano A e a segunda foi a divisão das turmas de 4º ano em pequenos grupos e a divisão dos bolsistas na supervisão dos alunos.

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Preparativos para o 2 de Julho

Data:11/06/2012


Hoje não houve aula de música na Escola Carmelitana do Menino Jesus. Tendo em vista a proximidade das férias dos alunos, começamos a preparar os instrumentos para o 2 de Julho. Neste dia eu, o estagiário Alan e Tiago; estivemos na escola para auxiliar o professor Davi, a fazer o levantamento dos instrumentos de percussão que precisavam de reformas. Após este serviço nos reunirmos com o professor Davi para discutir como seria a participação do PIBID música no desfile do 2 de Julho na cidade de salvador junto com a Escola Carmelitana do Menino Jesus.

Conhecendo o violão

Data:04/06/2012


Nesta aula o professor Davi pediu que eu levasse para a sala alguns vídeos dos instrumentos estudados na aula anterior. Para os alunos irem conhecendo os timbres desses instrumentos.

  • Piano
  • Violino
  • Flauta
  • Trombone, Trompete, Tuba
  • Pandeiro
  • Bateria
  • Guitarra
  • Violão

A mídia DVD que levei com os vídeos não funcionou no aparelho da escola, então fizemos outra atividade, onde os alunos tiveram contato com violão, já que os alunos haviam ouvindo o som do instrumento e visto uma foto do violão no computador.
Antes de mostrar o violão para o grupo, cantamos a canção “Atirei o pau no gato”. Feito isso eu e o professor Davi explicamos as particularidades do violão como o som é produzido.
Continuando as atividades cada aluno foi até a frente da sala e tocou violão enquanto os outros ouviam. Todos os alunos tocaram o violão.
Continuando as atividades o professor Davi ensinou uma nova canção para o grupo “Animais musicais”. Através desta canção os alunos tinham fazer os movimentos onde cada animalzinho da canção tocava um instrumento.
Com esta música o professor enfatizou as dinâmicas musicais estudadas pela turma forte e piano.
Com esta canção o professor explorou os movimentos corporais, e o espaço da sala de aula, pois os alunos cantaram a canção caminhando pela sala.
Terminando a aula os alunos cantaram a canção de termino da aula.

Neste dia o professor Davi e eu além de ministrar a aula de música, fomos auxiliar outra professora na cozinha da escola, pois havia faltado um funcionário. Para que os alunos não ficassem sem o almoço fomos ajudar no preparo do almoço. Apesar do trabalho extra, nos divertimos muito.

Isso me faz refletir sobre o papel do professor na escola, sei que não é função do professor ir até a cozinha preparar o almoço dos alunos, mas um professor dedicado não se preocupa só com a sua aula e sim com a escola como todo. Tenho trabalhado com professores super dedicados na escola carmelitana.

Bandinha Rítmica

Data: 28/05/2012


O professor Davi iniciou a aula com cantando uma música de boas vindas junto com a turma. A canção tinha como tema o relógio.  Através desta canção o professor explorou os movimentos corporais do grupo.  Os alunos tinham que cantar e realizar os movimentos demonstrados pelo professor.
  • Hora de acordar
  • Hora de estudar
  • Hora do almoço
  • Hora de dormir
O professor sempre bem humorado, vendo que a turma tinha acabado de chegar à aula sempre estimulava o grupo a cantar a canção e realizar os movimentos.  Enquanto a canção era cantada o professor ia acompanhava o grupo tocando teclado.
Continuando a aula o professor fez uma revisão dos instrumentos já estudados.
O professor perguntou ao grupo quais instrumentos que eles haviam visto nas aulas anteriores? Como alguns tiveram dúvida no nome dos instrumentos. O professor fez uma atividade com uso da mímica. O professor imitava que estava tocando um determinado instrumento que o grupo já conhecia, e os alunos tinham acertar que instrumento o professor estava imitando. Nesta atividade também participei junto com o professor, fazendo mímicas.
Os instrumentos revisados na aula foram:

  • Pandeiro
  • Reco-reco
  • Maraca
  • Triângulo
  • Chocalho
  • Ganzá
Após a revisão o professor entregou os instrumentos para o grupo, e ensinou a canção “LEONOR”. A canção foi executada pelos alunos, o professor acompanhou o grupo tocando teclado. No refrão da canção todo o grupo tinha que tocar os instrumentos. Através desta canção o professor enfatizou os sinais de dinâmica forte e piano. Eu colaborei com a atividade indicando o momento do grupo tocar o instrumento.
Continuando a aula o professor Davi mostrou para a turma um programa de computador com a foto e som de alguns instrumentos musicais.

  • Piano
  • Violino
  • Flauta
  • Trombone, Trompete, Tuba
  • Pandeiro
  • Bateria
  • Guitarra
  • Violão
Terminando a aula o professor cantou junto com a turma a canção para finalizar a aula.
Nesta aula a atividade da bandinha rítmica foi bem recebida pelos alunos. Com esta atividade o grupo pode vivenciar através da música como funciona o aspecto coletivo em um grupo musical.
O grupo está progredido a cada aula.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Leitura nota 10


0bservação Santa Barbara  12/06/2012

Turma do segundo ano
     O professor iniciou a aula formando duplas para poder aplicar a atividade. As duplas tinham que tocar o instrumento grave (alfaia) e agudo (caixa) lendo suas figuras correspondentes no quadro. O professor apontava no quadro e os alunos tocavam de acordo com a figura. Logo depois, foi feito uma relação entre sons longo, curto, grave e agudo. Utilizando uma flauta, foi feita a brincadeira do morto vivo com a relação:

Morto=grave
Vivo=agudo
   
   Portanto, Percebi que os alunos tiveram facilidade na realização da atividade, já que praticamente todos executaram com perfeição a leitura das figuras no quadro. Acredito que no decorrer das aulas eles possam assimilar melhor a junção da duração com a altura das notas.

Palma pega & passa...


A nossa 1° observação do mês de junho iniciou-se na turma do 3°A com a recapitulação da última canção trabalhada ( Canarinho da Alemanha)e juntos cantamos.

A 1° atividade do dia foi marcar o tempo:
As filas 1,2,3,4 e 5 deveriam executar sequencialmente a atividade. Ensaiamos com cada fileira mas o resultado não foi muito satisfatório, então, a estratégia adotada foi fazer todos ao mesmo tempo e assim obtivemos um bom resultado.

Aumentando o nível de dificuldade fizemos:
I  I  □ □  ∆ ∆  □ □
Onde: I = Palma, o □= Pé e o ∆= estalo de língua

Logo acrescentamos * como estalo de dedo ficando:
I  I  □ □  ∆ ∆  □ □ *
E então fizemos uma disputa entre as filas.
Em seguida Maurício deixou a turma conosco e Joabe criou a fórmula:
□ □ *□ □  I  □ □  ∆

E uma nova disputa foi realizada com muito esforço. RS
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Na turma do 3°B arrumamos a sala em semicírculo e os alunos assistiram o vídeo TA TARA TA TA com a canção ‘’sopa’’. Fizemos uma roda em pé e executamos a atividade sem nenhum empecilho. No quadro Maurício expôs para os alunos uma possível escrita para a atividade que eles executaram.
II □□□□□ I □∆□∆ II
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No 4° A fizemos uma nova arrumação em semicírculo para um novo jogo de copos.

Na frente da sala, Vitor demonstrou com o professor Maurício a atividade a ser realizada.

PALMA, PEGA E PASSA, PALMA, PALMA, PEGA E PASSA ( PAUSA) e novamente.

No chão o professor  faz seis grupos em círculo a fim de obter maior desempenho dos estudantes e perder menos tempo. Nós (os bolsistas) nos revezamos para observar e instruir cada grupo e o resultado começa a aparecer. Ao fim, o professor coloca uma música e eles tentam acompanhar num ritmo mais rápido, porém sem êxito.
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Na turminha agitada do 4°B Maurício começou conversando com eles, pedindo bastante atenção na atividade e que não se repetisse a situação apresentada no último post.
Os estudantes ouviram a música ‘’ Arre burrinho’’, novos círculos foram formados no chão. No início houve um pouco de falta de colaboração mas logo os copos foram distribuídos e a atividade do PALMA, PEGA E PASSA, PALMA  PALMA , PEGA E PASSA ( pausa) foi executada sem grandes problemas  inicialmente sem a música e depois com a música.
Para o êxito das atividades dos copos foi muito bem vinda a ideia de separar a turma em vários círculos aproveitando os porfessores bolsistas que estavam na sala.






sexta-feira, 8 de junho de 2012

Conhecendo intrumentos


 Observação do dia 05/06/2012 

Turma do segundo ano
Mauricio deu continuidade a atividade da aula passada incluindo os sons graves e agudos. Foi utilizado um teclado para execução das notas e os alunos tinham que fazer a relação entre grave, agudo, curto e longo. No final da aula, foram chamados alguns alunos individualmente ao quadro para escrever a duração e a altura dos sons tocados.
  Notei que alguns alunos confundem grave com longo e curto com o agudo. Contudo, Acredito que com o decorrer das aulas, eles tendem a assimilar as propriedades do som.

Turma do primeiro ano
Iniciamos a aula perguntando sobre o vídeo da aula passada que fala sobre instrumentos do  forró.Os alunos falaram sobre o garotinho que tocou sanfona e da música Asa Branca de Luiz Gonzaga.Mauricio levou e passou o triangulo individualmente para que os alunos tivessem o contato com instrumento.No final da aula, tocamos alguns forros com o triangulo, teclado e violão.
 Pude observar que nessa turma os estudantes curtem bastante a aula de música. Acredito que podemos utilizar esse interesse para o desenvolvimento musical destes alunos.

 



quinta-feira, 7 de junho de 2012

Relato Santa Bárbara 05/06 - A doçura de uma canção

2° ano

O professor Maurício começou a trabalhar nesta turma alturas (grave e agudo), dando seguimento ao trabalho com as propriedades do som. Após os alunos já conseguirem identificar a diferença entre um som longo e um curto, agora é a hora de reconhecer a diferença entre um som grave e um agudo. Ele utilizou um pequeno sintetizador, além daquelas peças de madeiras já usadas nas últimas aulas. A peça mais grossa representava o som grave, enquanto a mais fina representava o som agudo. Eu e Rodrigo íamos tocando nota por nota e eles iam tendo que identificar e marcar com a peças se o som tinha sido grave ou agudo. Obviamente, Maurício, antes disso, elucidou a diferença de um som para o outro, mostrando que o som grave é um som pesado, grosso, e o agudo é fino e mais claro. Tocávamos nas extremidades do teclado para que eles pudessem identificar bem as diferenças. Feito isso, com muito esforço, pois a turma é extremamente indisciplinada e por isso necessitou de muito impacto vocal nos alunos por parte de Maurício, passamos para identificar os dois elementos de uma vez só. Fazíamos, por exemplo, um som longo e agudo ou um som curto e grave e eles iam tendo que identificar o som com esses dois elementos. Feito isso, nos despedimos e fomos para a turma do primeiro ano.

1° ano

Nessa turma, inciamos perguntando se eles lembravam do que tinha sido feito na última aula. E muitos recordaram sobre a zabumba e Luiz Gonzaga. Maurício os apresentou o triângulo e todos ficaram fascinados. Após o professor mostrar como se toca o instrumento, ele foi passando de um a um para experimentar. Curioso observar foi que muitos deles tocaram com jeito o instrumento, mostrando o desembaraço com os aspectos rítmicos que nos baianos temos. Considerando que - assim eu acho - o triângulo não é um instrumento tão fácil de se executar.  Depois, Maurício mostrou uma canção nova para eles, a canção dos Anõeszinhos, que referencia bem a diferença entre som agudo e grave, pois uma parte fala dos anõeszinhos e a canção é mais aguda, depois fala de um gigante e a melodia se torna mais grave. Eles adoraram a canção, cantaram, e marcaram o pulso pela sala. Ao final, Maurício perguntou qual música eles queriam ouvir, e eles escolheram uma canção chamada Maré, da Cecília Cavalieri.  Foi um surpresa muito grata para mim, pois a canção é extremamente calma, melódica, e fez com que até alguns alunos dormissem. O clima ficou lindo. Gostei muito da canção. Após isso encerramos a aula num clina terno.

segunda-feira, 4 de junho de 2012

O que é que tem na sopa do nenen?


Para aproveitar melhor o tempo as atividades do 3° A começam com uma roda formada ao redor das cadeiras sem precisar tirá-las do centro, e numa dinâmica já conhecida o professor pede que, seguindo o seu exemplo, cada criança diga o seu nome ao passo que emite algum som com o corpo levando em consideração o número de sílabas.

Na sequência vimos o vídeo da canção ``Sopa`` do grupo palavra cantada e observamos a atividade proposta com as palmas. Ao final do vídeo o professor pede que os alunos repitam o exemplo após a sua execução para que logo formássemos uma roda e executássemos a atividade. No príncipio havia dispersão e algo de dificuldade mas aos poucos essas dificuldades foram se dissolvendo. O meu parceiro da esquerda tinha muita dificuldade em executar o exercício mas com algumas sugestões como falar o que estava fazendo (palma, mão, palma, mão..) fizeram com que ele memorizasse até o final da atividade.

Na turma do 3°B, começamos com a mesma atividade da turma anterior fazendo o passo a passo para que no momento em que a música fosse colocada a realização fosse mais natural. Concluída a atividade cantamos com os alunos `` O xote das meninas`` com Pedro Mutti ao violão embora as crianças só tivessem aprendido com a professora o refrão (Ela só quer, só pensa em namorar). Dentro do embalo da música foi pedido que marcassem o tempo usando pés e mão ( em momentos diferentes). A atividade foi concluída com êxito e passamos para a próxima turma.

No 4° A afastamos as cadeiras para que pudéssemos forma uma grande roda no chão e fazer uma atividade com os copos. Os copos foram distribuidos um a um para a pessoa ao lado até que todos tivessem um copo em mãos. A atividade consistia em passar o copo para o colega ao lado, todos no mesmo tempo, em um compasso quaternário ( 1,2,3 e passa). A segunda parte da atividade utilizava um compasso ternário e deveríamos fazer: palma, pega ( o copo) , e passa. E para dificultar um pouco mais cantamos no tempo de 3 a canção: Viva eu, viva tu, viva o rabo do tatu. Vi(palma) va (pega) eu (traz o copo pra perto, Vi (palma) va (pega) tu (passa). Aos poucos alguns alunos foram desistindo da brincadeira e entregando os copos. Mauricio permitiu que isso acontecesse talvez com o intuito de atingir a sua meta sem ter na roda alunos que não estavam com vontade de participar, mas ao final chamou a atenção de todos falando da importância da atividade realizada em conjunto. Ao perguntar porque eles saíram da roda, alguns disseram que a brincadeira não saia do lugar e o professor pontuou: enquanto eles não se dedicassem para realizar a tarefa com precisão precisariam que repetissem até que aprendessem.

domingo, 3 de junho de 2012

"Ta tará tatá"



Nas turmas de 3° ano A e B o professor Maurício desenvolveu a mesma atividade. Assistiram ao vídeo com a música “sopa” para dar exemplo de como executar a atividade com palmas. Depois foi feita uma roda para a execução da atividade, que em sua primeira etapa eram batidas de palmas “ta tará tatá” e na segunda etapa era em dupla, com o encontro de mão direita, mão esquerda e palmas “ta tará tatá”.

 

As turmas de 4° ano A e B continuaram com os jogos de copos. O 4° ano A desenvolveu a atividade da aula proposta pelo professor. Observamos (bolsista) que no 4° ano B há um desvio de atenção muito grande e abandono da atividade por grande parte da classe. Maurício não se opôs nenhum momento a essa atitude para que no final da aula pudesse ter uma conversa com todos. Perguntou se a aula era chata e o porquê da falta de motivação para executar as “brincadeiras” e responderam que a aula estava chata por conta da repetição da atividade de passagem de copos. O Professor respondeu com a pergunta “se a professora das outras matérias avançava com o conteúdo sem que os alunos  o dominasse”, eles responderam que não. Explicou que com a matéria de música era da mesma forma e que ele não poderia avançar sendo que a turma não tinha ainda captado o conteúdo.

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Relato Santa Bárbara 29/05 - São João chegando

Nesta terça não houve aula para os alunos do grupo 5.

2° ano

Nesta turma Maurício deu seguimento ao exercício de sons longos e curtos. Rodrigo tocou sons no saxofone enquanto os alunos iam marcando com as peças de madeira. Praticamente todos os alunos conseguiram identificar corretamente os sons. Na próxima aula Maurício nos falou que ira começar a trabalhar altura com eles, (grave e agudo).

1° ano

Já no primeiro ano cantamos uma canção no início da aula, sempre com toda a turma muito empolgada. Maurício colocou um vídeo que apresentava os instrumentos do forró (sanfona, triângulo e zabumba). O vídeo mostrava desde o processo de construção do instrumento até sua execução. Todos assistiram atentamente. No final cantamos a canção do Leitinho, muito querida da turma.

Após aguardarmos os alunos almoçarem, fomos para casa.

Realidade, sonhos e... Música



Devido às férias forçadas por conta das chuvas e da greve de ônibus, muitos alunos da escola não estavam tão motivados a estudar, vários alunos faltaram às aulas nesta segunda feira. Entretanto tivemos um rendimento muito interessante. O professor Davi leu para as turmas do 5° ano os avisos que serão enviados para seus pais solicitando a flauta doce para a musicalização deles e o pedido de autorização dos pais para a participação deles nas aulas de canto coral. Ele aproveitou para fazer um teste de percepção com a turma para assim ver os que estariam mais adiantados e, dessa forma, motivar de uma maneira saudável, uma competição entre os alunos para aprender o quanto antes a flauta doce ou participar do coral (que ensaiará às sextas feiras).

Outra coisa que achei muito legal foi o bate papo que aconteceu com a turma sobre a necessidade de se estudar música na escola e como aqueles alunos poderia tirar dela lições importantes para aplicarmos em qualquer profissão que eles desejassem seguir. Ele falou de como um músico passa horas estudando um instrumento para fazer uma prova prática e de como ele mesmo teve que estudar para chegar aonde chegou.

-Mas eu quero ser jogador de futebol, diz um dos meninos.

-Um jogador precisa treinar muito mesmo sentindo dores para ser um grande atleta. Responde Davi, que ainda diz para ele não desistir do seu sonho. Ele também fala sobre os médicos e advogados que precisam estudar horas para serem o que são.

Nas turmas do terceiro ano, não houve tempo para falar dos avisos. Davi estava mais preocupado com a alfabetização musical da turma, pois eles estavam bem fraquinhos, esquecendo muitas coisas que foram dadas, mas, apesar disso estavam muito motivados para responder (mesmo estando errado), motivação essa que foi muito maior do que a do 5° ano.

A marcha da vida continua esperando de nós persistência, determinação e muita criatividade para superar os inúmeros obstáculos da vida; a realidade é uma classe operária insatisfeita, o sonho; ser alguém na vida, para isso muita música no dia a dia impregnada não só nas linhas da pauta nem nas coisas que se ouvem, mas, principalmente, em tudo que se sente, faz e acontece. Essa música é levada discretamente das aulas do professor Davi  e dosadas homeopaticamente na vida dos estudantes da escola carmelitana, a futura geração de nosso país!

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Instrumentos musicais do forró


Observação do dia 29/05/2012

Segundo ano
     Hoje, Mauricio deu continuidade à atividade da semana passada de duração dos sons. Toquei no saxofone alguns ditados e os alunos divididos em duplas tinham que identificar e marcar nas peças correspondente os sons curtos e longos. No final da aula, foram chamados alguns alunos individualmente para fazer a atividade no quadro.
     Percebi uma evolução da turma em comparação com as aulas passadas. Pois, já conseguem identificar os sons curtos e longos. Acredito que eles terão facilidade em assimilar os próximos assuntos que juntarão a duração dos sons com as alturas das notas.
Primeiro ano
   Nessa turma, Mauricio colocou um vídeo falando sobre instrumentos musicais do forró. Além de exibir alguns músicos executando e falando sobre os instrumentos, o vídeo mostrou como era fabricada uma sanfona e como ela funcionava, também tinha uma criança que tocou o acordeom executando a música asa branca de Luiz Gonzaga. No final da aula, foi cantada a música do leitinho e liberada a turma para o lanche.