quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Duração


Aula ministrada 13/08/2012


Nesta aula o professor Davi explicou o conceito de som longo e som curto. O professor utilizou as próprias palavras curto e longo para fazer uma atividade com os alunos.
Continuando a aula, o professor caminhou pela sala e pediu que a turma falasse a palavra  longo, enquanto o professor andava em passos longos em seguida os alunos falaram a palavra curto e o professor ia andando em passos curtos. Feito isso o professor explicou a diferença entre som longo e som curto.

Em seguida o professor pediu que os alunos identificassem os sons longos no ambiente. Como a escola está em reforma os alunos identificaram logo o som de um motor de uma maquina que um pedreiro utilizava para lavar o muro da escola, e classificaram o som como longo. Em seguida o grupo ouviu o som do martelo e classificaram o som como curto. A reforma da escola até que colaborou com a aula de música, embora os ruídos causados pela reforma atrapalhassem um pouco a aula.

Feito isso o professor Davi e eu demos outros exemplos de sons longos e sons curtos. Após a explicação o professor ensinou uma nova música para o grupo.

Música: Tudo o que eu quiser.

Imaginar dá-me muito prazer posso fazer tudo o que eu quiser.

  1. Andar como pinguim
  2. Saltar como um veado
  3. Brincar como um macaco
  4. Dormi como um urso
  5. Voar como um falcão
  6. Nadar como um peixe
  7. Agarrar como um tigre
  8. Fazer como eu quero

Nesta canção os alunos tinham que realizar os movimentos que apareciam na letra da música. Em seguida a música foi cantada novamente, só que desta vez cada aluno tinha que sugerir uma atividade para ser feita na canção

Nesta aula ouve uma boa interação entre professor e alunos, a parte que os alunos mais gostaram na aula foi a criação das atividades para a música “Tudo o que eu quiser”. Os alunos com esta aula puderam perceber e compreender o conceito duração sonora.

Tempo Forte!
Aula ministrada pelo professor David Tourinho na escola Carmelitana do Menino Jesus
dia 17/08/2012
 
 
         Cheguei atrasada na escola, pois, estava na gravação de jogo de copos e infelizmente perdi boa parte da aula que teve como tema o tempo forte. Quando cheguei, o professor David estava tocando uma música para a turma apreciar. Ele pediu que os alunos escutassem de olhos fechados e batessem na mesa no tempo forte. Todos marcaram o tempo forte corretamente e surgiu até algumas improvisações. Para finalizar, ele pediu que todos se levantassem para cantar a música “tchau” formando uma fila para retornar a sala de aula. Após a aula, o professor David se reuniu comigo, Vitor e Simei para falar sobre o plano de aula da próxima semana. Ele tirou algumas dúvidas dos colegas e falou um pouco sobre o seu objetivo nas aulas. O objetivo para essa aula proposta pelo professor David, era que os alunos andassem percebendo o tempo forte através da canção que confusão que ele ensinou. Ele trabalhou também á coordenação, criatividade e improvisação.
Tempo Forte! Aula ministrada pelo professor David Tourinho na escola Carmelitana do Menino Jesus dia 17/08/2012 Cheguei atrasada na escola, pois, estava na gravação de jogo de copos e infelizmente perdi boa parte da aula que teve como tema o tempo forte. Quando cheguei, o professor David estava tocando uma música para a turma apreciar. Ele pediu que os alunos escutassem de olhos fechados e batessem na mesa no tempo forte. Todos marcaram o tempo forte corretamente e surgiu até algumas improvisações. Para finalizar, ele pediu que todos se levantassem para cantar a música “tchau” formando uma fila para retornar a sala de aula. O professor David se reuniu comigo, Vitor e Simei para falar sobre o plano de aula da próxima semana. Ele tirou algumas dúvidas dos colegas e falou um pouco sobre o seu objetivo nas aulas. O objetivo para essa aula proposta pelo professor David, era que os alunos andassem percebendo o tempo forte através da canção que confusão que ele ensinou. Ele trabalhou também á coordenação, criatividade e improvisação.

Paranauê!

Nós fomos apresentados às nossas turmas, porque até então só tínhamos visitado a escola no turno oposto, então não conhecíamos os nossos alunos. 
Nessa segunda (20.08) as aulas na Escola Irmã Scheilla foram bem diferentes. O professor Carmelito seguiu em seu plano de aula, com algumas canções e brincadeiras, mas deixou um tempo livre pois nosso amigo Sapoti levou alguns instrumentos usados na capoeira para apresentar aos alunos.
Esse momento foi bem legal, pois muitos dos alunos tiveram o seu primeiro contato com aqueles instrumentos, e eles puderam tocar, fazendo a célula de capoeira, enquanto Sapoti tocava o berimbau e cantava músicas próprias da capoeira.
A única turma que não fizemos o trabalho com os instrumentos foi a do grupo 2-3, pois são menores, o que dificultaria mais o entendimento e, creio eu, pelo seguinte fato:
Os alunos dos grupos 4 e 5 tiveram maior aceitação com a nossa presença em sala de aula. Já os do grupo 2-3 ficaram mais inibidos, pelo fato de terem mais 3 adultos em sala de aula, mas creio que essa interação virá com o tempo.
O que mais me chamou a atenção nessa primeiro dia com a turma que realmente irei ficar foi o fato das meninas "lutarem" pra ficar ao meu lado. (rs) É engraçado, porém o que percebi é que muitas delas são carentes, no sentido próprio da palavra: precisam de carinho. E não só as meninas, mas com muitos meninos também. E na aula de música eu percebi que eles sentem essa liberdade de abraçar o professor, brincar, de ser realmente criança. Na aula de música eles se expressam, se liberam. Dá pra ver e sentir isso numa boa.


P.S.: A postagem demorou de ser colocada pois tiramos algumas fotos mas não conseguimos colocar aqui no blog a tempo hábil. Assim que conseguirmos, colocaremos.

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Relatório Santa Bárbara 21/08 - Alunos professores

Hoje por conta da minha ida ao Devorador Card...ops, Salvador Card, não consegui chegar a tempo para a aula do Grupo 5. No entanto, as outras duas aulas aconteceram normalmente e foram bem proveitosas, principalmente nos aspectos pedagógicos, vamos ao que interessa.

2° ano

Na turma do 2° ano, Maurício está fazendo a aula de flauta doce. O professor dispõe de um material muito bom para essa aula. Além, obviamente, de cada aluno ter a sua flauta, fruto de uma doação da escola para os educandos, há o material da Yamaha, Sopro Novo, onde possui uma série de exercícios sequenciados para os iniciantes no instrumento, mais outros dois métodos, cujo, prometo por as referências na próxima postagem. Um desses métodos vem com um playback de várias canções didáticas, para que o estudante enquanto estiver tocando um nota, por exemplo a Sí, poder ao mesmo tempo ser acompanhado por um piano. Muito legal! Ainda tem um painel bem grande que Maurício pendura no quadro, com todas as posições das flautas. Este compilado foi uma ideia de Maurício que vem surtindo efeitos muito bons. É verdade, que é necessário o professor reclamar, com aquele poderio de voz, algumas vezes os educandos, mas no final todos sempre conseguem tocar bem. Hoje mesmo, o estudo foi da nota lá. Auxiliava as crianças a posicionarem a nota corretamente, alguns sentiram um pouco de dificuldade. Após eles soprarem diversas vezes, repetindo o ritmo que Maurício fazia, o professor soltou o playback. No final, Maurício foi passando de um a um para ver se as crianças estavam fazendo corretamente a embocadura, no caso o Tuuu. Ele tocava e a criança repetia. Feito isso a aula terminou.

1° ano

Já na turma do 1° ano, após esperarmos eles lancharem uma sopa de soja, desejada por alguns e preterida por outros, Maurício iniciou a aula fazendo um feedback da canção que eles tinham aprendido na última aula, e também, relembrando o desafio proposto por ele para as crianças. Todos tentaram se lembrar da canção, e após se esforçarem, e com a ajuda do professor, todos cantaram a música por inteiro. 

"Batom, batom, tira o ba fica o tom
Um dia desses eu conheci
Uma velha que se chamava D. Léia
Velha caiu, o velho viu
Calcinha dela, verde e amarela, cor do Brasil
Quem bater palma imita a velha"

Depois, quando Maurício colocou o dvd - agora todas as salas possuem uma tv e um aparelho de dvd - que eu vim perceber que se tratava de um material do Lenga la Lenga, muito legal por sinal. O desafio, proposto por Maurício, era conseguir fazer aquele jogo de mãos no qual as crianças fazem no dvd. Todos em dupla, eu e Maurício começamos a explicar o movimento inicial. Praticamente a sala toda sentia dificuldade em coordenar os movimentos, e por mais que nos esforçássemos, não tínhamos muito resultado. Entretanto, duas crianças dominaram a movimento e começaram a dar um show na sala, fazendo todo o movimento, até girando, algo já bastante complexo, isso tudo cantando a canção. Maurício chamou elas para a frente da sala para mostrar aos outros colegas. Instintivamente, elas começaram a dar uma aula, mesmo sem perceber. Maurício notou isso e chamou uma outra criança para perto dessas duas. Ela foi inserida na brincadeira e o professor estimulou ao casal a ensinar o movimento para a criança que estava chegando. Ficamos de parte observando. Incrível foi perceber que, sem demorar muito, a criança que estava com dificuldade, pegou o movimento. Outra coisa, não houve fragmentação do ensino. Elas ensinaram tudo, de uma vez só, estimulando, pegando na mão do outro, cantando, errando na primeira, melhorando na segunda, até fazerem perfeito na terceira tentativa. O ensinar se misturava com o brincar. De imediato outras crianças se aglomeraram na frente, e todas começaram uma a ensinar a outra, quem ia aprendendo ia passando, como numa espécie de comemoração pelo feito de ter aprendido; ensinar era o prêmio. Ficamos, eu e Maurício, refletindo como o aprendizado se desenrola com as crianças, como nós é que muitas vezes emperramos o processo, tentando fragmentar tudo, em caixas, compartimento de conhecimento. O quanto o brincar tem de estar a frente da obrigação do exercício. Enfim, saímos satisfeitos dessa aula avessa aos padrões pedagógicos, onde quem deu aula foram as próprias crianças.

Produção

Observação realizada no dia 20/08/12 

Turma: 5º ANO B


Hoje foi a minha primeira observação nesta turma. A pedido de David eu mudei o dia da minha observação que antes era quarta-feira e agora será segunda-feira. 
Assim como todas as turmas, esta também é dividida em dois grupos (1 e 2). David divide a turma de acordo com o nível de assimilação para facilitar o desenvolvimento das aulas. Esta turma está estudando flauta doce e já foi iniciada na leitura de partitura.

Antes de a aula começar David desenhou no quadro seis pentagramas e escreveu uma melodia. O professor iniciou a aula com uma revisão sobre leitura de partitura utilizando as notas sol 3, lá 3 e si 3. O grupo 2 identificou as notas com mais facilidade que o grupo 1 que por sua vez é um grupo muito disperso. David atribui esta dispersão à falta de assiduidade. Em seguida Iure (um aluno de David, que já toca flauta) auxiliou a turma ensinando a técnica da flauta doce. Cada aluno estava com uma flauta emprestada por David. O grupo 2 conseguiu executar, ainda que com algumas dificuldades, a melodia que estava escrita no quadro, já o grupo um permaneceu apenas na nota si. David fez um arranjo para piano e flauta que foi executado por ele junto com os alunos. O bolsista Pedro Vieira, que observa esta turma desde o início do primeiro semestre, estava presente nesta aula e ajudou David nas atividades. Depois das duas aulas, David conversou comigo e Pedro sobre essas turmas, sobre o seu planejamento deste bimestre, sobre as políticas públicas na educação, sobre a importância da música no ensino fundamental e a respeito disso deu um exemplo de um aluno desta turma que nas outras disciplinas tem muita dificuldade de assimilação dos conteúdos e nas aulas de música ele é um dos melhores e até ensina os colegas nas atividades. Falou também sobre o ensino fundamental em Cuba onde as crianças, primeiro aprendem música pra depois aprender as outras disciplinas e, por conta disso o QI das pessoas de lá é muito mais elevado. 
Foi uma tarde muito produtiva!      

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Carências

Observação realizada no dia 15/08 (quarta-feira)

TURMA: 4º ano

Nesta aula o professor David trabalhou duração e revisou as notas musicais do, re e mi. Utilizou uma canção para trabalhar a duração de cada nota.
Durante a aula David faz uso dos conteúdos de outras disciplinas para facilitar o entendimento dos conteúdos de música e isso é muito interessante, pois faz com que as crianças reforcem o que aprenderam com a professora da turma. Esta turma, por exemplo, está estudando sobre monossílabo, dissílabo e trissílabo nas aulas de português, então David reforçou este assunto na aula ao ensinar a canção. Percebi que esta é uma forma de entreter mais a turma.
Depois de passar algumas vezes a música com a turma marcando o ritmo da melodia batendo palmas, repetiu o mesmo exercício usando as clavas que distribuímos entre os alunos.
As figuras rítmicas utilizadas foram: mínima e semínima.

TURMA: 2º ano

David iniciou a aula fazendo um exercício de percepção utilizando altura. Com um martelo sonoro, que possui dois sons (um mais agudo que o outro), realizou o exercício com os alunos batendo palmas na altura do peito quando o som era grave e acima da cabeça quando o som era agudo. Repetiu algumas vezes esse exercício. Depois David me pediu para criar sequências de batidas com o martelo sem que as crianças vissem para que elas identificassem em seguida a sequência de alturas que criei. Depois David escreveu no quadro uma sequência com as notas do e re colocando-as nas alturas correspondentes e tocou com o martelo sonoro essas alturas. Depois chamou um por um dos alunos para fazerem o mesmo. Todos foram e realizaram sem muitas dificuldades. Para finalizar a aula, formamos um círculo no centro da sala e cantamos uma canção de despedia com gestos.

Neste dia o que mais me chamou a atenção foi uma menina que entrou na sala muito triste e dizendo que queria ficar lá conosco. Ela não era de nenhuma das duas turmas que fez aula neste dia. David me apresentou a ela que me abraçou e não quis mais largar. Conversei com um pouco com ela e percebi o quanto é carente, pois me perguntou se eu tinha filha e se eu queria ser a mãe dela. Fiquei muito sensibilizada com isso. Ela chama David de pai.

sábado, 18 de agosto de 2012

Minha 1ª visita



No primeiro horário o que mais me chamou atenção foi a maneira que o professor organizou a turma sem precisar mexer na disposição das cadeiras. E a forma de sequenciar as atividades começando com o mais simples até aumentar gradativamente a dificuldade. Sendo que a 1ª atividade servia como base para a 2ª e assim sucessivamente. No grupo 5 percebi que através de estratégias simples o professor desenvolve nos alunos atitudes como a pro atividade por exemplo.  O espaço da sala é bem pequeno e o professor costuma pedir às próprias crianças que organizem a sala para a aula de música Cantaram uma canção de auto apresentação (Eu sou pobre, pobre, pobre de marré...). E cada um tinha o seu momento de se apresentar cantando. Uma boa forma de observar a afinação individual. A maioria entrou no tempo certo, e cantou afinado. No 3º horário (3º ano C) os alunos estavam bem agitados. O professor pediu para encostar as cadeiras e foi muito barulho com o arrastar das mesmas, Fiquei imaginando que mágica ele iria fazer para conseguir dar aula. Mas não teve mágica nenhuma... Ele pediu atenção os  meninos calaram e ele iniciou a aula. O professor utilizou uma atividade do DVD Palavra Cantada (Sopa do Neném). OS alunos já tinham feito esta atividade antes. Foi muito bom. Funcionou bem. Alguns disputaram para fazer par comigo. (Me senti J . Foi prazeroso para eles e para mim. Os olhos brilhavam. Depois o professor colocou outra música para que os alunos aplicassem a mesma coreografia rítmica . Foi mais difícil p eles. Apenas a minha dupla e a dupla do professor conseguiram fazer no tempo. No 4º ano os meninos estavam calmos, concentrados. O professor ultilizou jogo de copos. Os meninos pegam muito rápido. São bem musicais. Ele fez primeiro com a metade da turma só que devido a indisciplina de um aluno não deu tempo de fazer atividade com a outra metade. O Professor precisou ir na coordenação e eu fiquei sozinha com a turma. Como Maurício demorou a voltar, os meninos começaram a ficarem inquietos, chamei atenção de alguns e então fiz uma rápida atividade com percussão rítmica. Todos fizeram comigo, se concentraram por um momento. Depois o professor e liberou a turma.

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Primeiras impressões...

Hoje foi o meu primeiro dia observando as aulas do Professor David na Escola Carmelitana. Ao chegar, me identifiquei na portaria e fui levado até a sala de música... Isso mesmo, a Carmelitana é uma escola municipal e tem uma sala de música. O professor me mostrou a sala, instrumentos de percussão, computador com impressora, tudo isso na sala específica para as aulas de música. Em seguida saímos pelo colégio e o professor me mostrou as outras salas, a sala dos professores, a secretaria, a diretoria, o laboratório de informática, o palco usado para apresentações dentro do próprio colégio, a cozinha com o refeitório e me apresentou aos profissionais que trabalham no ambiente escolar.

No turno da tarde das sextas-feiras, o grupo 5 e 1º ano são mesclados em uma só turma, sendo assim, seguimos para a respectiva sala da turma mesclada para buscar os alunos. Os mesmos fizeram uma fila e vieram para a sala de música. O professor nos apresentou à turma dizendo nossos nomes e pediu para cada um fazer uma auto-apresentação. A aula propriamente dita começou com uma revisão do que eles haviam trabalhado na aula passada, uma canção intitulada "Que confusão". O professor, os alunos e nós bolsistas fizemos uma roda no meio da sala e cantamos gesticulando de acordo com a letra. O professor então se dirigiu ao teclado e tocou para que os todos gesticulassem sem cantar, em seguida cantando junto com o teclado.

A turma estava especialmente agitada, o professor por sua vez mostrou pulso firme com as crianças ensinando-os a sentar-se nas cadeiras sem correr ou fazer barulho, mandando-os voltar para a roda e em seguida se dirigirem aos seus lugares em silêncio e andando. Nesse momento a sala ficou momentaneamente sem energia, provavelmente em razão da reforma que está acontecendo no lugar, então o professor mandou os alunos ficarem de cabeça baixa nas respectivas carteiras e foi ver o que aconteceu, com a saída do professor, os alunos começaram a sair dos lugares e fazer barulho, rapidamente o professor regressou à sala e colocou de castigo um garoto que permanecia correndo.

Depois que os ânimos se acalmaram, o professor tocou uma música de relaxamento ao teclado, enquanto os alunos permaneceram de cabeça baixa nas carteiras sob o olhar vigilante do professor que fez valer sua habilidade de tocar de ouvido nesse momento. Sempre por meio de canções, o professor trabalhou a criação e improvisação, além da percepção rítmica dos alunos. Ao final da aula, nós bolsistas sentamos com o professor que nos mostrou seu plano de aula e plano de curso bimestral, o professor ainda respondeu às nossas perguntas buscando sanar nossas dúvidas, ao menos as minhas foram sanadas.

Novos ares


             O primeiro dia de observação da aula do professor David na Escola Carmelitana foi numa aula dada para uma turma mista contendo alunos do Grupo 5 e 1º ano. Após a entrada e acomodação da turma na sala, o professor nos (eu e Simei) apresentou e pediu que os alunos, de um a um, se apresentassem também. Dando início às atividades da tarde, David pediu que as crianças formassem um círculo no centro da sala, todos de pé e com as mãos dadas, e começou a cantar uma música já conhecida pelos alunos (a música foi “Que confusão”), uma canção que deveria ser cantada fazendo gestos de acordo com a letra. Em seguida David tocou no teclado para que todos cantassem com o devido acompanhamento e propôs que, além de cantar e gesticular ao mesmo tempo a turma deveria andar em círculo, e assim foi feito. No fim da aula professor David nos explicou que estava no seu plano de aula fazer com que as crianças andassem no andamento da música para ajuda-los a perceber o tempo forte. Daí pra frente, cantamos mais duas canções e se não fosse o pulso firme do professor seria inviável a continuidade da aula. A turma ficou bastante agitada (na verdade, já estava desde o início da aula) e David soube controlar bem a situação colocando ordem na sala (foi preciso até pôr um aluno de castigo, brevemente). 
            Em conversa com os bolsistas no fim da aula, professor David explicou um pouco sobre o funcionamento da escola e sobre as aulas de música, nos mostrando seu plano de trabalho desse ano e falando sobre os projetos, como coral e bandinha rítmica. A mudança de escola será algo bem legal para mim, pois poderei trazer um pouco da vivencia e aprendizado adquirido na Escola Santa Bárbara com o professor Maurício e aplica-los nesse novo contexto.

Escolha perfeita...

Então, estou aqui para relatar sobre a minha primeira visita à Escola Municipal Irmã Scheila. Foi simplesmente uma experiência e tanto. As crianças, que são dos grupos 02, 03, 04 e 05 são amorosas, obedientes e totalmente cativantes. Sei que não foi assim desde a primeira aula, claro que o professor foi conquistando-as pouco a pouco. Acredito que comigo não será diferente. Como alguns colegas que ficaram na mesma turma, terei que me esforçar mais para aprender sobre canções para crianças. A execução da aula com o Prof. Carmelito foi ótima, ele tem uma boa didática. 
Gostei também dos vários momentos de cada aula: Tinha o momento de cantar canções que eles já conheciam, noutro momento eles aprendem uma nova canção, e no momento final eles tiram um breve cochilo, para acalmar os ânimos, rs.
Sei que nem tudo é um mar-de-rosas, mas tenho muitas expectativas boas para a minha experiência nessa escola. Por isso que disse que fiz a escolha perfeita.

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Clima de despedida


            Nessa quinta feira foram observadas três turmas: duas de 3° ano e uma de 4° ano.
As turmas de 3° ano desenvolveram a mesma atividade na qual cantavam a música “O quê que está escrito?”, acompanhados pelo metrônomo trabalhando com variações de andamento. Depois que os discentes  foram apresentados ao novo aparelho (metrônomo), foi adicionado um bastão para ser percutido no chão juntamente com o andamento do aparelho.
Na turma de 4° ano continuaram com o jogo de copos. Só que dessa vez com uma novidade. Os educandos teriam que compor um jogo rítmico de copos para uma apresentação para toda a turma. Resultado, alguns desistiram da brincadeira, enquanto os que realmente queriam jogar elaboraram apresentações surpreendentes, causando em nós, bolsistas e supervisor, uma sensação de que o objetivo foi alcançado.
E é com essa sensação que me despeço da Escola Santa Bárbara e agradeço ao professor Maurício pelo seu apoio e atenção durante esse primeiro semestre.  
    

domingo, 5 de agosto de 2012

Relatório Santa Bárbara do dia 24/07 - Mais uma vez sem aula, sem água...

Postagem atrasada.

Infelizmente, mais uma vez, as aulas foram impedidas de transcorrer normalmente por conta do crônico problema de falta de água da escola. Mesmo assim, bravamente, Maurício ainda deu a aula do Grupo 5.
Tocamos as canções prediletas dos alunos, e fomos para o estacionamento fazer uma atividade, na qual consistia, cantar uma canção e marcar o pulso marchando e marcando com a clava. Separamos a turma em grupos, e assim fizemos.
A turma do 1° e 2° ano, não tiveram aula.

terça-feira, 31 de julho de 2012

Não houve aula de música


30/07/2012

Devido à reforma que esta sendo realizada na escola, não houve aula de música, pois a mesma encontrava-se sem energia elétrica.
Fica a minha pergunta, por que as reformas escolares não ocorrem no período de férias? Este ano aconteceu este mesmo problema na Escola de música da UFBA, devido a reforma do prédio as aulas foram suspensas por algumas semanas, estas reformas no período de aula trazem prejuízos aos alunos.

Música e movimento


 23/07/2012

A aula iniciou com uma atividade de relaxamento. Nesta atividade os alunos ouviram uma canção executada por mim no teclado.
Após a execução da canção os alunos descreveram suas impressões sobre a música.
Continuando a aula o professor Davi ensinou uma nova canção para o grupo.

De bicicleta ou carro
De Barco ou de avião
A pé ou a cavalo
Pra mim que confusão

Após os alunos aprenderem a canção, o professor mostrou aos alunos os gestos que seriam realizados enquanto o grupo cantava a canção.
Feito isso, os alunos cantaram a canção e fizeram os gestos de expressão corporal demonstrados pelo professor.
Continuando a aula os alunos caminharam pela sala cantando a canção e fazendo os gestos da letra da canção.

Esta atividade auxilia os alunos a desenvolverem a coordenação motora e memorização.


segunda-feira, 30 de julho de 2012

Volta às aulas



16/07/2012

Hoje é o primeiro dia de aula de música na Escola Carmelitana do Menino Jesus, depois das férias do meio do ano.
Como o professor Davi teve que participar de uma reunião junto com a diretora da escola, eu assumi a turma neste dia.
Antes de iniciar as atividades, pedi que cada aluno fizesse um breve relado sobre o que cada um tinha feito no período de férias.
Após o relato fizemos uma atividade de percepção musical. Nesta atividade os alunos tinham que ouvir o som de alguns animais gravados em um CD, identificar qual era o animal, e classificar o som deste animal como agudo ou grave. Esta atividade foi feita com cada aluno individualmente.
Em seguida cada aluno teve imitar um som de animal na sala para que os colegas classificassem o som imitado como agudo ou grave.
Após esta atividade fizemos um jogo musical. Este jogo musical tinha varias figuras e cada aluno após visualizar esta figura tinha que classificar esta figura como som agudo ou grave.
Esta atividade ocorreu em dupla.

Esta foi a minha segunda experiência assumindo sozinho a turma da aula de música da escola. Gostei muito da aula.


Usando a criatividade


Na primeira aula após o São João, os estudantes do 4° ano B relembraram a última atividade que realizaram com os copos. Abrimos um espaço no centro da sala e os copos foram distribuídos individualmente para ganhar tempo. Formamos 5 grupos de estudantes e em cada grupo, um bolsista ficaria encarregado de junto a eles desenvolver uma atividade para mostrar no final da aula. A atividade foi realizada com sucesso, de forma lúdica e ao final os estudantes estavam satisfeitos com o resultado e professores também, com a meta atingida. No 3° ano B, iniciamos com a música do Gibi e logo abrimos um círculo para tentar fazer uma atividade com copos no ritmo da música que ficou mais ou menos assim:

    Palma   Chão  P.C* B.C*/ P.  Chão  P.C  B.C  ( Em semínimas)

O que é que tá escri-to   na   capa do Gibi   _? 

*P.C = Pega no Copo

*B.C =Bate o Copo

No 4° ano A fizemos a mesma atividade em círculo.

terça-feira, 24 de julho de 2012

Aulas intrigantes


Aula referente ao dia 17/07/2012

Relato Grupo cinco
            Quando o professor entrou na sala pegou uma caixa com clavas e passou para as crianças e em seguida começou uma atividade onde elas tinha que bater as clavas e em seguida os pés no chão, um de cada vez. Enquanto faziam isso, cantavam a música “Cadê meu relógio”.
            Prosseguiu com a aula cantando uma música de apresentação e por último colocou uma música vocal para que elas ouvissem e identificassem quais instrumentos havia na música. Os alunos disseram que tinha diversos instrumentos, a princípio, que não existiam na música. Mas, conseguiram, depois de ouvir mais uma vez que só havia a voz humana. O mais interessante disso tudo foi ver o progresso deles. Estão alcançando os objetivos esperados pelo professor.
Relato segundo ano
            O educador continuou seguindo o processo iniciado na semana anterior, onde os alunos receberam, cada um, uma flauta doce para aprender a tocá-la. Ele fez uma revisão sobre: como segurá-la; e de como se deve soprar, ou seja, pensando na sílaba “tu” Foi um pouco difícil colocar a aula em prática, pois a turma estava muito agitada. Mas, por fim, alcançou-se um resultado satisfatório.
            Algo que chamou bastante minha atenção nessa aula foi que pude me aproximar mais de alguns alunos, tentando atuar de forma significativa na vida deles, principalmente no que tange a suprir uma necessidade afetiva. Tem um menino que me deixou intrigado. Ele é um tanto quanto disperso em relação às aulas, bem como travesso, às vezes atrapalha o andamento da mesma. O educador chama sempre sua atenção. No final das contas ele acabou, meio que se tornando o aluno “problema”. Perguntei-lhe, assim que entreguei a flauta se iria participar da aula dessa vez. Disse-me, depois de se atrapalhar um pouco, que iria. Percebi que ele participou de forma mais ativa. Espero que eu tenha colaborado para isso. Percebo ainda que ele já usa frases de defesa, como: não fui eu; que revela, para mim, um futuro tolhimento de suas ações por medo de ser sempre acusado e responsabilizado por coisas que às vezes nem foi ele quem fez.
Relato primeiro ano
            O educador continuou também seguindo o processo iniciado na aula anterior, ou seja, desenvolver nos alunos a habilidade de marcar o pulso da música com mudança de andamento. Para isso utilizou-se de uma música muito interessante: Os alegres anãozinhos, tiruliroliru. Dão passinhos pequeninos, tirulirola. E o gigante, tem um pé grande, tralalalalalala. Na primeira parte da música usa-se um adamento; na segunda, que fala do gigante um andamento mais lento e com passos mais longos do que na primeira parte e na última volta-se para o andamento inicial.
            O interessante disso tudo foi o fato deles, de modo geral, estar conseguindo de forma satisfatória alcanças os objetivos traçados pelo educador e também que eles, diferente da aula passada, foram levados para uma parte descoberta da escola, onde fica o parquinho. Isso mudou totalmente o clima da aula.

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Relatório Santa Bárbara - 17/07/12 - Aula fora da sala

No Grupo 5, Mauricio entoou as velhas e boas canções já conhecidas da turma, e todos cantaram alegremente, fazendo uma certa algazarra, mas completamente dentro do esperado. Maurício ia pontuando com perguntas a respeito do conteúdo que as crianças já sabem. Se a canção era rápida ou calma, por exemplo.

No 2° ano começou, desde a semana passada, as aulas com a flauta doce, que por sinal achei muito interessante. A escola foi contemplada com todo um kit da Yamaha que inclui as flautas, mais um poster grande com as posições e um livro e um cd com acompanhamentos. Todas a crianças possuem suas flautas que estão identificadas com o seu nome para que o uso seja individual. Mauricio penou para as crianças conseguirem fazer a posição da nota Si na flauta mas depois de muito esforço ele conseguiu. Em seguida, Maurício ensinou como é o sopro na flauta, atentando para não soprarem com muita força, mas era inevitável, de vez em quando se ouvia uns apitos comuns quando se sopra muito forte a flauta. Quando Maurício conseguiu unificar o sopro, ele ensinou a articulação e passou um ritmo simples em semínimas. Depois ele colocou o cd com o acompanhamento para a nota que as crianças estavam tocando, no caso a Si. Isso levou o tempo da aula todo.

Já no 1° ano, Maurício levou as crianças para uma área externa da escola. Lá possui um espaço grande e é bem ventilado, isso deixou a aula bastante agradável. Maurício separou a turma em grupos de 5 para fazer as atividades. Ele distribuiu as clavas e nós, eu e Alan, tocamos a música do Anãozinho para eles acompanharem marcando. Depois os grupos levantaram e foram marchando, marcando o pulso, e deram uma volta pela área, enquanto nós tocávamos.

Esse foi o dia na Santa Bárbara. 

domingo, 22 de julho de 2012

Abordagens distintas


Nas observações feitas quinta feira (19/07/12), foi possível somente observar as turmas de 3° ano “A” e “B”, porque ainda faltava água na escola.
 O professor Maurício trabalhou em sala as mesmas atividades para as duas turmas, entretanto executadas de maneiras diferentes atendendo as necessidades particulares de cada uma. A turma “A” é musicalizada desde o grupo 5 e a turma “B” uma pequena parcela é musicalizada. Sendo que o bolsista Vitor Porto conduziu a aula da turma “B”.
A primeira parte da atividade foi cantar a música “O quê que está escrito?” com palmas e batidas dos pés nos lugares indicados pelo professor. Em seguida trabalhou dinâmica musical nos trechos indicados por Maurício com os gestos de mão para cima para indicar que cantariam forte e mãos para baixo indicando que cantariam fraco.
Como já citado a turma “A” não houve problema algum ao executar a atividade, porém a turma “B” na segunda parte da atividade teve que cantar a música “atirei o pau no gato” para entender e executar a atividade.
Para finalizar a aula a turma “A” trabalhou com copos na sala de aula numa roda, enquanto a turma “B” teve que executar a mesma atividade na mesa de um refeitório recém construído na escola por conta da sujeira da sala, produzida pelos discentes. O professor discursou a respeito do lixo e que era responsabilidade da turma manter a sala limpa.
Esse dia de observação me levou a refletir a respeito dos artifícios usados para trabalhar a mesma atividade em turmas distintas levando em consideração as dificuldades particulares de cada uma das turmas. Percebi que a proposta de aula pode até ser a mesma, porém as aulas são singulares porque as necessidades são diferentes.       

terça-feira, 17 de julho de 2012

Manual do sonhador: Dicas de como criar, desenvolver e realizar projetos.


Nesta sexta feira (meu novo dia de observação na Escola Carmelitana), não houve aula necessariamente, mas sim uma reunião para definir os novos destinos da educação artística em escala municipal ou até mesmo em nacional. Davi junto com outros professores de arte se reuniu para bolar um projeto; é claro que não posso ainda falar do que se trata, mas posso dizer que esta reunião serviu de lição para mim quanto a que postura devo ter para querer colocar qualquer idéia no papel, e transformar sonhos em realidade.
·         Uma das coisas mais interessantes foi entender que para justificar a existência de um projeto deve se enumerar as necessidades que implicam para que essa idéia aconteça. Assim será bem destacada a sua importância.
·         Público alvo, bem como os profissionais envolvidos que irão trabalhar nesta idéia.
·         O segundo ponto é saber que recursos (humanos ou não) serão usados para a realização do mesmo, (A carga horária, custos, etc.).
·         O terceiro é simular como tudo iria acontecer
·         Um detalhe também muito precioso é saber o peso de cada palavra e a repercussão dela diante das leis existentes.
·         Se colocar no lugar das pessoas que poderão ler o projeto e pensando como elas reagiriam diante do que vão ler (Nesse ponto também é importante medir o peso das palavras).
·         Também é importante ter uma visão de futuro para ele, ou seja: “Como eu vejo minha idéia daqui a 10 anos?”, por exemplo.
·         É fundamental existir certa produtividade.
Acredito que deva ainda existir outros pontos para serem observados, mas esses foram os que eu captei nesta visita à escola e participação na reunião, aliás, estou muito agradecida ao professor Davi que me proporcionou estar presente preocupado se eu não ia deixar “vazar” algo sem querer, mas tranqüilizei-o dizendo que algo passava despercebido, mas que talvez, só eu tinha observado:
De tudo é possível extrair uma lição e tirar algum proveito, por esse motivo é que nunca devemos desanimar diante dos fracassos da vida; se por um acaso o tal projeto não vingar (eu torço para que vingue), não é o seu fim, mas sim o fim da primeira etapa para realizar algo mais consistente e grandioso. Afinal: “Tudo vale a pena se a alma não é pequena”

Recomeçando as atividades


              No retorno ao recesso do período junino, a primeira aula foi na sala do 3º ano A. Professor Maurício iniciou as atividades tocando violão para que a turma cantasse junto com ele a música “O que é que está escrito?”, aos poucos os alunos foram lembrando a letra e todos cantaram entusiasmados. Enquanto conversava com o pai de uma aluna na porta da sala, Maurício pediu que nós, bolsistas, orientássemos que a turma a arrumar as cadeiras nos cantos da sala, de modo que o centro ficasse livre. Com todos sentados formando um grande circulo no chão, começa a atividade com os copos. Cantando a música trabalhada no início da aula, o professor foi inserindo os copos de um a um. Por conta da falta de atenção de alguns alunos a atividade não conseguiu seguir num ritmo muito produtivo, porém, para um primeiro momento, Maurício considerou como objetivo atingido.
            Na turma do 3º ano B o professor trabalhou com a mesma música. Demonstrando menos entusiasmo do que a turma anterior, o 3º B demorou a relembrar a letra da canção. Maurício sugeriu a inserção de alguns sons ao fim de algumas frases, e pôs no quadro as seguintes palavras: “AQUI”, “CARROSSEL” E “CHÃO”. Sempre que essas palavras fossem cantadas a turma deveria bater os pés duas vezes no chão e bater duas palmas (indicando no quadro o círculo para os pés e o quadrado para as palmas). Já no fim da aula o professor tocou a música “Sai preguiça”, aí o entusiasmo foi geral, todos cantaram juntos!

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Volta às aulas!


Nossa primeira aula do 2° semestre começou com a turma do 3° A. Acompanhados por Mauricio ao violão, a turma recordou a musica: “O que é que está escrito?”. Após o término da canção Maurício pediu que solicitássemos aos estudantes para afastar as cadeiras abrindo um espaço no meio da sala. Fizemos um circulo e nos sentamos para iniciar a atividade dos copos. No ritmo da música cantada anteriormente, Mauricio foi introduzindo os copos pouco a pouco na roda com o ritmo já conhecido: Palma, pega, passa, (pausa). Por falta de atenção, a turma não conseguiu fazer 1 minuto de atividade sem parar para chamar a atenção deles, entretanto a atividade foi programada para ser realizada em três aulas e o resultado conseguido no dia foi o esperado para um primeiro contato com a atividade.

No 3°B começamos com a mesma música, e na pausa que sucedia  as palavras AQUI, CARROSSEL, e CHÃO , os alunos marcaram pé,pé, palma, palma mostrado no quadro como: OO □□, enquanto Mauricio marcava o tempo 1,2,3,4. Na sequência eles repetiram a atividade com Mauricio ao violão e para terminar cantamos a canção : ‘’Sai Preguiça’’

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Palma, pega e passa


 Esse primeiro dia de aula de música após o recesso junino foi bem curto, pois a escola novamente estava sem água, então, as aulas foram até as 10h da manhã.
Foram observadas duas turmas de 3° ano A e B e foram desenvolvidas as mesmas atividades. Primeiro cantaram a música “O quê que está escrito?” acompanhados pelo violão tocado pelo professor Maurício e depois com a mesma música desenvolveram o jogo de copos com a atividade palma, pega e passa.
Na turma do 3° B houve um atraso para entrar na sala, pois os alunos ainda copiavam o conteúdo a aula anterior. Essa medida foi tomada pelo professor depois de ter problemas com horário por conta desses incidentes.
   As turmas tinham poucos educandos agitados e, logo, desatentos que não conseguiram contaminar os colegas que estavam bastante empolgados com a atividade.


quinta-feira, 5 de julho de 2012


Aula do dia 19/06/2012

Quando entrei na sala do segundo ano havia duas crianças no fundo da sala. Uma em frente a uma caixa de bateria e a outra em frente a um alfaier. No quadro estavam escritos quadrados pequenos e grandes, em sequência. Um dos alunos tocaria o alfaier quando o quadrado fosse grande e o outro tocaria a caixa quando o quadrado fosse o pequeno. Com isso o professor estava aguçando a percepção deles no que se refere a grave e agudo. Em seguida outras duplas foram também tocando outras sequências.
Logo depois o educador os apresentou uma espécie de flauta. Começou então a tocar sons graves e agudo; curtos e longos na mesma. Escreveu um gráfico no quadro para que os alunos dissessem se os sons eram graves e longos, ou graves curtos, e assim foi cruzando os dados de todas as formas possíveis.
Depois disso fomos embora. Não houve aula na turma do primeiro ano, pois a professora da turma não foi naquele dia.