terça-feira, 18 de setembro de 2012

Diálogos com D


Ao chegar à Escola Xavier Marques hoje pela manhã, dia 18/09, encontrei os alunos do lado de fora da Escola. Achei aquilo curioso, então resolvi permanecer ali mesmo com eles. Mantive durante alguns minutos um diálogo, meu primeiro diálogo do dia, perguntando como eles estavam, como tinham passado o fim de semana.
Enfim as crianças entram na escola e algumas que já conheço, das aulas do professor Ednaldo, se dirigem a mim e começam a fazer um verdadeiro interrogatório, bastante divertido. Mas o que me deixou mais feliz nesse meu segundo diálogo, está na conversa com as alunas Dariele e Daniele, elas cantaram uma música de Toquinho que está sendo trabalhada conjuntamente com outra professora, Bê-A-bá, que ensina de forma bem divertida o alfabeto. E me disseram o que gostam de fazer, ouvir, brincar. Muito enriquecedor esse contato mais próximo com os alunos.

 Na 1º turma o professor trabalha a integração com uma brincadeira utilizando bolas, já formada uma grande roda. As bolas vão passando de mão em mão no ritmo da música, às vezes por cima da cabeça, pelo lado do corpo, por entre as pernas. Muito boa a atividade deixa um gosto de quero mais. Na 2º turma, na qual se encontram as alunas citadas, o Professor Ednaldo trabalha a canção Bê-A-bá, de Toquinho. Está tudo bem até a letra L, então o Professor para e pede que os alunos cantem da letra M até a Z. Mas um ponto negativo se encontra fora da Escola, durante essa aula, o recolhimento do lixo. Um odor que incomoda. O lixo acumula nos muros da escola. Descaso com a comunidade.

O coral inicia-se com um aquecimento corporal e vocal em uma grande roda com Ednaldo tocando o violão e subindo os tons. Participamos dessa aula tocando violão também a convite do professor, acompanhando o coral. Em verdade foi um dia repleto de diálogos bastante importantes.

Professora CABELUDINHA e Professor CHINÊS!!!!!


 

Escola Carmelitana do menino Jesus
Aula do dia 14/09/2012

 

A aula foi iniciada com o professor perguntando o que a turma lembrava da aula anterior e no meio da conversa os alunos tinham esquecido o meu nome e o de Simei, então David nos apresentou novamente e foi nesse momento que recebemos apelidos por uma aluna. Ela me chamou de professora Cabeludinha e Simei de professor Chinês.  David tocou a canção cantada na aula passada, que fala das notas musicais. No primeiro momento, o professor David tocava as notas para que e eu Simei mostrasse a placa com o nome dessas notas. Em seguida todos cantaram junto com o professor. Como o professor David precisou sair rapidamente para resolver um problema referente á reforma da escola, eu e Simei continuamos a atividade. Dessa vez eu tocava as notas no teclado e os alunos juntamente com o professor Simei faziam uma espécie de manossolfa (símbolos para representar cada nota). Nesse momento percebi que alguns alunos já estavam identificando as notas, pois quando eu tocava sem dizer que nota era eles mostravam o sinal que representava a nota. Já com a presença do professor David, ele pediu que eu distribuísse as placas com o nome das notas para cada aluno, onde cada aluno tinha que levantar a placa referente á nota que ele estava tocando trabalhando a percepção das crianças. Para finalizar a aula, David tocou Greensleeves para que a turma apreciasse e depois fizessem gestos para representar a música como gestos de cortejo, reverencia e cavalheirismo. Em seguida, o professor tocou a música tchau, tchau em ritmo de samba e logo, as crianças caíram na folia.  

 

 

 

 

A biblioteca

OBSERVAÇÃO DO DIA 17/09/2012

Turma - 5º ano
Hoje a turma fez uma apreciação de dois vídeos na biblioteca: um que mostra uma apresentação dos alunos de flauta doce do CEFET, onde David ministrou oficina por um período, e o outro foi "Aprenda flauta doce - básico" da Music ABC, que é um vídeo-aula. Um dos alunos estava se mostrando extramente desinteressado na aula e até tapou os ouvidos. David conversou com ele que disse que não podia ouvir nem cantar nenhuma música, pois a sua religião (pentecostal) não permitia, mas ficou assobiando durante boa parte da aula atrapalhando os colegas. A necessidade de chamar atenção é tão grande que essas crianças nem percebem que estão prejudicando a elas mesmas. Outro fato que ocorreu nesta aula, e que na maioria das vezes ocorre, é que enquanto David está na sala todos parecem ser bem comportados, mas bastou ele se ausentar por um instante que todos começam a fazer exatamente o contrário do que lhes é orientado. Não absorveram ainda que o que os professores ensinam pra eles na escola são pra vida deles e não regras pra serem obedecidas na sala de aula perante a presença do professor.
Outra observação que fiz foi sobre a biblioteca que é tão bem equipada, cheia de livros bons e várias possibilidades de atividades para aquisição de conhecimentos, e é tão pouco utilizada. Penso que essa biblioteca poderia ser utilizada por todos os professores e ter sempre alunos usufruindo dela a todo o momento.  

Cânone



               Nesta semana o que mais me chamou atenção nas cinco aulas de Carmelito foi o “cânone”  feito em dois grupos.
            O professor fez uma atividade nos dois grupos, na qual cantou a música “Frère Jacques”  em francês, logo após a turma repetiu sozinha a canção, a qual já havia trabalhado em sala, Carmelito separou  uma das turmas em dois grupos, cada grupo com a mesma quantidade alunos, e explicou que o primeiro grupo iria começar cantando  a música “Frère Jacques” e quando chegasse na parte “Dormez-vous” trecho que é da letra da música o segundo grupo iniciaria a canção da cabeça, e vice versa, na verdade entradas sucessivas da mesma canção, porém os alunos sentiram um pouco de dificuldade  nessa atividade em ambas as turmas, em uma delas Carmelito pediu o auxilio de mim e Lorena para demonstrar como seria, onde fizemos um “cânone limitativo” a três vozes   com a segunda e a terceira voz imitando a voz inicial da canção “Frère Jacques” , ao final os alunos executaram sozinhos, todavia com um pouco de dificuldade.

Relato 12/09/12


Um mesmo formato de aula para as três turmas: 4º , 5º e 3º ano. A professora Nara fez uma revisão da história do “Baile do menino deus“. Nessa aula ela usou um livro que além da história, possuía imagens interessantes, o que tornou o enredo mais saboroso. Cantaram a música “Romã romã“ e deu seguimento. Dessa vez, o momento da peregrinação de José e Maria (grávida) em busca de abrigo (tocou a música que contou a história); e as tentativas da burrinha e do palhaço Matheus para abrir a tal porta. Nesse capítulo gostaria de frisar a questão da sabedoria popular em forma de rezas, rimas e crendices, foi o que usaram para abrir a porta.
E o que tinha dentro dela? Descubra no próximo capítulo, disse Nara.
Depois que a professora mostrou as imagens dos instrumentos tocados na música: Romã romã. Feito isso, já que tínhamos ali alguns instrumentos ao vivo, tocamos trombone, alfaia, flauta barroca e ovinho (ganzá). Falei um pouco da história do trombone, que segundo fontes é de origem egípcia – ressaltei que Egito é um pais do continente Africano; família dos metais. Toquei trechos de solo de samba de roda (composto por Fred Dantas) – os alunos acompanharam com palma. Depois nós bolsistas fizemos uma apresentação em conjunto, Lizandra na flauta barroca e Rafael na percussão. Tocamos a música: Aquarela, de Toquinho.
Houve um pouco de dispersão na aula.
No 5º e 3º ano, cantamos a música: “a aula vai começar“ (Musicalização Infantil - UFBA) os alunos acompanharam com palmas.
Quando a dispersão insiste, a professora Nara continua a história e direciona para os “dispersantes“. Nara tem sido uma boa contadora de história, fez com a voz onomatopéias e pausas dramática durante. Mas apesar da aula ter sido boa, as vezes a dispersão insistia.


No 5º ano, vi que tinha alunos muito grandes em relação à maioria, eles ficavam em conjunto e em alguns momentos da aula, tive a impressão deles estarem achando a aula chata. Digo, boa parte das dispersões vieram deles, talvez queriam aparecer de alguma forma. Talvez precisamos criar estratégias para as diferenças de idade, se já criamos, precisamos criar mais.

A Noviça Rebelde.

Aula dia 17 de Setembro de 2012.


Hoje na escola tivemos uma contextualização do assunto estudado: (notas musicais) através do filme A noviça Rebelde.
O professor Davi levou os alunos para a biblioteca, e passou alguns trechos do filme para o grupo.
 À medida que a turma assistia aos vídeos, o professor fazia perguntas, e comentava o filme junto com os alunos. As cenas escolhidas pelo professor sempre apresentava as 7 notas musicais estudadas nas aulas anteriores.  Os alunos cantavam as músicas que ilustravam o filme.
Ao final do filme houve uma reflexão sobre o filme, e cada aluno tinha que descrever verbalmente suas impressões sobre o filme assistido.
Gostei muito da interação nesta aula, os alunos ficaram bem atentos as cenas do filme. Foi concentração total.
Outro ponto importante, é que através do filme o professor conseguiu além de ensinar o conteúdo musical trabalhou também com a interpretação.

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Aulas do dia 12/09 - São Domingos

 Com um pouco de atraso devido a problemas de conexão com a internet, faço meu relato da última observação feita no colégio São Domingos Sávio.
  Dando seguimento ao musical "O Baile do Menino Deus", a professora Nara levou à sala de aula o livro da história e contou mais um pedaço. No desenrolar de mais esse trecho, cantou com os meninos a música da "Zabelim" e relembrou a música cantada na última aula: Romã, romã. Dessa forma, as crianças ficaram envolvidas com a narração a medida em que a professora ia narrando, encenando e cantando. Uma coisa que me chamou a atenção nesta última aula foi o fato de as crianças acompanharem espontâneamente as canções fazendo percussão na carteira. A maioria delas tinha bastante rítmo; quase todas acompanharam vibrantemente a pulsação.
   No final das aulas Diego tocou o trombone, o que deixou as crianças encantadas! Eu toquei também na flauta doce e Raphael acompanhou tudo fazendo nas alfaias a percussão.

A noviça rebelde


          A aula de hoje foi um tanto quanto diferente do habitual, pois foi realizada na sala de vídeo de escola. Professor David levou cenas do filme “A noviça rebelde” para as crianças assistirem. Aproveitando o tópico estudado nas aulas anteriores (notas musicais), foram selecionadas cenas do musical em que se apresentam as notas, e para o melhor entendimento de todos, David sempre fazia explicações sobre o que acontecia no filme.
          No final houve um curto bate papo sobre o que os alunos acharam do filme, o que mais gostaram e se aprenderam mesmo. A turma se mostrou tímida no início, mas logo se soltaram e participaram bem, dando várias opiniões.
          Foi muito interessante tirar os alunos da sala de aula para assistirem uma aula na sala de vídeo. Temos que lembrar que o nosso local de trabalho não é só a nossa sala, mas também os demais ambientes que a escola oferecer.
Na quarta-feira passada dia 12/09, não estive na escola Irmã Sheila. O professor Carmelito precisou se ausentar no dia em que faço minhas observações. O que é uma pena, pois tem sido um prazer participar das aulas.

Novos apelidos...

Em razão de problemas com a conexão à internet, estou postando com um certo atraso o relato da última sexta-feira, dia 14.09.2012.

No referido dia, eu e a Regiane acompanhamos a aula do Prof. David à turma do grupo 5 misturado ao primeiro ano, mistura essa explicada em relatos anteriores. O Professor começou a aula com uma revisão da canção ensinada na aula anterior já adentrando às notas musicais. Fazendo uso de recursos como placas com os nomes das notas escritas que foram distribuidas entre os alunos, foi executada uma atividade de percepção aliada à execução, o professor tocava as notas de dó a dó e os alunos iam levantando as respectivas placas.

Em um momento da aula, o professor precisou sair para resolver uma questão da reforma da escola que ainda não foi 100% concluida e encumbiu a mim e a Regiane de darmos continuidade às atividades, foi um momento em que pudemos trabalhar com destreza o improviso para manter os alunos no foco mesmo sem a presença do Prof. David em sala. Felizmente deu tudo certo e com o regresso do professor, foi iniciada uma atividade de apreciação musical onde o professor executou ao teclado a canção "Greensleeves" e pediu que os alunos reproduzissem gestos que lhe remetessem ao gênero musical, como reverências, cortejos, etc.

Por fim, o professor tocou ao teclado um sambinha e os alunos cairam na dança, penso que foi para eles o momento mais divertido da aula. Quanto ao título da postagem, o mesmo refere-se aos apelidos que eu e a Regiane ganhamos da turminha: Prof. Chinês e Profa. Cabeludinha.

Houve ainda o ensaio do coral que o Prof. David organizou como parte das suas atividades no colégio e que se apresentará na festa de reinauguração em um projeto muito interessante que reunirá interdisciplinarmente a música, a dança, e o teatro através da junção do coral do Prof. David e os educadores das referidas disciplinas através do Mais Educação que se faz presente na Escola.

Reflexos [2]


Nesse dia, o ônibus atrasou e quando Alberto e eu chegamos o professor já estava na sala. No quadro, um repertório com o título de “Sucessos do Momento”. O professor Ednaldo seguia com uma atividade que consistia em: 4 passos pra frente – palma  - estalo de dedos – vira – 4 passos – palma em cima – palma embaixo (entre as pernas). Descrita assim, a brincadeira não soa tão interessante quanto realmente é. Falha minha. Prometo descrevê-la melhor a quem se interessar.
Como costumeiro, os alunos estavam divididos em dois grupos – estratégia do professor para trabalhar melhor, já que o número dos alunos é grande e o espaço livre em sala é pequeno. Primeiro um grupo fez a atividade, depois o outro, enfim. Terminado esse passo, cantaram uma das músicas do repertório que estava no palco. A canção: Tchu Tcha Tcha. Sem grandes dificuldades, cantaram. Ao que me parece, todos sabiam a letra.
A aula da 2ª turma do dia, do 3ª ano, mais afoita, começou com o professor pedindo para que cada um dissesse um “sucesso do momento”. O objetivo da atividade era fazer um repertório, como o que tinha no quadro. Julgo essa atividade importante para se saber o que os alunos tem ouvido. Ednaldo afirmou que uma forma de mantê-los ocupados, para evitar possíveis conversas e brincadeiras, é pedir também que eles sigam anotando cada música sugerida. Isso de fato funcionou, não completamente, mas de alguma forma prendeu a atenção dos alunos. No fim, o repertório não era muito diferente do da outra turma. E isso não nos era novidade.
Durante a atividade, mais uma vez, um aluno me chamou a atenção – o mesmo que eu cito no meu post anterior. Também nessa aula, o professor chamou a atenção desse aluno diversas vezes: pediu que sentasse, que fizesse silêncio, que mudasse de lugar, que se afastasse de determinado aluno para evitar brincadeiras e brigas. Enfim. Em determinado momento, o professor tinha ordenado que ele trocasse de lugar, já que estava tumultuando a sala. Mais uma vez, ele veio parar ao meu lado. Sentou, resmungou, fez cara feia. Trazia o caderno e, enquanto resmungava, tentava copiar o que estava no quadro. Prestei atenção ao que ele escrevia e perguntei o que resmungava. “Eu queria ir embora daqui”, disse ele. “Você não gosta da escola”, perguntei. “Não, queria ir pra outra...”, respondeu. A conversa se seguiu. Olhando o caderno, não conseguia entender bem o que ele escrevia. “Minha letra é feia, né?”, perguntou me mostrando a folha. De fato, era. Na verdade, ele me pareceu não ter muita noção de espaçamento – o título do repertório, a ordem das músicas, tudo muito junto, ininteligível. Ao me perguntar como se pronunciava uma canção que estava no quadro, veio a confissão: “eu não sei ler”. “Como, se tu ta copiando as músicas? ta tudo certinho...”, indaguei. “Ah, eu sei escrever, mas não sei ler...”, disse por fim. Fiquei sem palavras. Tentei ainda explicar pra ele como se escrevia, soletrar os títulos, em vão – a dificuldade dele era grande.
Será que está aí algo que nos faz repensar a questão da indisciplina?

Grave x Agudo - 17.09

Na aula de hoje, 17.09, a aula foi bem interativa. Muitos lembraram meu nome, um fato interessante, já que eu tinha faltado duas semanas pela manhã (uma eu realmente faltei, e na outra fui pela tarde).
Mais uma vez as atividades foram cumpridas, nos primeiros dois grupos. Já o terceiro, que era o grupo 3 ficaram mais quietinhos, inibidos com a nossa presença. Alguns se soltaram durante a realização da aula, o que já é um bom começo.
O professor ensinou nessas aulas a diferença entre grave e agudo. E depois todos tinham que fazer certos movimentos dependendo de qual nota ele tocasse: 
Grave - morto ; Agudo - vivo.
Nas últimas turmas tivemos alguns probleminhas comportamentais. O professor Carmelito precisou tirar um garoto de sala de aula, pois ele não obedeceu às coordenadas, e também estava bagunçando. Já na última turma tinha uma garotinha que necessitava chamar a atenção. Primeiro ela sentou na cadeira (o que já não é de costume dos alunos) para que o professor reclamasse. Como ele não reclamou pois já conhecia a conduta dela, ela se jogou no chão durante uma música no qual fazíamos uma roda. Alguns alunos tropeçaram nela e até pisaram em cima. No momento eu não entendi porque o professor não reclamou com ela, mas momentos depois entendi, pois ela parou, já ninguém deu atenção às suas traquinagens.
Apesar de estar um pouco cansada, com algumas dores no corpo, participei da aula o máximo que pude.
No final, já na saída, pude escutar de uma das garotinhas: "Lolena, sabia que eu te amo?!"
Sinceramente... Nada se compara a esse sentimento.

Nomeando as notas musicais.



Aula dia 10 de Setembro de 2012.
       
            Após duas semanas sem aula na escola por conta da reforma, as atividades voltaram ao normal. O professor David fez uma revisão da aula anterior.
O professor iniciou as atividades apresentando aos alunos o bolsista Vitor. Continuando as atividades o professor revisou a canção “Eu perdi o Dó da minha viola”.     
Dando seguimento a aula, o professor usou placas com os nomes das notas musicais e realizou uma atividade onde os alunos tinham que associar as notas musicais com o corpo. Nesta atividade o professor Davi ficou tocando teclado, eu e Vitor auxiliamos os alunos.

Dó: Mão no joelho;
Ré: Mão na cintura;
Mi: Braços cruzados no peito;
Fá: Mão no ombro;
Sol: Mão na orelha;
Lá: Mão na testa;
Si: Mão na cabeça;
Dó: Mão pra o alto.

        Para realizar esta atividade o professor dividiu a turma em dois grupos. Uma vez um grupo ficava com as placas e outro fazia os movimentos corporais em seguida os grupos eram invertidos.
Ao final da aula o professor realizou uma atividade de relaxamento com os alunos. Nesta música o professor tocou a música Greensleeves.
            Após está atividade o professor pediu que cada aluno criasse um movimento corporal para fazer junto com a música.
Esta aula foi ótima, os alunos participaram ativamente das atividades. Os alunos gostaram bastante da atividade de criação de movimento para a canção, eu, Vitor, e o professor David, participamos desta atividade junto com os alunos.

sábado, 15 de setembro de 2012

Observação, Participação e Empolgação




Muito feliz por mais uma participação em sala de aula.
O professor colocou uma musica de nome "Pipoca", com isso trabalhou pulsação e ritmo.
A forma como os alunos fizeram a atividade foi ótima e entrou para a minha lista de atividades a ser desenvolvida.
No projeto o professor esta terminando o repertório do coral juvenil sendo que a Companheira Paola do Grupo de Estudo Relações Étnico-raciais e de Gênero na Música e Sociedade Contemporânea e eu participamos tocando os instrumentos de percussão e violão, ou seja, nos viram tocar pera primeira vez e com o pouco de conhecimento em alguns instrumentos pude ensinar e aprender com eles.


Empolgação elevado, trabalho continuo e contanto os dias para que comece uma nova aprendizagem e o dia do meu comparecimento na Escola Xavier Marques.

Santa Bárbara 13/09



As aulas no Santa Bárbara estão de forma bem criativa.Maurício na última aula colocou alguns instrumentos como triângulo,agogo e um chocalho em uma das turmas e propôs um exercício de polirritmia, o que me deixou preocupado foi a dúvida se as crianças conseguiriam executar, porém para minha surpresa foi executado um belíssimo trabalho com alguns desencontro, mas no final o resultado foi muito bom.Isso com a turma do 3° ano.
Nas turmas do 4° ano foi proposto exercícios de copos, agora esse exercício foi proposto fora da sala, cada sala em seu horário foi para a área recreativa e foi acordado a forma do exercício, Maurício  fez uma pilha de copos e mandou que cada um tirasse o seu e mandasse a pilha para o colega ao lado, evitando assim que fosse feito uma bagunça.A aula começou com um ritmo bem leve foi proposto dois compassos de 4x4( claro que isso em termo técnico para o professor),não houve nenhuma dificuldade na execução. Depois disso, foi posto uma musica e as crianças fizeram o mesmo exercício dentro do ritmo. Muito bacana.

Jogo de mãos e copos


Na Escola São Domingos Sávio no turno noturno a atividade desenvolvida nessa semana foi o jogo de copos e mãos orientada pelos bolsistas (Eu e Alan). Fomos todos para o refeitório porque lá aproveitaríamos as mesas. Dividimos a turma em dois grupos para facilitar o jogo.
Começando com movimentos fáceis e lentos para melhor compreensão e desenvolvimento da atividade. Juntamente com o jogo de copos, elementos como andamento e pulsação foram trabalhados pois o jogo de copos e mão nos permite de forma lúdica e eficiente trabalhar tais elementos.
Nesse dia adquirir mais segurança na condução de atividades e alegrei-me muito quando a professora Nara Rúbia disse que havia muitos discente de outras turmas observando e seduzidos pelo jogo.   

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

ESCOLA XAVIER MARQUES


ESCOLA XAVIER MARQUES
Observação dia 10 de setembro

O professor colocou uma música popular para os meninos cantar. Eu accompanhei com o violão. Depois ele escreveu uma versão composta por um dos alunos no quadro para que todos cantassem. A cancão adaptada tinha como tema a escola.
Depois o professor escolheu as duplas para se apresentar no festival de musica da escola. Cada dupla anunciou a cancão que iria cantar e o professor anotou as escolhas.

Na aula de flauta o professor passou todo repertório. Eu tambem estou participando das aulas de flauta e aprendendo a tocar.
O professor colocou um jogo musical no COMPUTADOR. O jogo tinha varias figuras que teriam que ser relacinado com o som tocado.

VÍNCULO

Após quinze dias sem ir para as aulas na Irmã Sheila devido a reforma na escola e a problemas de saúde, fiquei bastante surpreso e muito feliz ao perceber que apesar de pouco tempo, duas aulas apenas, as crianças lembravam de mim. Cheguei mais cedo, dei uma volta no bairro me ambientando um pouco com a rotina da comunidade, e fui para escola esperar a hora da aula do professor Carmelito. Sentei na entrada da escola e fiquei a observar as crianças chegando com seus pais, para minha surpresa muitas falaram comigo. Ao chegar, o prof. Carmelito me disse que elas perguntaram por mim, e ao começar as aulas sentei junto com elas e participei das atividades enquanto aluno. Lado a lado com elas embarcando em suas experiências pude notar que o vínculo entre eu e elas já estava se estabelecendo. Penso que o primeiro passo para ingressar num processo educacional com qualquer turma, independente da idade, é estabelecer laços de confiança, o vínculo. Das poucas aulas que participei com o prof. Carmelito tenho voltado meu olhar bastante para esse aspecto. Carmelito tem uma relação pautada numa vinculação sólida  com cada um de seus alunos. Trabalhar com a educação infantil é realmente encantador, o vínculo enquanto fator primeiro para adentrar num processo de musicalização prazeroso e eficaz se estabelece com clareza. Acho que uma pedagogia sedimentada sob  a afetividade é  quem pode contribuir para a consolidação de um sistema de educação capaz de ajudar na formação de cidadãos mais conscientes e ansiosos por uma sociedade mais justa.   

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Que tipo de referência?

Relato do dia 10/09/2012

Hoje assumi o comando da turma do 5º ano, pois o professor David precisou se ausentar para resolver um problema referente à escola. Fiz uma revisão dos assuntos teóricos trabalhados nas aulas anteriores que foram: a escala musical, o pentagrama, a clave de sol, solfejo com as notas sol 3, la 3 e si 3, barra de compasso, ritornello, as figuras miníma, semínima e colcheia. Busquei manter a mesma postura de David e chamei a atenção da turma para certas atitudes as quais David sempre pontua, tipo: não arrastar as cadeiras,  respeitar a vez dos colegas... Percebi que o fato de muitos ainda não me conhecerem, pois ainda sou nova nesta turma, muitos começaram a dispersar, mas não foi difícil manter o controle da turma. Fiz algumas atividades com eles envolvendo o uso do corpo e, de fato, eles assimilam mais rápido quando associam os conteúdos ao movimento corporal, e David sempre utiliza este recurso em suas aulas.
Ocorreu um fato extra-classe envolvendo dois alunos do quinto ano: um menino bateu em uma menina e foram os dois levados para a secretaria e o professor David e a professora Cristiane conversaram com os dois e chamou a atenção do menino sobre que tipo de referência ele irá escolher para seguir na vida dele, pois bater em mulher é algo inconcebível. Realmente, a escola é um lugar indispensável na vida de uma criança, pois ela absorve certos valores que muitas vezes a família não passa ou passa o oposto. Por isso todos que trabalham numa escola, desde o pessoal da limpeza até à diretora, devem estar atentos a que tipo de referência estão passando para aquelas crianças. 

Aula do dia 10/09

Olá colegas e professores,

Esta semana fiquei muito feliz com o resultado do grupo 5. Percebi uma grande melhora no comportamento das crianças, participaram das atividades, estavam menos agressivas. A presença de Lorena alegrou a nossa tarde, foi mais facil prender a atenção das crianças em trio! Cantamos, dançamos e nos divertimos muito!

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Sucessos do Momento



Nas aulas desta Terça dia 11/09, o professor Ednaldo mostrou estar interessado em dar ênfase sempre ao aspecto da interação, mesmo já conhecendo todas as turmas, e com atenção especial nas brincadeiras com base no ritmo que também trazem a noção espacial do melhor uso da sala, onde o instrumento principal é o corpo. É uma forma de trazer o aluno para perto dele e assim fazer com este aluno já gaste certa energia, visto que todos chegam à sala de aula, muito eufóricos.

Mas o que me chamou atenção foi o fato de o Professor ter pedido aos seus alunos que citassem alguma música que eles gostassem de ouvir, cantar, para compor um repertório baseado no que eles conhecem, para ser cantado ali mesmo na sala naquele momento. Alguns demoravam de falar talvez por conta da timidez, ou de alguma brincadeira, mas logo chegavam até o professor com a música. Ednaldo pediu ainda que a turma o ajudassem a escrever a letra do sucesso do momento “ Tchú tchá tchá”, música que tem sido muito executada nas mídias de comunicação. E como já esperava tudo deu muito certo. Foi muito interessante. Eles se mostraram bastante felizes e como sempre agitados, afinal o professor os colocou como responsáveis pela aula também.

Com isso Ednaldo valoriza o conhecimento dos seus alunos querendo saber de que eles gostam musicalmente falando. Buscando sempre conquistá-los, entender quem são eles.  Acredito que com essa metodologia que respeita o que o aluno traz consigo, o professor está fazendo um significativo avanço no que diz respeito à educação musical no ambiente escolar.   

Romã-romã!


Nas aulas desta quarta-feira 12/09 na Escola São Domingos Sávio, a professora Nara continuou a dialogar com os alunos sobre a peça musical “o baile do menino Deus”. Fiquei bastante contente em perceber que o aspecto lúdico é muito valorizado por ela, notei que os alunos em sua grande maioria estavam bastante concentrados e pensativos nos momentos em que a professora narrava parte da história.
         Senti que as turmas estavam mais agitadas neste dia, porém Nara soube contornar tal situação parando a aula e pedindo para os alunos voltarem a prestar atenção nestes momentos.
         Os educandos puderam ver as imagens de alguns instrumentos musicais que estão presentes no arranjo da canção “zabilin” e outras que fazem parte do repertório do “baile do menino Deus”, entre eles a celesta que me chamou a atenção, justamente pelo fato que eu não a conhecia.
         Durante o final das aulas, o colega Diego mostrou o trombone para todos os alunos, tocou algumas músicas e animou bastante as turmas. Lizandra também trouxe sua flauta doce e executou algumas canções, coube a minha pessoa ficar encarregado da parte percussiva, tocando as alfaias e chocalho.
Em linhas gerais a aula mais uma vez foi bastante agradável e prazerosa.