quarta-feira, 5 de junho de 2013

Relato 05/06/13


Nesse dia aconteceram duas aulas, cada uma com duas turmas, a primeira com os alunos do 5º ano e a segunda com os alunos menores. Nesse episódio nós bolsistas assumimos todas as aulas sozinhos. A ideia de juntar as turmas surgiu a partir das demandas da escola nesse dia.
As duas aulas estiveram no mesmo formato. Primeiramente apresentei o meu instrumento trombone, ressaltando aspectos como: história, família, onomatopéias e efeitos sonoros característicos de desenho animado e bem como “palhinhas” de algumas músicas, principalmente algumas de samba de roda, bastante comuns na vivência dos alunos.
A segunda parte da aula, contou com o colega Sapoti, que conduziu a atividade com o auxilio do colega Joabe. Já que nas aulas anteriores apresentamos alguns instrumentos de percussão  que a escola dispõe e trazemos de casa, fizemos uma prática de conjunto usando o ritmo baião. Toquei no trombone as melodias de “Samba Lelê” e “Puerou” do musical do Boi. Apesar do tumulto os alunos conseguiram realizar a atividade de forma satisfatória, ao contrário da segunda aula – turma menos barulhenta e que não absorveram o ritmo, chegando a tocar outro. Coube a mim, a puxar no trombone uma música que coubesse naquele novo ritmo consequentemente executado (We Will rock you!) e uma outra também do musical “Dona da casa cheguei”.
A supervisora Nara ficou satisfeita com o desempenho de alguns alunos/turmas e sugeriu que na próxima aula organizássemos uma espécie de charanga, mostrando um pouco da aula de hoje, só que desta vez passeando pelo pátio da escola. Todos adoraram a ideia.

Nós e a sala.


Olá pessoal,tudo bem? Desculpem pela demora de postar,

estou realmente com dificuldade referente a internet.

Mas estou me virando como posso. Na última aula

Maurício nos deixou com as turmas,foi muito boa a

experiência.Rodrigo Leal fez um trabalho de condução

muito boa com a turma do fundamental,cantamos algumas

cantigas como: "mão na cabeça tindô lê lê",e abrimos a

turma para que em cada momento um fizesse um movimento

e todos deram idéias e fizemos conforme a idéias das

crianças.Tocamos algumas músicas e as crianças ficaram

maravilhadas, gostei muito em especial desta

aula,pois,foi ímpar. No grupo da quarta série,

trabalhamos o ritmo e percepção e a turma toda

participou. Eu, Rodrigo Leal e Helder tocamos para as

crianças a música aquarela e elas gostaram

muito.Percebo que a cada aula elas se atentam as

alturas sonoras, elas já conseguem perceber o que é

grave e agudo,rápido e lento. Muito bom!
Aula 23/05 na última semana dia 30/05 não tivemos aula

por causa do feriadão.

terça-feira, 4 de junho de 2013

Ir.Sheila 03/06

 As aulas desta segunda-feira se deram de forma leve e agradável, aliás, como sempre tem sido!Após a chamada, o professor Carmelito cantou as canções já conhecidas pelas crianças. Interessante como elas tem  uma memória tão boa! Quando o professor começa a tocar a introdução das músicas, espontaneamente as crianças começam a cantar... a maioria delas ficam tão ansiosas e eufóricas que nem esperam a introdução acabar e já começam a cantar...
Nós ensaiamos com as turmas uma canção junina e rapidamente elas aprenderam!

"Noites Brasileiras"

Aula do dia 22 de maio.

Iniciamos nessa aula nossos ensaios para o São João.  O professor iniciou a aula seguindo o plano de atividades e canções que vínhamos trabalhando desde o início do ano. Em um segundo momento da aula, o professor apresentou a música que iremos cantar na festa junina, Noites Brasileiras de Luiz Gonzaga.

O ponto negativo da aula foi a indisciplina dos alunos  das duas turmas do Grupo 5. Pela primeira vez desde que iniciei minhas observações na escola, presenciei Carmelito tendo que tirar alunos da sala para poder dar seguimento à aula.

Pedro Mutti

domingo, 2 de junho de 2013

Aula do dia 23 de Maio.

         Começamos a falar com as crianças sobre a festa Junina. Perguntamos o que têm nesta época do ano, quais as comidas típicas e o gênero musical tocado no São João. Ensinei a música “Chegou a Hora da Fogueira” com a ajuda do professor Carmelito e depois dançamos todos juntos ao som das músicas juninas. O G2 já está menos tímido, cantando e participando muito mais nas aulas.
Beijocas,                                  
Letícia Lopes =D

Aula do dia 16 de Maio

Nesta semana falamos um pouco sobre a apresentação no inicio das aulas e as crianças também gostaram do resultado. Cantamos mais uma vez a música “Fonte da Vida” que agora vai entrar para o nosso repertório de canções. O professor Carmelito precisou juntar os dois G4 porque iria precisar sair mais cedo. O planejamento foi modificado, pois as atividades com locomoção eram impossíveis de serem executadas pela grande quantidade de crianças na sala.
Beijocas,

Letícia Lopes =)

Aula do dia 09 de Maio.

Este foi o dia escolhido pela escola para homenagear as mamães. Durante algumas semanas estamos ensaiando a canção “Fonte da Vida” de Carmelito Lopes e Amélia Dias para apresentarmos as mamães neste dia 09 de maio. Estive presente nos ensaios gerais durante a semana e nos dois turnos de apresentação. Fiquei muito feliz com o resultado da apresentação das crianças e do envolvimento de todos com a festa. A comunidade participou e os professores se empenharam para fazer uma belíssima homenagem.  A escola Irmã Scheilla está de parabéns pelo carinho e organização com os preparativos da festa. Parabéns professor Carmelito, pelo ótimo trabalho que você vem desenvolvendo com as crianças da nossa escola!
Beijocas,

Letícia Lopes =D

quarta-feira, 29 de maio de 2013

POLIRRITMIA
 Relatório de aula dia 27/05/2013 – Carmelitana Olá! Mais um dia de aula. Hoje vieram poucos alunos das duas turmas. As duas turmas foram colocadas juntas na sala de artes para assistirem a aula. Foi muito legal, pela primeira vez tive a experiência de copiar no quadro as células rítmicas. Hoje o professor David trouxe varias células rítmicas e separou as por instrumentos: bombo, claves, surdo e triangulo. Foram entregues aos alunos os instrumentos, todos ficaram com algum tipo de instrumento. No inicio tocaram separadamente cada instrumento, ensaiamos com os alunos cada célula rítmica, passando varias vezes para aqueles alunos que estavam com dificuldade. A professora Sindara foi a regente, conduzindo o tempo e a partitura no quadro. Eu fiquei com o grupo de triângulos e o professor Davi com o grupo de claves. Pronto! Vamos tocar. Ficou bem legal, com todos tocando juntos.

terça-feira, 28 de maio de 2013

Viva a seu Luiz!!!

Relato das Aulas do dia 28/05/13

Cheguei à Xavier Marques hoje um pouco atrasado. O motivo foi o trânsito maravilhoso de nossa cidade. Ao chegar na sala o Professor Ednaldo já havia ensinado, aos que sabiam e aos que não, a canção Asa Branca, do Cantor e Compositor Luiz Gonzaga, um dos artistas mais importantes da música popular brasileira. A turma já estava dividida em grupos, os quais estavam responsáveis, cada um, de cantar determinada estrofe da música. Para isso, o Professor Ednaldo usou a versão original da música com o próprio Rei do Baião cantando.
 
Em seguida o Professor dispôs alguns instrumentos na sala: pandeiro, agogô, tamborim, triângulo, tambor, alfaias, guizo, ganzá, caxixi, etc. Os instrumentos ficavam na frente de cada aluno. Ficou combinado que os grupos cantariam uma estrofe da música Asa Branca e na seguinte, eles tocariam os instrumentos. No início não ficou tão bom, mas com a repetição foi ganhando cor. Agora o Professor Ednaldo pediu que, de um em um, todos fossem executando seus instrumentos no ritmo da canção. Foi perceptível como os alunos mais "danados" rsrsrs têm uma melhor noção rítmica.    
 
Por fim chegou a hora dos alunos que estão inscritos no Projeto Reciclar é Show, da Tang, mas o instrutor não foi, estava doente. Então eu e a turma descrevemos como fora as atividades da semana passada para o Professor Ednaldo. revisamos e seguimos a aula. O professor usou alguns bambolês, de modo que os instrumentos e os estudantes ficavam dentro da área do mesmo e, na medida que ele tocava a cabeça do aluno, o mesmo executava uma célula rítmica; e, se o professor tocasse novamente na cabeça do aluno, este deveria parar. Muito boa esta atividade faz com que os alunos componham, usem a criatividade e façam Música!
 

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Aprendendo canções

              Na aula de hoje para as turmas de terceiro (A e B), professor David optou por fazer uma atividade com canções. Dentre as que ele trouxe, nós escolhemos três para serem trabalhadas nas aulas. Escolhemos músicas que tratasse de temas abordados nas aulas anteriores, principalmente as notas musicais. Como de costume, a primeira turma (B) estava bastante agitada e nos deu muito trabalho durante a aula. A primeira musical trabalhada foi “Cantando a escala musical”, música que informa na letra os nomes das notas e qual o grau da escala. Em cada frase é apresentada uma nota, então, como fizemos em aulas anteriores, determinamos partes do corpo correspondentes a cada nota, para que os alunos pudessem associar essas notas com as alturas relativas na escala (Dó: Joelho. Ré: Cintura. Mi: Peito. Fá: Ombro. Sol: Orelhas. Lá: Testa. Si: Parte de cima da cabeça. Dó: Mão pra cima). A mesma dinâmica foi trabalhada na música seguinte, “Dó, Ré, Mi, Fá, Sol”. Na terceira, e última, música as crianças encontraram maior dificuldade. Na dinâmica para a música “Olha a bola saltando”, depois de ensinarmos a letra a todos (na realidade, poucos aprenderam de fato) formamos uma roda no centro da sala e, cantando a música, a bola deveria ser passada de mão a mão sempre no tempo forte da canção. A atividade não deu muito certo, pois a turma não conseguiu se concentrar até que o professor David resolveu interferir dando-lhes um bom “puxão de orelhas”, daqueles que deixa qualquer aluno “murcho”. Só assim eles começaram a se aplicar e a turma conseguiu melhor na tarefa.

            Na segunda aula, a turma A passou pelas mesmas dinâmicas, porém com muito mais facilidade, principalmente porque a maioria da turma estava ausente (apenas quatro alunos na aula). O número de ausentes me chamou a atenção e conversando com David ele me explicou que além das fortes chuvas (fator que provoca essa evasão, pois dificulta o acesso à escola), a escola estava passando por dificuldades com a alimentação, nos dias anteriores faltaram alimentos para os alunos. Esse problema já tinha sido resolvido, mas as crianças por falta de certeza sobre a alimentação na escola acabam faltando as aulas. Mesmo com o baixo número de aulas demos a aula normalmente, e tudo transcorreu muito bem. Na última canção (“Olha a bola saltando”) propus um joguinho para a turma. Todos em roda deveriam cantar a música (acompanhados pelo teclado) e passar a bola sempre no tempo forte, quando a música parasse quem estava com a bola nas mãos saia da roda, o último a ficar vencia o jogo. Com esse tipo de jogo/brincadeira acabamos puxando a atenção dos alunos para o conteúdo musical do nosso interesse, fazendo com que eles aprendam sem perceber, aprendam brincando. 

SUBI LADEIRA, BONECO DURO E MUITA PERCUSSÃO.

   O professor Ednaldo começou a aula do segundo ano com a musica "SUBI LADEIRA"

Subi ladeira para ver a cozinheira
É sexta feira que cheirinho de mingau
Dona Luzia meche a colher de pau

   O exercício proposto foi dividir as estrofes da musica em duas partes. Na primeira parte da musica um grupo cantava e na segunda parte era a vez do outro grupo. Depois fez uma variação, sendo que na primeira parte os alunos batiam os pés e na segunda parte batiam palmas.
   Um outro exercício mais lúdico foi o do boneco. A letra da musica eram frases que seriam traduzidas em gestos pelos alunos.

Eu sou um boneco duro...
   Os alunos faziam movimentos como um boneco duro por toda a sala

Eu sou um boneco mole..
   Os alunos faziam movimentos como um boneco mole.

   Também para a turma do segundo ano, o professor fez um exercício de identificação de sons a partir dos sons dos animais. O exercício consistia em dispor cartelas com a figura dos animais, tocava o som no PLAY BACK e o aluno tentava adivinhar. Uma variação do exercício foi escolher alunos para para adivinhar o som. Ele colocava o nome dos alunos no quadro com uma pontuação. O aluno que se levantasse aleatoriamente perdia o ponto. Só poderia se manifestar o aluno escolhido..
   Para finalizar a aula, o professor distribuiu instrumentos de percussão para os alunos e colocou uma musica no PLAY BACK  para eles tentar acompanhar.

   Na turma do terceiro ano, o professor dispôs os instrumentos dentro de bambolês perfilados. O aluno teria que escolher um instrumento dentro do bambolê, permanecer sentado dentro dele e tocar um ritmo que vinhesse em sua cabeça.

domingo, 26 de maio de 2013

"Cantadô"

Observação do dia 22/05/2013, da aula da professora supervisora Nara Rúbia, na escola São Domingos Sávio no período matutino.

Observamos e interagimos (bolsistas) com a supervisora e com os estudantes fazendo intervenções no momento da aula destinado a nós. O bolsista André Sapoti quem dirigiu as atividades com o auxílio dos bolsistas.

As aulas são destinadas ao trabalho de reconhecimento do musical do “Boi Bonito”, então a professora trabalha as canções narrando as peripécias do vaqueiro ‘’malvado’’ e os desejos de Catirina.

Nesse dia também a capoeira foi inserida ao final da aula em algumas das intervenções feita pelos bolsistas e também foram observadas as primeiras habilidades musicais demonstradas pelos estudantes, pois pretendemos selecionar alguns deles para compor a banda que executará a parte musical do “Boi Bonito”.

Algo impressionante aconteceu nesse dia e fez com que eu refletisse sobre esse aspecto. Foi quando uma das professoras da escola veio nos alertar sobre dois estudantes que ela apontara, dizendo que não deveríamos ponderar e retirá-los da sala no primeiro indício de mau comportamento. Só que quando cantávamos o samba do vaqueiro malvado um dos discentes que estávamos alerta sobre seu comportamento incha o peito e solta sua voz cantando e impressiona aos bolsistas e a professora da sala.

Assim esse "cantadô" mirim conquistou sua vaga na banda como cantador além de demonstrar logo depois do ocorrido que detém muita facilidade com instrumentos percussivos.
Postagem do Relatório do dia 21/05/2013 ->Abraão Miranda

Nesse dia não tivemos a turma do 1º, 4º e 5º ano devido a liberação da diretoria.
No 2º ano atual turma do estudante Isael fizemos atividades de locomoção e gestos, identificação sonora com sons de animais para os outros alunos. Para o aluno Isael foi necessário fazer a identificação com as figuras, assim que se tocava um som de um respectivo animal ele pegava ou apontava na figura. O mais interessante disso foi o Professor Ednaldo ao tocar o som do animal (gato) esse aluno pegou a figura. A felicidade foi tamanha que Ednaldo, Valter e eu ficamos contentes com esse progresso do aluno mas, a euforia dos outros alunos que se aglomeravam sobre Isael e eu foi intensa que terminou atrapalhando a atividade que não obteve mais Êxito.
Mesmo assim fico feliz por minha atuação junto aos bolsistas da Xavier Marques e o Professor Ednaldo, seguindo fielmente o meu plano de aula traçando a Educação Especial como minha linha de pesquisa atual.
No 3º ano cantamos a seguinte música:

Mingau

Subi a Ladeira
Para ver a cozinheira
É sexta-feira que cheirinho de Mingau
Dona Luzia
Mexe a colher de pau


Utilizamos uma atividade com os bambolês onde cada instrumento estava nesses arcos e cada aluno escolheria o arcos e o respectivo instrumento. O aluno em que o professor tocasse em sua cabeça iria obedecer o comando de tocar e não toca.

Relato das observações do dia 22/05 - Escola Municipal São Domingos Sávio


Durante as aulas do turno vespertino na Escola São Domingos Sávio no dia 22/05, a professora supervisora Nara continuou a apresentar aos alunos as canções que fazem parte do musical “Boi bonito”, e além das músicas, também contou uma nova parte da história do boi, deixando-os imaginarem as cenas. Ao final de cada aula, os educandos ficam bastante curiosos em saber o próximo capítulo, pois Nara sempre afirma que no encontro seguinte dará continuidade à história, o que faz com que cada aluno se interesse ainda mais pela aula de música.
Nós bolsistas, eu e o colega Eduardo Souza, realizamos atividades de integração e ritmo. Dentre as propostas, desenhamos um quadro (ver imagem abaixo), onde exploramos o uso da percussão corporal e pulsação, sendo que meninas e meninos tinham um determinado momento para bater palmas ou os pés, a partir da regência do professor bolsista. Tal atividade fluiu com um pouco de dificuldade, principalmente na turma do quarto ano, pois alguns alunos mais inquietos atrapalharam o decorrer da brincadeira, sendo que desconcentravam aqueles que tinham interesse em participar.
Percebi que Nara também quis nos deixar em alguns momentos sozinhos com cada classe, para já termos controle em relação ao comportamento dos discentes. Feito isso, notou-se que nós bolsistas precisamos ter um pouco mais de autoridade, pois os alunos ficaram mais agitados sem a presença da professora supervisora. É válido ressaltar que tal autoridade não é sinônimo de ser um professor tradicionalista e extremamente rígido, mas sim em relação a obter concentração dos educandos para as atividades.
Finalizando meu relato, notei que chegaram diversos instrumentos musicais novos na escola, tais como: violões, violino, viola, bandolim, entre outros; o que proporcionará mais recursos para a parte prática na aula de música. Além disso, nós bolsistas iremos preparar um plano de aula para as atividades do dia 05/06.



sexta-feira, 24 de maio de 2013

Tecnologia na aula


         Na aula dessa semana, as turmas de terceiro ano tiveram uma experiência diferente. Os alunos fizeram a atividade proposta através de um recurso eletrônico, o computador e o data show. O conteúdo foi o prosseguimento das aulas anteriores, sobre notas musicais e suas localizações na pauta. O professor David me deu uma contribuição e tanta no desenvolvimento dessa aula me ajudando na aplicação do meu plano de trabalho e que envolve também a utilização de jogos musicais interativos. O primeiro jogo foi sobre as notas. Tinha uma pauta desenhada na tela e, de uma a uma, as notas iam surgindo, passando da direta para a esquerda, o cursor do mouse era um desenho de uma abelha e abaixo da pauta tinha sete bolinhas, cada uma identificada por um nome de uma nota musical. Quando a nota aparecia e ia passando pela pauta devia-se clicar na bolinha que continha o nome da nota. À medida que os acertos iam acontecendo, a dificuldade do jogo ia aumentando, ou seja, as notas iam passando pela pauta com maior velocidade e em maior quantidade.
         O segundo jogo foi sobre instrumentos musicais. A interface do jogo tinha aparência de um livro, sendo que em uma das páginas tinha imagens de quatro instrumentos diferentes e na página seguinte a figura de um instrumentista postado na posição em que tocaria um daqueles instrumentos. O jogo consiste em arrastar o instrumento que o instrumentista estaria tocando naquela posição para as mãos dele. Caso o instrumento escolhido foi o errado ele recusava, caso fosse o correto, e instrumentista tocava um trecho de música para mostrar a sonoridade do instrumento.
         Os dois jogos foram bastante interesse, sobretudo perceber a empolgação dos alunos em estarem participando e aprendendo um conteúdo musical através de uma simples brincadeira. As duas turmas tiveram um aproveitamento melhor no segundo jogo, no primeiro se mostraram ainda pouco preparados, mas já percebemos que uma sementinha foi bem plantada e seu florescimento é uma questão de tempo.

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Início das oficinas de reciclagem

Olá, companheiros!

Ontem se iniciou uma série de oficinas de construção de instrumentos com material descartado e reciclável promovida pela Tang. Beto e eu fomos avisados por Ednaldo que poderiamos chegar até as 15h para participarmos da oficina, visto que ele não poderia estar na escola durante o turno vespertino pois teria que resolver algumas pendências com a Secretaria Municipal de Educação. Ao chegarmos tive a grata surpresa de encontrar um amigo, o Alessandro Monaco, ministrando a oficina. Alessandro é percussionista e tem trabalhado há algum tempo com a construção de instrumentos tradicionais de música popular - como alfaias e caixas de maracatú - e de instrumentos alternativos usando materiais descartados. Aquela fora sua primeira oficina com os alunos.

Ao entrarmos na sala, ele conversava com os alunos, explicava o projeto, enfatizando a necessidade deles, os alunos, recolherem certos materiais para que pudessem confeccionar os instrumentos - canos de pvc, cabos de vassoura, dentre outros. Após conversar um pouco com as crianças, Alessandro começou uma dinâmica que consistia em "passar a palma": cada aluno deveria repassar a palma que recebesse, olhando e direcionando o som a outro colega. A medida que eles absorveram a dinâmica, Alessandro propôs adicionar um pulso a ela. Logo após essa dinâmica, foi feita uma atividade de percussão corporal - primeiro, Alessandro indicou alguns sons que poderiam ser tirados com o corpo, a partir de palmas, batidas no peito, nas coxas, com a boca e os pés. Executava um som e as crianças imitavam. Depois de exploradas as sonoridades, cada um deveria fazer uma célula rítmica com as possibilidades sonoras exploradas. A atividade demorou um pouco para fluir, mas fluiu. Alessandro também propôs a adição de uma pulsação à atividade, bem como a possibilidade de fazer sons com a boca, balbuciando sílabas e onomatopéias. Após todos terem-na executado, cada um construiu um som para ser incorporado a uma espécie de coro de corpo percussivo - ou orquestra, enfim - com todos tocando juntos e tentando aliar um som ao outro, na tentativa de fazer uma massa sonora coerente.

Ao terminar essa atividade, aproveitando a temática da oficina - reciclagem -, propus que cantássemos a canção Xote Ecológico, de Luiz Gonzaga. Falei um pouco sobre a relação entre poluição e reciclagem, e como a reciclagem seria uma boa alternativa para diminuirmos a poluição do planeta. Percebemos que alguns alunos já sabiam a letra; pedi então que Beto e Alessandro repassassem a letra com eles enquanto eu ia buscar a chave do armário de instrumentos para que pudéssemos tocar alguma coisa também. Desci, peguei uma chave, voltei, não era do armário. Propomos que os alunos batessem palmas marcando um pulso - nesse instante, Beto desceu à secretaria novamente, afim de pegar a chave correta. Infelizmente, não conseguimos a chave pois a escola estava sem uma cópia e a chave geralmente ficava com Ednaldo. Beto trouxe alguns poucos instrumentos que encontrou na secretária - um agogô e um ganzá. Com Beto e Alessandro fazendo o ritmo, fizemos uma roda com as crianças e cantamos a música. Pedi que eles acompanhassem meus movimentos a partir do ritmo que Beto e Alessandro faziam - fomos pra frente, pra trás, demos as mãos, rodamos, batemos palmas, nos agachamos, viramos de costas, etc.

No fim da aula, uma das alunas pediu que fizéssemos uma atividade com os bambolês. Beto então repetiu uma atividade que Ednaldo havia feito numa das aulas em que ele observara - e que ele pode descrever melhor que eu. Fizemos variações da atividade, alternando movimentos e pulsações.

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Um dos alunos, D., estava bastante eufórico: fazia a atividade, voltava, furava a fila, atrapalhava os colegas. Propus então que quem atrapalhasse o outro colega, sairia da brincadeira.  Todos acataram. Organizamos a fila, e cada um, um a um, entrou na brincadeira. D., no entanto, não se segurou e correu, foi, voltou, atrapalhou o colega. Pronto, saiu da brincadeira. Pediu pra voltar, disse que não ia atrapalhar mais ninguém e após o fim do ciclo, permitimos que ele voltasse. A partir de então, ele se comportou. No fim da aula, as crianças se soltaram, pegaram os bambolês e começaram a brincar. Pedi, então a D. que me ajudasse a recolher os bambolês. Avisei aos alunos que ele seria o responsável por recolhe-los. E ele ajudou - do jeito dele (rs). Mas uma coisa que eu tenho percebido nos últimos tempos, nas minhas observações e andanças, é que os alunos gostam de se sentir responsáveis. Se você designa a ele uma tarefa que ele é capaz de fazer, na maioria das vezes ele a faz. E de bom grado. Sempre cri que "obedecer" não é o principal papel dos educandos - eu mesmo sempre fui meio desobediente, respeitosamente desobediente. Às vezes devemos dar a eles a colher de chá de propor, de comandar alguma atividade. Enfim, oferecer escolhas aos alunos. Penso haver nisso, nessa transferência de responsabilidade, uma importância; é uma confiança que depositamos neles - lógico, feita com consciência e gradação. Ao confiarmos neles, possivelmente, eles confiarão mais nós. Penso eu... Só espero não estar de todo enganado.


Abraços!

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Quarta-feira, 15/05/13 – Relato de aula S. Domingos Sávio


Saudações!

Neste segundo dia na S. Domingos Sávio, um pouco menos tenso, cheguei 10 minutos atrasado e um dos alunos do Grupo V comentou comigo, baixinho: “Bonito, chegando atrasado!” Sorri para ele e expliquei que tinha enfrentado engarrafamento. Ele sorriu de volta e “deu de ombros”, como quem diz: “Fazer o quê?”.
A professora deu continuidade à história do Boi Bonito (como prometera na aula anterior) com canções e movimento e percussão corporal. Eu e Raphael participamos tocando instrumentos de percussão e cantando, além de ficar “de olho” nos mais agitados, tentando fazê-los retornar ao foco.

Essa turminha estava bem agitada nesse dia. Mas nada que se aproximasse do comportamento da turma do 4º ano. Por várias vezes foi preciso interromper a atividade por conta do mau comportamento de alguns alunos. A algazarra foi tamanha que a professora Nara tomou uma atitude mais enérgica, deixando-os sem a última parte da aula, em que haveria uma atividade rítmica, ministrada por mim e Raphael. Ela pediu que eu os explicasse porque eles não teriam a atividade e assim o fiz, mencionando a conduta dos mesmos. Enquanto eu falava eles ficaram um pouco quietos e sentados, nos últimos dez minutos da aula. Alguns alunos ficaram chateados, pois estavam na expectativa de realizarmos o trabalho rítmico que, inclusive, já estava desenhado no quadro. 

Quarta-feira, 08/05/13 – 1º dia na São Domingos Sávio


Saudações!

Na tarde de quarta-feira, 8 de maio (meu aniversário), encontrei com o colega Raphael (que passou ao turno vespertino, na Escola S. Domingos Sávio). Já na escola, fomos recebidos alegremente pela profª Nara, à qual me apresentei e nos dirigimos à sala. Os alunos ainda não haviam chegado, pois estavam noutra aula. A professora havia preparado o ensaio do musical "O Boi Bonito" e pediu que colocássemos o CD no rádio, conectando-o ao amplificador. O aparelho não estava colaborando e demorou bastante para ler o disco. 

Quando os alunos adentraram a sala foi um fuzuê! Corriam e gritavam, disputando as cadeiras e a sala ficou repleta. Eram 35 alunos de duas turmas: 2º Ano e Grupo V da Ed. Infantil.
Em círculo, a professora nos apresentou aos alunos e muitos deles se lembraram de Raphael, devido à sua participação numa peça, no ano passado. Nara falou sobre os instrumentos de percussão e como eram feitos. Em seguida, houve uma atividade de percussão corporal em que os movimentos eram acompanhados por onomatopeias que, aos poucos, eram subtraídas, dando espaços às pausas em determinados movimentos. Os pequenos se divertiram à beça.
Depois, a educadora contou a história do Boi Bonito, ensinando as canções aos alunos. Enquanto ela cantava, eu e o Raphael fazíamos o acompanhamento percussivo. 
Ao final da aula, eu e o Raphael fizemos a brincadeira do “Vivo ou Morto” com os pequenos, que gostaram bastante.

Neste mesmo dia, ainda participamos de mais duas aulas, com alunos do 4º e do 5º ano. Além disso, fomos convidados pelas professoras da turma do 2º ano para auxiliar no aprendizado de uma canção, em homenagem ao dia das mães: “Minha Mãe”, da turma do Balão Mágico. Nós, então, pedimos que colocassem a letra no quadro e dividimos a turma, meninos e meninas, para cantarem por partes. A canção tinha uma letra um pouco extensa e, apesar de ser cantada por crianças, continha fraseados melódicos que dificultaram a memorização dos pequenos, a uma primeira vista. Apesar dessas condições, as crianças conseguiram memorizar a maior parte da música.

Nesse (tenso) primeiro dia pude ver como é grande o trabalho e as dificuldades enfrentadas pelo educador musical na escola pública, principalmente no que tange a quantidade de alunos por turma. A Escola S. Domingos Sávio será minha primeira experiência com turmas tão numerosas de crianças. Avante! 

domingo, 19 de maio de 2013

Postagem do dia 14/05/2013 -> Abraão Miranda RETIFICAÇÃO

Retificação da Postagem do Relatório (Dia 14/05/2013) – Abraão Miranda

É Preciso Saber Viver

Quem espera que a vida
Seja feita de ilusão
Pode até ficar maluco
Ou morrer da solidão
É preciso ter cuidado
Pra mais tarde não sofrer

É preciso saber viver...

(Essa canção e as seguintes atividades foram trabalhadas com as turmas do 5º ano)

Nesta observação, o professor utilizou esta canção para trabalhar andamento, ritmo e percussão corporal.
Utilizou uma atividade feita por mim que é o arcos em notas.
Êxito total nessa atividade que está inserida no nosso catálogo.
O mais importante dessa minha observação é sinalizar não só as autorias das atividades mas o nosso protagonismo nas aulas, cada bolsista vira protagonista ensinando e realizando uma atividade de sua autoria e gratificando-se com desempenho de cada aluno.


(Postagem retificada)

sábado, 18 de maio de 2013

Observação do dia 15/05/2013 -- São Domingos Sávio


Durante as observações de aulas da quarta-feira, 15 de maio, senti que os educandos estavam bem mais agitados do que na semana anterior, principalmente os do quarto ano. As demais turmas, do grupo V de educação infantil e terceiro ano, demonstraram um pouco mais de concentração.
A professora Nara continuou a contar a história sobre o bumba-meu-boi, que faz parte do musical “Boi Bonito”. De uma forma bastante lúdica, e procurando deixar os alunos atentos e imaginando as cenas, Nara fez com que ficassem bastante curiosos ao afirmar que a história continuaria na aula seguinte. Durante este momento, juntamente com o colega bolsista Eduardo, tocamos as canções que fazem parte do musical com o auxílio de diversos instrumentos de percussão, tais como: alfaias, pandeiro, triângulo, chocalhos, agogô, etc.
         Além da continuidade em relação à história do bumba-meu-boi, realizou-se atividades de percussão corporal e ritmo, utilizando de canções e brincadeiras populares.
         Em relação à aula da turma do 4º ano, foram notadas dificuldades no que diz respeito ao comportamento dos educandos. Por várias vezes Nara e nós bolsistas, pedimos que focassem mais nas atividades, sendo que com algum tempo estavam novamente dispersos. Uma brincadeira, chamada de quadro de ritmos, seria feita com essa turma por mim e Eduardo, porém, a partir da falta de concentração dos educandos, a atividade não pode ser realizada, sendo que no próximo encontro colocaremos em prática.

TERÇA PRODUTIVA NA XAVIER MARQUES

   O professor Ednaldo começou a aula com um exercício de apreciação musical. Colocou a musica "É preciso saber viver" do cantor e compositor Roberto Carlos e pediu para que os alunos o ajudassem a escrever a letra no quadro. Num segundo momento o professor fez uma roda e, ainda com a audição da musica fez alguns exercícios de alongamento, depois todos deram as mãos e fizeram movimentos em espiral na sala. Com um exercício de pulsação o professor perfilou lado a lado as crianças, sendo que os meninos ficaram em frente as meninas e com o ritmo da musica fez alguns movimentos corporais e batidas de palmas.

   Numa outra turma o professor trabalhou as atividades do bambolê dado na semana passada, porem com uma variação interessante, ele colocou duas colunas de bambolê com as crianças em fila ao lado do objeto, e com a música "palo", começo a atividade rítmica que consistia em colocar um pé dentro e fora dos bambolês e depois com pulos, os dois pés dentro e fora. Nessa variação enquanto um lado da fila fazia o movimento, a outra esperava a sua vez numa sequência.
   Um outro exercício com o bambolê foi criada e proposta por Abraão, e consistia em colocar sete bambolês com as notas da escala de DÓ escritas em folhas de caderno ou oficio e pregadas nos bambolês com fita adesiva. O professor tocava uma sequência de notas no teclado e os meninos primeiro falava a sequência e depois pulava dentro dos bambolês respectivos a sequencia dada. Achei mutio bom o exercício criado e proposto por Abraão, pois estimula alem da percepção musical, a coordenação motora. Parabéns Abraão, com certeza utilizarei essa atividade muitas vezes nas minhas aulas.

Vaqueiro Malvado



Nesse dia de aula nós (bolsistas), iniciamos as aulas já que a professora não pôde se fazer presente na primeira aula. Trabalhamos o ritmo do “xote” com percussão corporal separando-os em três grupos e cada grupo auxiliado por um bolsista, ao final dessa intervenção todos os grupos apresentaram os resultados uns aos outros.

As outras turmas, já sob a batuta da supervisora, continuaram a trabalhar as músicas do projeto do Boi Bonito com o foco na musica do vaqueiro malvado.

Os alunos estão bem motivados e se divertem com as aulas de música, pois como se trata de um musical as músicas contam uma história e a professora sempre deixa um suspense no ar para aguçar a curiosidade e chegarem animados para a próxima aula.

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Relato 13-05

O professor Carmelito iniciou as aulas parabenizando as crianças pela participação na festa das mães. Em seguida cantou a música que foi apresentada e pudemos perceber que todas elas estavam ainda com a canção bem fresca na memória. As aulas se desenrolaram com as canções já conhecidas e com o acréscimo da canção do gato (na próxima postagem coloco a letra; não lembro bem agora). Ao final de cada aula, na hora do relaxamento, o professor colocou o cd com a história da "Menina do brinco de ouro" e eu pude perceber a atenção e até alguns questionamentos por parte de alguns, sobre a narrativa. Na última turma, do grupo 3, houve um momento em que a auxiliar de classe precisou ir levar 3 alunos ao banheiro e nos admiramos que os outros, sem a presença da professora regente e da auxiliar, ficaram a vontade, sem choro ou medo.

Por hoje é só! Até a próxima!

terça-feira, 14 de maio de 2013


CÉLULAS RÍTMICAS

Relatório de aula dia 13/05/2013 – Carmelitana


Mais um dia de aula. Hoje o Prof. David chegou a partir da 2ª turma, pois teve que ir ao médico. A primeira aula a prof.ª  Sindara deu continuidade ao assunto das semanas anteriores. Até agora os alunos só tinha visto compasso binário, hoje eles conheceram o compasso quaternário, e a semibreve e a pausa da mesma. Foi colocado no quadro várias células rítmicas para os alunos copiarem. A maioria dos alunos da primeira turma teve um pouco de dificuldade para copiar no caderno, e só terminaram quase no final da aula; fomos auxiliando eles, mostrando as formas mais rápidas de desenhar as figuras e no final a primeira turma fez só o solfejo rítmico. Na segunda turma eles copiaram bastante rápido, se desenvolveram muito bem. Como teve mais tempo o Prof. David distribuiu pandeiros e tambores para toda a turma. Todos tocaram as células rítmicas, tocando nos instrumentos e com a boca.

Vai ter balão na Xavier!

Alô, companheiros!

Hoje, infelizmente, não tivemos aulas de música durante o turno vespertino na Xavier Marques - bem, a esposa do prof. Ednaldo se envolveu num pequeno acidente de trânsito, uma pequena batida, mas passa bem! Como o seguro do carro estava em nome de Ednaldo, ele teve que ir lá pra cuidar das burocracias que envolvem esses incidentes. No entanto, tive uma boa notícia hoje:

Primeiro a diretora, me vendo no pátio, chegou acanhada; perguntou se eu estava no grupo que tocara "forró" durante o festival de música da escola. Disse que sim, que todos os pibidianos da Xavier participaram da banda. Senti que ela queria dizer mais alguma coisa, mas, calada, logo saiu. Após falar com Ednaldo, fui me despedir do pessoal da secretária e novamente tocaram no assunto "forró": dessa vez, uma das funcionárias da secretárias me fez a mesma pergunta; já sentindo uma pequena conspiração no ar, respondi e esperei. Minhas suspeitas se confirmaram: elas queriam que a gente contribuísse e tocasse na festa de São João da escola. "Arretadamente" feliz com a proposta, me prontifiquei a ajudar no que fosse necessário e a compor a banda que animaria a festa. Conversamos um pouco sobre a possibilidade de fazermos algumas apresentações com os alunos - aproveitando ações entre as professoras regentes, o professor de música e os bolsistas - e ficamos de conversar com Ednaldo sobre a proposta. Essa possibilidade me motivou bastante já que eu já tinha demonstrado meu intento em contribuir no São João da escola em meu plano de trabalho. Agora é mãos à obra!

Abraços,

Zé.