segunda-feira, 13 de junho de 2011

Relatório da Escola Carmelitana do Menino Jesus

Acolhida e oração
A escola está na semana de preparação para a festa junina.
Também se prepara para o desfile de Dois de Julho montando um grupo percussivo. Serão selecionados hoje alunos para tocarem instrumentos de percussão.
O professor David convida os alunos a participarem da aula explicando como vai ser o desfile.
São distribuidas clavas para avaliar o ritmo das crianças. O professor executa ritmos no timbau e os alunos repetem fazendo uma marcha com o corpo. Depois em filas os alunos tocam seguindo uma regência.
Os alunos estão atentos ao ensaio aplicando a atividade dentro do ritmo.
A participação da turma no desfile vai ser de grande importância porque vai criar nos alunos o amor ao seu Estado e sentir de perto a historia vivida pelos nossos heróis da Independência da Bahia.
Data: 13 de junho de 2011

sábado, 11 de junho de 2011

Visita na Escola Carmelitana - 10/06/11

Ontem foi um dia daqueles ... Fiquei correndo como uma louca tentando manter todos os compromissos, mas mesmo assim cheguei atrasada à escola Carmelitana.

Não vou contar os detalhes da chegada, pois todo mundo já conhece o lugar. Segui as orientações de Géssica e Tiago e fui andando do lado do mercado Recôncavo até lá. Perguntei várias vezes para ter certeza que não estava indo na direção errada. 

Quando cheguei lá fui muito bem recebida. Géssica e Tiago estavam fora da sala me esperando. André tinha acabado de ligar me avisando que tinha acontecido um acidente: estava de bicicleta e tinha sido atropelado, fato que me deixou preocupada, inclusive porque tinha acabado de ver uma ambulância do SAMU passando. Morro de medo desta combinação de trânsito desordenado e bicicletas! Gente, sejam prudentes! 

Mas voltando ...
A professora Letícia, diretora da escola, estava em atividades com algumas professoras e com David: últimos acertos sobre a organização da festa de São João, PPP ... muitas coisas, mas também um clima de muita energia boa, entusiasmo, alegria.

Foi contagiante!

Enquanto elas estavam terminando, David muito gentilmente me fez conhecer todas as instalações da escola: abriu todas as portas, entramos em todas as salas. Finalmente conheci a sala de música e o famoso tatami do qual vcs tanto falam! Abriu também o armário para me mostrar os materiais didáticos que são utilizados. Um espaço que me deixou encantada foi a biblioteca! Toda arrumadinha, colorida e cheeeeeia de livros. Se percebia que boa parte do acervo era novíssimo! Abriu o armário para me mostrar também o resultado das oficinas do Programa Escola Aberta. Muitos objetos frutos do trabalho dos participantes! Muito bem feitos ... profissionais.

David mostrou toda a parte externa da escola, me explicando que como tem muito espaço não utilizado foi enviado um pedido para uma reforma que aproveitasse todos estes espaços. Eu olhando tudo e o rapaz da portaria observando a cena e talvez pensando que eu fosse uma arquiteta ou alguém enviado pela prefeitura com poder de decisão para fazer algo!! Apenas suposições ...

Pouco depois Géssica, Tiago, David e eu sentamos na sala da direção com a professora Letícia, que muito gentilmente nos contou um pouco a situação da escola, sua história e os planos e batalhas atuais.

A escola Carmelitana do Menino Jesus vai fazer 50 anos em 25/02 de 2012! Era um colégio estadual, que em 2003 foi municipalizado. A professora Letícia está na direção desde o ano passado, tentando junto à equipe de professores/as organizar toda a base legal necessária ao seu funcionamento ... o regimento interno, projeto político-pedagógico etc. Sabemos muito bem que a elaboração destes documentos junto à rotina da escola é uma trabalheira que só e demora um bom tempo.

Eu perguntei se ela gostaria de saber mais sobre o PIBID e nesta hora Géssica sugeriu que eu falasse a respeito do meu desejo de interação entre escola e comunidade. Expliquei que através do PIBID eu gostaria de começar a pensar um professor envolvido e comprometido não só com a instituição escola, mas também com a comunidade ao redor. Cada escola é uma escola. Tem sua identidade em parte definida pela direção e as/os professoras/es, mas também pela história do local e das pessoas que a freqüentam, ou seja, os moradores (pequenos e adultos) da comunidade. O professor não pode partir do pressuposto que qualquer escola é uma escola, segundo minha modestíssima opinião.

Então ... de um lado, o que nos interessa seria o simples fator humano de conhecer as pessoas que moram lá, do outro conhecer também as expressões culturais e musicais característicos daquele lugar, que obviamente se tornam referências para as crianças e que nós precisamos considerar, se quisermos um trabalho mais significativo de fato.

Quando se fala em conhecimento prévio das crianças toda vez me pergunto ... o que eu sei a respeito delas para falar em conhecimento prévio? Se eu não sei onde moram, como, o que fazem no seu dia-a-dia, se não sei do que elas gostam, se não que músicas elas escutam, se estão envolvidas em alguma manifestação, se elas têm algum parente que toca ... como posso falar de conhecimentos prévios? Enfim, me soa um dos tantos chavões dos nossos tempos, um modismo muitas vezes vazio ao qual gostaria que o nosso grupo desse corpo, alma e sentido!

Daí, expliquei que gostaríamos muito de conhecer dona Raimunda, líder comunitária e aproveitar aquela semana após o São João, na qual a escola está de recesso, para finalmente conhecer a comunidade. 

David e a profa. Letícia nos contaram que na sexta que vem sairá pelas ruas da comunidade um desfile de alunos da escola e a quadrilha. Naquela oportunidade poderemos com certeza encontrar os líderes comunitários, pais e mães e moradores da comunidade. Achei maravilhoso!

Conversa vai, conversa vem. David estava todo animado e inquieto com a esperança de receber uma ligação da secretaria (?) para confirmar que o grupo da escola estava autorizado a desfilar no 2 de julho. E quando esta ligação chegou ... deixo vocês imaginar a alegria e felicidade por esta conquista!

Foi uma tarde muito emocionante ... era claramente o encontro de pessoas altamente idealistas em busca de transformação da realidade, da vontade de ver estas crianças brilhando e tendo acesso a tudo que elas merecem!

Finalizamos as conversas tomando um cafezinho em outra sala, na qual a profa. Cristiane (arte) junto a outras professoras (me perdoem, mas não me lembro o nome!!) estavam preparando material para as festas.

Antes de irmos embora e após nos termos despedidos das professoras, perguntei se era possível ir um instantinho na casa de dona Raimunda. O grupo todo guiado pela profa. Letícia e David se dirigiu na casa dela. Que honra! Infelizmente, ela não estava. Falamos com a filha dela e ficamos de encontrá-la na semana que vem na festa de São João.

Nos despedimos da profa. Leíticia e David e nos dirigimos para o ponto de ônibus.

Esta visita foi tão boa que desestressou da correria do dia me reenergizou 100%!

Um fato que achei interessante foi saber que as professoras estão acompanhando o nosso blog! Isto me deixou muitíssimo feliz!

Aproveito para deixar aqui um convite para as comunidades escolares das escolas Carmelitana do Menino Jesus e Santa Bárbara para que venham a contribuir com nosso crescimento, com nossas discussões. Quando tiverem vontade de se colocar e escrever algo ... por favor, fiquem à vontade. Este espaço é nosso ... não só do PIBID-MUS.

PS ... muito obrigada por tudo!

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Relato Santa Bárbara dia 09/06

3º ano B

A aula começou com Maurício tocando “O que é que tá escrito?”. Ao terminar escreveu no quadro as últimas palavras das frases para mostrar como rimavam. Na verdade perguntou sobre a semelhança dos sons. Escreveu no quadro a palavra “parede” e recebeu como rima “rede, peixe, cacete, banquete, tapete...” Aqui acho que seria interessante apresentar um cordel para eles. Eles tiveram – de maneira geral – um pouco de dificuldade com essa atividade. Na hora de buscar uma palavra parecida eles pensavam em relação ao significado e não em relação ao som, então quando foi pedida uma palavra parecida com “parede” as recebidas foram “lâmpada, madeira, tijolo...”.

Maurício em seguida colocou uma música que falava lugares de Portugal. Parou no meio e repetiu a letra mas mudando os lugares para Massaranduba, Rua Direta, Ribeira, Uruguai. Nessa atividade os meninos participaram.


3º ano

Maurício começou tocando a mesma “O que é que tá escrito?” e os meninos mostraram conhecer melhor a letra. Depois ele colocou a música no amplificador e perguntou os instrumentos que tocavam. A percepção dessa turma é um pouco melhor que a da anterior – deu pra ele fazer um trabalho de percepção rítmica com os meninos, perguntando o número de palmas e as batidas na caixa da bateria. Quando ele pediu para os meninos acompanharem as palmas, a maioria bateu junto com a caixa da bateria, que estava na cabeça do tempo. Eles ficam bem ansiosos e ainda estão desenvolvendo a coordenação motora. A grande solução foi colocar os pés para fazerem as batidas da caixa (duas colcheias no segundo tempo do compasso) e as palmas acompanhando o cd (duas colcheias, uma no contratempo do terceiro tempo e outra na cabeça do quarto).

A turma respondeu muito bem e a aula rendeu.


Não houve aula nos 4º e 5º anos por conta da reunião de pais.

Relato Escola Santa Bárbara - 07/06/2011

Hoje na Escola Santa Bárbara não houve aula para as primeiras turmas devido a reunião com os pais. Ao chegar acompanhei a reunião da turma do pré com a Prof. Livia. A reunião contou com a participação de apenas nove mães e nenhum pai: é curioso observar que realmente no modelo de família predominante ainda é a mulher que acaba se responsabilizando mais diretamente pela educação escolar dos filhos.
A reunião iniciou com a profa. Lívia chamando a atenção das mãe para a importância das crianças cumprirem o horário da escola e evitarem as faltas freqüentes, pois atrapalham o seu processo de desenvolvimento.
O ponto seguinte foi referente à higiene pessoal. Ela pediu para que tivessem mais atenção com a higiene de seus filhos, pois, segundo ela, algumas crianças chegam na escola sem tomar banho após ter urinado na cama durante a noite.  Outro assunto abordado foi o problema dos piolhos, orientando elas a passar vinagre e pente fino, caso não tivessem condição de comprar remédios, antes de vir para a escola.
Logo em seguida a professora conversou com as mães para que elas tomassem mais cuidado com seus filhos, no que eles estão vendo na TV, na internet, com as companhias que andam na rua e principalmente com o que dizem ou fazem na presença dos filhos. Deixou claro que as crianças sempre contam na escola o que se passa em casa.
Outro aspecto abordado foi o acompanhamento e auxílio com as tarefas de casa, deixando claro que elas não fizessem por eles.

Terminadas estas orientações ela entrou no mérito da festa de São João: ficou definido que cada criança deverá levar um prato de comida típica, mas caso não possam não devem deixar de comparecer à festa que acontecerá no dia 16/06. Após os acertos da festa foi apresentado para as mães o novo Portfólio, uma pasta em que estará arquivada toda a produção escolar de cada criança e que servirá como instrumento de avaliação adotado pela Secretaria de Educação.

Houve perto do final a participação da coordenadora Ana Rita que conversou com as mães presentes sobre a responsabilidade da família com relação à vida escolar de seus filhos. A professora Lívia conversou individualmente com cada mãe a respeito dos problemas individuais das crianças. Quando terminou ela leu uma linda mensagem para todos: “... não há saber melhor do que o outro e sim saberes diferentes” assim convidando as mães para tornarem – se mais presentes na escola trocando conhecimentos.

No momento da reunião em que foram tratados os problemas de cada criança individualmente chamou minha atenção a colocação de uma das mães que pediu a professora para que botasse mais seu filho de castigo pois ele tinha muito medo disso: ele via constantemente seu irmão maior ficar por dias de castigo sem sair de casa e assim ele “ ficaria uma seda ”. Para mim foi realmente intrigante ver uma mãe fazer um pedido desse, provocando várias questões:
- Como nós que estamos engajados num programa como o Pibid podemos contribuir mais efetivamente para uma reflexão nessas escolas acerca de inúmeros aspectos pedagógicos equivocados que ainda se encontram enraizados em suas práticas?
- Como podemos estabelecer concretamente essa permuta entre os saberes que adquirimos na universidade com aqueles provenientes da realidade encontrada nas escolas?
- Observamos a rotina dessas escolas, discutimos entre nós mas como podemos fazer para que nossa prática reverbere mais efetivamente nesses ambientes escolares?

Enfim fica a sugestão para refletirmos um pouco mais sobre essa questão.
A única aula que acabamos por acompanhar foi a da turma do 3º ano. A turma estava bastante agitada e trabalhamos com a música do Gibi que já havia sido trabalhada algumas aulas atrás, sendo que agora os objetivos eram outros. Desta vez a atenção estava voltada para as rimas contidas na letra da música. Procuramos palavras que rimassem com as palavras da música e depois fizemos uma atividade com ritmoa  partir de uma célula rítmica contida na música.

Realtório Carmelitana 08/06

Não houve aula neste dia, pois, fui informado pelo professor Davi que ele e mais alguns professores iriam à Camara Municipal lutar por algumas coisas das quais a Escola, urgentemente, precisa.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Relato Escola Santa Bárbara 07.06.2011

3º Ano

O professor Maurício iniciou tocando no violão a música "o que é que esta escrito na capa do gibí?" para ver se os alunos reconheciam a música. Alguns reconheceram. Maurício então escreveu no quadro as palavras do final de cada frase da música para começar a atividade. As palavras eram as seguintes:

Gibí Avião
Aqui Chão
Céu Lambreta
Carrossel Borboleta

Ele então perguntou aos alunos o que essas palavras tinham em comum e alguns responderam que tinha a rima em comum. Logo, Maurício pediu de fileira em fileira que cada um dissesse outra palavra que rimasse com a palavra pedida. A turma ficou empolgada: eles gostaram da atividade.
Em seguida, Maurício colocou o cd para tocar a mesma música para que as crianças percebessem quando era para bater palmas acompanhando a música. Esta parte da atividade foi interessante porque Maurício pediu que eles batessem palmas com o ritmo que era anacruse: as crianças reproduziam corretamente quando eram acompanhadas pelo som, mas quando Maurício tocava no violão, elas não conseguiam identificar a hora de bater as palmas e precisaram da ajuda de Sapoti para identificarem. Elas ainda não tinham se apropriado da música. As atividades foram interrompidas algumas vezes por causa de alguns alunos que estavam se comportando mal e isso atrapalhou um pouco o processo de apredizagem dos outros que queriam fazer a aula.

Nessa atividade foi trabalhado as rimas das palavras e o ritmo que era anacruse.

Relato de Observação da Escola Carmelitana do Menino Jesus - 30 maio de 2011

Ao chegar à escola, na manha de segunda feira, fui recebido pela diretora que já estava ciente que estaria assumindo as turmas do 4º ano e do 5º ano. Ela pediu para que um dos agentes de portaria providenciasse abrir a sala na qual normalmente acontecem as aulas de música. Depois de alguns minutos de espera me informaram que a chave não estava na escola e as pessoas que estavam responsáveis pela chave não estaria naquela manhã. Então, a diretora sugeriu que eu fosse dar aula na própria sala dos alunos. Isso já se passaram 50 minutos para o inicio da aula com a primeira turma. Com tudo isso, não foi possível dividir as turmas do 4º ano e, conseqüentemente, a do 5º ano como normalmente acontece porque o horário já estava muito avançado.
A proposta de trabalho foi a mesma para as duas turmas. No primeiro horário trabalhei com o 4º ano cujo tempo ficou reduzido devido a alguns imprevistos. Quando anunciei o término da aula os alunos lamentaram muito, pediram para ficar mais um pouco, porém, eu não podia ficar. Eles tinham que ir para o recreio. Combinamos de compensar o horário que perdemos em nossa próxima aula.
Depois do lanche peguei a turma do 5º ano, que ainda estava fazendo a atividade de inglês. Essa turma foi um pouco difícil de trabalhar. Eles estavam muito agitados. Não foi difícil encontrar o líder do agito, melhor dizendo, os líderes. Dois alunos foram suficientes para fazer com que toda sala ficasse dispersa. Depois de tanto conversar eles continuaram com a mesma postura. Foi preciso chamar um dos funcionários para levá-los para secretaria. Quando eles perceberam que eu estava falando sério foram se acalmando e decidiram cooperar e participar da aula.
Proposta do trabalho:
Já posto a proposta de trabalho...

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Relato Escola Carmelitana do Menino Jesus - 6 de junho de 2011

Hoje foi um dia realmente complicado, as crianças estavam mais agitadas que o normal. A hora da acolhida, onde se canta o hino nacional, durou quase uma hora inteira, pois os educandos não paravam de conversar, empurrar, gritar, enfim, foi uma mixórdia que só. Elas já são serelepes por vida, mas hoje foi especialmente complicado. Uma situação generalizada, que começava do Grupo 5 e estendia-se até os mais velhos do 5° ano. Nem David vociferando deu conta. Foi preciso que a diretora se manifestasse contra a enorme balburdia. Notei que havia além de tudo, um problema de controle básico: as professoras regentes de suas respectivas turmas não se manifestavam ou tomavam a rédea de seus educandos, sobrando a responsabilidade para uns poucos, então deu no que deu. A diretora olhou para mim e perguntou: “Você vai colocar isso em seu relato?” Eu ri e disse que sim.


Logo depois do primeiro e mais conturbado momento, começamos a aula com o 4° ano. A proposta era simples, revisar o conteúdo das figuras de tempo, executar algumas seqüências rítmicas e depois tocar todos os ritmos com as clavas. As crianças ainda mostravam-se agitadas de modo desacerbado, mas até então, conseguimos com dificuldade conduzir a aula, mas quando as claves foram entregues, tudo foi por água abaixo: foi um batuque que só! Era clava batendo nas mesas, nas cadeiras e o pior, nas cabeças dos colegas. Para David foi a gota que faltava para transbordar o copo. Ele suspendeu a aula e mandou as crianças de volta para a classe. Foi mandando um por um, agradecendo de modo individual aos poucos que se comportaram bem e de mesma forma admoestando os que não tiveram uma boa postura.

Depois de um tempo para respirar, enfrentamos a primeira metade do 5º ano, dessa vez usamos apenas a voz, os pés e as palmas, nada de clavas, e, pela primeira vez, percebi o 5º ano render mais que o 4º. Quando chegou a segunda metade, o rendimento caiu um pouco, mas ainda assim conseguimos trabalhar segundo a proposta planejada para a aula mas fomos surpreendidos pelo sinal que tocou mais cedo, por conta da chuva. Então, o final da aula deixou uma sensação de cadência suspensiva ou plagal! Foi estranho, mas tivemos que liberar as crianças, que foram para suas casas com a mesma disposição com que chegaram à escola. A energia era ingente, a mesma forma do início, as crianças não se desgastaram nem um pouco. Incrível.

Relatório da Escola Carmelitana do Menino Jesus - 06/06/2011

Não compareci a escola porque foi avisada pelo professor David que ele não estaria na mesma, pois faria uma apresentação fora.

Relato Santa Bárbara dia 02/06

3º ano C

Quando cheguei a professora estava trabalhando a música “sopa” do Palavra Cantada. Maurício colocou a música no amplificador para os meninos ouvirem melhor. Logo depois perguntou uma música que eles queriam cantar e a escolhida foi “Preguiça”. Na parte B da música Maurício tocou em arrocha e os meninos começaram a se balançar na cadeira.

Em seguida ele colocou outra parte da música “Oito Anos” para eles escutarem e reconhecerem a letra. Como eu e Ísis sentamos no fundo da sala desta vez percebi que é realmente mais difícil de entender o que a cantora canta – da última vez sentei perto do amplificador.

Maurício então colocou uma música na voz de Arnaldo Antunes e logo depois outra com Tulipa Ruiz. Parou e pontuou o interesse dele em entender o porque das criannças trocarem as palavras que elas acabaram de escutar. “Mora um pessegueiro” virou “ Mar não tem segredo”. Com certeza da pra achar algo sobre o assunto por ai...

4º ano A

A aula atrasou um pouco porque Maurício teve que imprimir um material. Quando chegamos na sala eu e Ísis cortamos as letras da música impressa de Tulipa Ruiz. Maurício colocou rapidamente a mesma música de Arnaldo Antunes da aula anterior e depois fez uma roda e os meninos marcaram os tempos da música com os pés e foram circulando com a roda. Como a atividade foi ficando meio caótica Maurício parou e fez com apenas dois alunos a coreografia na frente.

Após um tempo reclamando com uns três alunos ele apresentou a música “A Ordem da Árvores”. Distribuímos as letras e todos leram em voz alta. Em seguida a música foi tocada e a aula acabou.

5º ano A

A aula também começou atrasada porque a professora demorou de liberar os alunos. Maurício tocou “Fome Come” uma vez e mandou todos sentarem em uma roda – inclusive eu. Ele distribuiu vários copos, sempre passando com um movimento que se usa pra tocar a música. Cada um passava para o próximo ao lado até que todos ficassem com copos. Depois colocou mais um movimento pra ir complicando até chegar – imagino eu – aos movimentos da música. A atividade funcionou bem.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Relatório Carmelitana 01/06

Planejei nesta tarde trabalhar duas atividades. Uma de auto-apresentação, chamada Passe a Bola, retirada do livro de Vânia Ranucci - Jogando com os sons e brincando com a música vol. I, - e a outra um jogo de copos com a canção Escravos de Jó. Todas essas atividades trabalham ritmo, coordenação, lateralidade, memorização, improvisação, tudo em cima das referidas canções.

3º Ano.

Com a primeira metade da turma comecei – assim como nas demais – com a dinâmica de auto-apresentação. Sugeri que fizessem uma roda e em seguida ensinei para eles, verso por verso, a canção Passe a Bola:

Passe, passe, passe a bola Passe a bola sem parar Se você ficar com a bola O seu nome vai cantar!

Rapidamente eles pegaram a letra e a melodia. Após esse momento, peguei uma bola, e cantando a canção, no ritmo, passei a bola para a criança que estava ao meu lado, e eles iam passando sucessivamente para o colega o próximo colega. Foi uma festa. Quando ia chegando próximo ao final da letra eles começavam a passar a bola mais rápida para não cair neles a missão de ter que cantar o nome. Orientei-os a não perderem o ritmo e nem jogarem a bola para o colega, e sim, passar, assim como diz a letra. Sempre a criança sorteada ficava meio tímida, mas logo, ou espontaneamente ou com a ajuda dos colegas, improvisava uma melodia com o seu nome. Tive que demonstrar antes com o meu nome para auxiliá-los, mas em seguida transcorreu muito bem essa atividade. Essa primeira atividade fiz com as crianças em pé, em seguida pedi para sentá-los e apresentei a eles a canção Escravos de Jô:

Escravos de Jó, jogavam caxangá
Tira, bota, deixa o Zambelê ficar
Guerreiros com gurreiros fazem zigue-zigue-zá

Nesse jogo é distribuído um copo para cada criança, e cada um vai passando para a criança ao lado. Nesse momento descobri que eles desconhecem direções de direita e esquerda e daí, tive um enorme esforço para consegui ensiná-los. Após um gasto de energia e tempo, eles começaram a pegar a idéia de direção. Percebi também uma dificuldade de coordenação, um simples gesto de pegar o copo e passar para o colega da direita era de alguma dificuldade para eles. Não era nem o meu intuito passar a brincadeira toda neste dia, e só em saber que pude trabalhar com eles lateralidade e coordenação, já me dei por satisfeito. Quando a brincadeira estava pegando ritmo o tempo da aula acabou, senti um certo desapontamento das crianças que queriam permanecer brincando. Já com a segunda metade da turma senti mais dificuldade, já que Davi deixou os mais peraltas para irem depois, tive que parar mais vezes as dinâmicas para reclamar com os alunos e por algumas vezes conter princípios de briga que são inadmissíveis.

2º Ano

Já com essa turma trabalhei com ela completa. Trabalhei exatamente as mesmas atividades. Com a atividade Passe a Bola rolou tudo bem, já com a Escravos de Jó foi mais difícil ainda trabalhar as questões de direção, acredito que pelo fato de serem um pouco mais novos. Praticamente levei a metade do tempo todo da aula, explicando para eles o sentido de direita e esquerda, e agora, esse será um dos meus objetivos para trabalhar com eles nas próximas aulas.

Esse foi o meu dia da Carmelitana.

Relato de Escola Carmelitana do Menino Jesus em 20 de maio de 2011

Esperamos a chegada das crianças que tiveram sua acolhida em uma das salas de aula e depois foram distribuídos para suas salas. O Professor Davi organizou as crianças na sala e eu iniciei as atividades.
• A primeira atividade foi com a música “Abre a roda tin do lê lê” como “quebra gelo” e também por trabalhar vários aspectos musicais como improvisação, pulsação, movimentos corporais etc. Percebi que as crianças se divertiram e participaram ativamente da atividade.
• A segunda atividade foi “SOM – MOVIMENTO, SILÊNCIO – ESTÁTUA”. Coloquei a música “Xique-Xique” do cd Lenga la Lenga e enquanto a música tocava todos se movimentavam e quando a música parava faziam estátua, no final o professor Davi deu uma recompensa as duas meninas que ficaram até o fim da brincadeira.
• A terceira atividade foi com a música “O meu chapéu”. Ensinei a letra da música e pedi que passassem a bola no tempo da música e a pessoa que ficasse com a bola no final da música falava o nome e nós repetiríamos todos os nomes até o fim. Percebi que na metade a atividade já ficou cansativa e acabamos não finalizando esta atividade falando todos os nomes. Isso me fez ver a importância do rítmo das atividades. Infelizmente, normalmente só percebemos isso no decorrer da atividade.

Relato Reunião de Responsáveis e Homenagem ás mães Escola Carmelitana do Menino Jesus em 13 de maio de 2011

A reunião foi iniciada com uma das professoras da escola falando sobre os programas que a escola oferece. Em sua fala citou também uma reportagem da TV que falava sobre qualidade da merenda escolar e falou do cuidado da escola ao prepará-la. Os programas citados foram:
• Projeto interdisciplinar eco-carmelitana (Que relembra a história do bairro e a importância do cuidado com o lixo.
• Escola em tempo integral com o Projeto Mais Educação. (Os alunos ficam no turno oposto das aulas fazendo outras atividades como futebol, letramento, jornal, dança e etc.
• Projeto Escola aberta, com a abertura da instituição aos sábados para o oferecimento de oficinas de capoeira, informática e trabalhos manuais, que abrangem todas as faixas etárias.
• Projeto Sinaleira, que atende ás crianças e adolescentes que trabalham nos sinais de trânsito.
• PIBID – Parceria Universidade – Escola, para formação de professores, visando melhorar a qualidade do ensino.
• Projeto de criação do Coral da escola que será regido pelo professor de música Davi com o auxílio dos bolsistas do PIBID.
• Projeto de Educação de Jovens e adultos 1 e 2.
Outras informações importantes relatadas pelos professores aos pais foram:
• Importância da pontualidade na hora da entrada dos alunos na escola, para segurança de toda a comunidade escolar. Importância do cuidado com o fardamento recebido e o uso deste, bem como dos materiais escolares.
• Criação do regimento escolar.
Após a reunião houve um lanche e a homenagem ás mães, com apresentações dos alunos, como mostram as fotos postadas por André algumas postagens abaixo.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Fotos de Nossa Ultima Reunão Geral




Relato de atividades na Carmelitana, 27 de maio de 2011

Chegando à escola já encontrei Ângela desenvolvendo uma atividade rítmica com a turma. Os alunos estavam bastante concentrados e conseguiram desenvolver a atividade sem muitas dificuldades.

Desesenvolvimento da atividade:
Foram distribuídas uma duas folhas de oficio com o texto rítmico.



Terminado essa atividade o professor Davi assume a turma e aplica outra atividade rítmica. Passa um padrão rítmico para os alunos e pede que eles batam na mesa apenas a pulsação. Ao mesmo tempo pede que eles pronunciem a palavra “nesta sala tem alunos” e tentem identificar a silaba curta e a sílaba longa. Em seguida expõe no quadro as figuras curta (colcheia) e a figura longa (semínima). E pede que os alunos associem o som encontrado as figuras expostas no quadro.

A frase "nesta sala tem alunos” ficou ritmicamente assim:

Ta – ta – ta – ta – ta – ta – taa (seis colcheias e uma semínima)


A frase “Nesta sala tem pão” ficou ritmicamente assim:

Ta – ta – ta – ta – taa – taa (quatro colcheias e duas semínimas)


Convida um aluno, voluntario, para ir ao quadro para escrever no quadro o entendido.


O professor usou duas palavras novas para que os alunos identificassem o som curto e longo:


Pão - Leite


Para a palavra pão (taa) - uma semínima


Para a palavra leite (lei-te: ta - ta) – duas colcheias

Os alunos conseguem identificar com facilidade os sons e associar as figuras musicais.


O professor também fez um trabalho de gramática explicando a diferença entre a palavra esse – essa e este – esta. Fala que se trata de pronome demonstrativo.


Eeste/esta = quando está + perto do falante

Esse/essa = quando está distante do falante


E exemplifica:

· Exemplos de esse (ou essa):


1- esse carro (quando se refere a um carro de outra pessoa, que está na sua frente);


- esse caderno (quando o caderno está na mão de uma pessoa que está na sua frente);


· Exemplos de este (ou esta):


- este carro (quando se refere ao seu carro, que você está dentro dele)


2- este caderno (quando o caderno está na sua mão)


O professor Davi pede que os alunos peguem a letra do Hino a 2 de Julho e pede que todos fiquem de pé para cantar.


Em seguida faz a chamada e pede logo depois, leva os alunos para sala de aula.


Ângela foi bastante objetiva durante o desenvolvimento da atividade, isso favoreceu a atenção dos alunos e uma resposta positiva no final do trabalho.


Ricardo não pode estar presente neste dia por questão de saúde.

Relato de atividades na Carmelitana, 23 de maio de 2011

Chegando à escola encontrei Ricardo concluindo uma atividade de leitura rítmica com o ultimo grupo do 4º ano. Estava sendo trabalhada a primeira estrofe do Hino a Dois de Julho.



Concluiu o trabalho cantando o hino e informa à turma que na próxima aula apresentaria as figuras musicais.



Em seguida é passada a palavra ao professor Davi que leva a turma a refletir a certa do respeito à pátria e a importância de fazer daquele momento único, cantando com postura e com respeito a nossa bandeira, a nossa nação. Termina sua fala com a chamada e logo em seguida conduz a turma para sua sala.



Chega à sala o primeiro grupo do 5º ano. Os alunos estavam um pouco agitados e com essa continua até o final da aula. O professor Ricardo cumprimenta a turma e em seguida revisa a aula anterior. Pede que os alunos peguem a letra do Hino a Dois de Julho e fiquem com ela em mãos.



Uma aluna levanta a voz e diz que o seu papel da letra da musica estava amassado. Outro aluno levanta a voz e diz que tinha esquecido o seu na sala de aula e, ao mesmo tempo, outro aluno diz que também tinha esquecido o seu papel em casa. A turma começou a se manifesta com uma desculpa. Isso a turma foi se agitando cada vez mais. Nesse dia a turma estava um pouco inquieta. Foi necessário o professor falar mais firme com eles no intuito de que todos se aquietassem.



O professor informa aos alunos que todos estariam cantando a primeira estrofe do hino e observassem onde o som se prolongava mais. Depois dessa experiência pede que os alunos cantem a primeira linha do hino e logo depois identificassem, mais uma vez, onde o som estava se prolongando mais.



Nessa experiência o professor teve o cuidado de repetir varias vezes até que os alunos conseguissem identificar a célula rítmica dessa linha do hino. Escreve no quadro a letra da primeira linha do hino e, à medida que os alunos iam falando, fazia um traço debaixo da silaba que demorasse mais. Explica aos alunos que os traçinhos curtos para os sons curtos e traços um pouco maiores para os sons meio longos. Assim foi montando a célula rítmica no quando com a ajuda da turma. Foi uma gritaria só. Todos queriam ser ouvidos pelo professor. Mas foi uma experiência interessante.



Esquema da estrofe:



Nas ce o sol a dois de ju lho (ta ta taa ta ta ta taa ta)



Bri lha mais que no pri mei ro. (ta ta ta ta ta ta taa ta)



É si nal que nes te di a (ta ta taa ta ta ta taa ta)



A té o sol é bra si lei ro. (ta ta ta ta ta ta ta ta ta ta ta taa ta)



Observação: Tentei colocar exatamente como estava no quadro só que não estou conseguindo. Esta dando um erro aqui que atrapalha todo meu texto.



O professor trabalhou com dois padrões: longo, meio longo e curto.



Depois que conseguiu montar a célula rítmica com os alunos pega o instrumento timbal e toca a célula rítmica de cada estrofe e pede que os alunos cantem seguindo a seguinte dinâmica:



1º - cantar a frase toda;


2º - bater os pés no chão ao ritmo do timbal;


3º - bater palmas ao ritmo do timbal;


4º - pede que os alunos substituam a letra da musica por “pá” respeitando o ritmo explicado.



Nas ce o sol a dois de ju lho (pa pa paa pa pa pa paa pa)



Bri lha mais que no pri mei ro. (pa pa pa pa pa pa paa pa)



É si nal que nes te di a (pa pa paa pa pa pa paa pa)



A té o sol é bra si lei ro. (pa pa pa pa pa pa pa pa pa pa pa paa pa)



Observação: Tentei colocar exatamente como estava no quadro só que não estou conseguindo. Esta dando um erro aqui que atrapalha todo meu texto.



O professor apresenta as figuras rítmicas da colcheia, semínima e mínima associando os traços meio curto a colcheia, os traços curtos a semínima meio longo a mínima. E informa que seria o assunto da próxima aula.



A aula é interrompida por uma agente de secretaria que informa a chegada de mochilas para serem distribuídas para os alunos, porém, não daria para distribuir para todos então, seria dado àqueles que ainda não tivessem uma.



Termina essa convidando os alunos a cantarem de pé o Hino todo. Em seguida os alunos são levados de volta para sala de aula.


O professor Davi faz a chamada e fala a respeito da postura dos alunos para cantar o hino. Em seguida conduz os alunos para o recreio.



No intervalo, o professor Ricardo me pergunta se gostaria de assumir a turma do quarto ano. Aceitei mas logo fiquei com um friozinho na barriga porque os alunos estavam um pouco agitados nesse dia e, também, porque estaria sendo a primeira vez que assumiria uma aula na escola. Aceitei o desafia na esperança de que iria dar tudo certo. Tentei seguir a mesma dinâmica usada por Ricardo, mas não tive muito êxito. Ora eu falar e ora riçado falava.



Sentir muita dificuldade porque os alunos realmente estavam muito agitados, dispersos. Eu não conseguir chegar nem na metade do assunto proposto. Ricardo tentou me ajudar, mas o tempo que levamos conversando e tentando passar o assunto foi muito grande.



Essa experiência me levou a refletir a respeito de vários pontos do planejamento, principalmente “o como fazer”. A repensar as minhas praticas embora já estivesse atuado na ária de ensino. Mas é inevitável dizer que tive uma sensação bastante desagradável. Me sentir despreparado, incapaz de assumir uma turma. Terminamos o trabalhado não porque tivéssemos concluído o assunto e sim porque chegou o horário limite para despedir os alunos.



O professor Davi assumiu a turma, fez a chamada e liberou os alunos para irem para casa.



Relato de atividades na Carmelitana, 20 de maio de 2011

Chegando à escola fui informado que só teria aula no primeiro horário e, no segundo horário, os alunos seriam dispensadados para que acontecesse o AC de planejamento.





Ficou programado que o ensaio do coral de crianças da escola aconteceria todas as sexta-feira, às 15:00hs. Entretanto, só foi possível fazer a seleção de vozes porque até o memento não dispomos de recursos necessários para o desenvolvimento do trabalho.



É importante reforça que dispomos de recursos humanos, porém, ainda estamos aguardando uma posição da secretaria para a aquisição de matérias, principalmente de um teclado ou um piano elétrico, instrumentos essencias por se tratar de um instrumento que apóia tanto melodia quanto harmonia, de forma clara para os alunos.




Essa demora tem prejudicado o processo do trabalho, adiado o desenvolvimento do projeto Coral como um todo. Sugerir o uso do meu piano elétrico enquanto aguardamos a chegada do instrumento da escola, porém, foi levantada a seguinte questão: “se usarmos um teclado emprestado, a escola demoraria mais tempo de adquirir o seu próprio instrumento”, Com isso, fomos orientados a continuar aguardando.




Sair da escola me despedindo dos funcionários da escola e cobrando o teclado a Diretora Letícia, que vale salientar, é um amor de pessoa.

Relato E.Santa Bárbara 31/05/2011

Essa semana não houve observação na escola Santa Bárbara ,o prof.Mauricio estava doente e não houve aula.
sapot

terça-feira, 31 de maio de 2011

Relato de atividades na Carmelitana, 30 de maio de 2011


Hoje estava de certo modo, um tanto absorto, por conseqüência disso acabei saltando vários pontos depois do correto, tive de andar um bom pedaço da Suburbana para chegar à escola e acabei me atrasando um pouco, mas por sorte ainda não havia começado a primeira aula. Que bom!

Assim que cheguei, David me comunicou que não iria lecionar, deixou as turmas sobre responsabilidade minha e de Vitor, o legal foi que ele deixou sugestões de atividades.

Então, começamos com o 4º ano, trabalhamos mais uma vez as figuras de tempo, como David havia feito certa vez. Começamos colocando no quadro as figuras, semínima(curto), mínima(longo) e semibreve(looongo). Fizemos varias vezes com seqüências rítmicas diferentes, depois substituímos os nomes, curto, longo e looongo, por, “ta”, as crianças assimilaram muito bem, então introduzimos uma pausa de semínima, para podermos trabalhar com a leitura rítmica de uma musica, que era a seguinte; Pe-re-re-ca no ve-rão, can-ta lá no ri-bei-rão. Cró-cró-cró-cró,cróo. Fizeram a leitura perfeitamente e mostraram compreender, correspondendo assim as nossas expectativas.

Com o 5º ano fizemos a mesma atividade e tudo correu de modo muito parecido como aconteceu no 4º ano. Não sei, mas algumas crianças do 4º ano, mostram um desempenho muito melhor do que as do 5º, é estranho, mas quase sempre é assim.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

RELATÓRIO OBSERVAÇÃO PARTICIPATIVA ESCOLA CARMELITANA DO MENINO JESUS (4º E 5º ANO A) 23 DE MAIO DE 2011

A atividade das aulas foi planejada por mim com o intuito de reforçar alguns conteúdos ministrados pelo educador Davi. A atividade consistiu em escrever no quadro com grafia analógica (traços longos, curtos, mais ou menos curtos) as durações das frases do “Hino ao 02 de julho”, para depois apresentar as figuras que representam tais valores.

5º Ano e 4º Ano.

A aula do quinto ano 1 transcorreu sem problemas (as turmas são divididas em duas), os educandos se envolveram com a atividade e conseguimos escrever toda a letra, executá-la junto com o aparelho de som e ainda deu tempo de relacionar a grafia analógica a escrita convencional. O quinto ano 2 já não deu tempo de completar a atividade ficando em falta as figuras convencionais. Em uma análise geral essa atividade despertou muito interesse dos educandos e fiz questão de deixar bem claro que essa forma de escrita servia para “todo” tipo de música.

A aula do quarto ano foi ministrada por André, mas com a mesma atividade proposta pro mim, percebi a mesma empolgação dos educandos. Sendo que devido ao fato de não estar preparado para a aula nem tão familiarizado com o conteúdo, André se sentiu um pouco confuso durante as aulas. Continuaremos abordando duração durante as próximas aulas.

Aula dia 26/05

Não houve aula no dia 26/05 por Maurício estar doente...

Relatório da Escola Carmelitana do Menino Jesus

Oração e acolhida 30 de maio de 2011
Aula dos 4 e 5 anos
Eu comecei fazendo uma atividade com frases e ritmo utilizando colcheias e seminima.
O Professor Davi continuou usando palavras como por exemplo parabéns, usando as figuras de valor.
Depois ele passa a postura cantando o hino da Bahia.
Os alunos participam das atividades demonstrando interesse e atenção. Depois de três aulas seguidas trabalhando ritmo as crianças assimilaram a célula rítmica.
É importante desenvolver a leitura rítmica porque o aprendizado das canções pede a aplicação dela facilitando a velocidade da prática para cantar as músicas.
Hoje os alunos estavam menos agitados e o comportamento foi melhor.